
Gosto de escrever sob estado de livre fluxo da consciência. Cada mensário é formado por 7 denários, com base no Calendário SPIN, Sistema Poético Informativo Nat.Numa visão remota vi um buraco negro a evaporar-se durante 13,8 trilhões de anos. Há 13,7 trilhões de anos liberou ejetou ricocheteou seu núcleo informacional de 10^13700 nat Nat é a unidade que mede a informação do núcleo informacional de buracos negros Toda existência tem 10^13700 anos de vida, tempo que não precisa ser 100% vivida.
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15/07/2010
Bélgica.,,,René Magritte ou sobre os enigmas da mídia
O jornalismo e a maçã de Magritte
Por Marcio Flizikowski em 30/1/2007 , no Observartório da Imprensa
O jornalista Ali Kamel, em artigo publicado em O Globo (23/1), levantou uma questão que, em sua opinião, precisa ser confrontada: "O jornalismo é um campo de batalha de ideologias ou é uma forma de conhecimento da realidade?"
Para começar o texto com uma defesa de sua isenção ao discutir o assunto, Kamel argumenta que devido à "distância das eleições, que acirram este debate, a discussão pode ser travada com menos paixão".
Com este argumento, Kamel parece querer demonstrar que sua análise será fria, isenta, eqüidistante. Uma leitura um pouco mais apurada da sua frase pode nos levar a outra conclusão que derruba por terra toda a retórica utilizada na seqüência do texto para responder à pergunta retórica do seu começo.
Leitores e seus jornais
Quer dizer que agora, distante da eleição, podemos discutir o assunto, pois no período eleitoral ele seria discutido com paixão, subentendendo que esta paixão influenciaria a análise do assunto, levando os debatedores, influenciados por suas predisposições, para lados diferentes? Enfim, a resposta não seria objetiva, nem clara, devido ao calor do momento.
Pois bem, se, ao analisar um assunto como esse, não é possível tratá-lo sem paixão no momento eleitoral – entendendo que a paixão parta de uma predisposição dos analistas – o que poderá ser dito sobre a rotina jornalística de escolha de pautas, enfoques de matérias, edição de material no calor eleitoral? Todas são definidas sem paixão? Não há influência das predisposições, tanto por parte dos jornalistas responsáveis pela produção, como do grupo responsável pela sua publicação?
O observador Luiz Weis, em "Quando o óbvio não é óbvio para todos", publicado neste Observatório (24/1), faz uma análise das colocações de Kamel e finaliza com uma brilhante frase: "Não são os leitores que escolhem os seus jornais, mas são os jornais que escolhem os seus leitores."
Lógica simplista
E como os jornais realizam essa escolha do público? Abordando assuntos do interesse do público que pretendem atingir. Porém, mais que escolher o assunto, também é preciso abordá-lo de acordo com o interesse desse público. Assim, qual o público que os grandes jornais pretendem atingir? Pobres analfabetos? Com certeza, não. O público destes veículos normalmente se encontra nas classes A e B, talvez C. Possuem curso superior, ou pelo menos uma educação média. Não são beneficiados pelo Bolsa Família, mas pagam muitos impostos.
Para este público, não interessa material destacando os pontos positivos do Bolsa Família. É mais interessante uma matéria apontando os erros daquele programa. A segunda opção parece ser mais correta, pois com o fim da assistência do Bolsa Família, o governo pode afrouxar a arrecadação e, logo, diminuir a carga de impostos.
É uma lógica simplista, mas que funciona na cabeça das pessoas. Basta conversar com um integrante típico da classe média brasileira, leitor da Folha de S.Paulo ou do Estado de S.Paulo. Para ele, quem recebe o Bolsa Família não é o necessitado, desprovido de qualquer outro benefício que a sociedade proporciona, mas o vagabundo que "mama nas tetas do governo". E que ele, que paga altos impostos, é quem sustenta esses vagabundos.
Mostrar, escrever
Para tornar mais claro meu argumento, farei uma analogia com nosso dia-a-dia. Imagine que você, leitor (vou utilizar um exemplo masculino), pretende conquistar a grande paixão da sua vida. O que você faz? Elogia suas roupas, diz que ela é inteligente e simpática, concorda com suas opiniões. Você estará no caminho certo da conquista.
Agora, imagine que você faz o inverso. Ela está vestida com uma roupa que te desagrada. Ao encontrá-la, logo de cara você fala que a roupa dela está fora de moda. Se ela estiver usando perfume, você diz que é alérgico. Ela emite uma opinião sobre um assunto e você discorda, chegando ao ponto de quase chamá-la de burra. Você está destinado a ficar sozinho.
Assim também funciona com os veículos de comunicação. Eles dizem, mostram ou escrevem o que seu público quer ouvir, ver ou ler. E o que a maioria dos leitores dos grandes jornais queria, na época dos escândalos do governo? Que era o maior roubo da história da República e coisa e tal. Faça-se sua vontade, então.
Pausa entre novelas
O que intrigou a grande mídia foi o resultado das eleições. Estariam errados sobre a opinião do seu público. Será que seu público era a favor do governo? Não, lógico que não. O que os veículos de comunicação, principalmente a mídia impressa, esqueceram foi que o seu público é apenas uma parcela da população, uma parcela pequena. Que a grande maioria da população não lê jornal nem revista.
Já sei que neste momento meu atento leitor vai argumentar que o Jornal Nacional de Ali Kamel é consumido por toda a população. Claro que é consumido, mas como um copo de água entre os pratos principais servidos toda noite pela emissora: as telenovelas.
A maioria dos espectadores do JN assiste ao informativo como uma pausa entre os folhetins eletrônicos. Diversos estudos já demonstram a baixa capacidade absorção do público em relação a informações transmitidas pela televisão. Se você quiser comprovar este argumento faça um teste com um parente seu que assista as três novelas globais e ao JN diariamente.
Ele saberá te dizer o que está acontecendo nas três novelas, citando personagens e emitindo opiniões sobre todos os temas tratados nas novelas. Peça para ele te dizer cinco, apenas cinco, notícias mostradas no JN daquela noite. Serão poucos os que conseguirão responder.
Isso permite que o JN não se preocupe tanto em agradar ao público, abrindo espaço para que tente impor uma visão diferente à dele. Claro, que ainda assim, o JN irá se socorrer de matérias sobre o nascimento do elefante no zoológico, o que agradará seu público.
Finalmente, para defender seu ponto de vista, Ali Kamel faz uma pergunta retórica colocando de um lado a batalha de ideologias e de outro o conhecimento da realidade. A forma como o autor faz a questão passa a idéia de que uma situação exclui a outra, o que não é verdade.
Representação da realidade
Jornalismo é uma batalha de ideologias e também uma forma de conhecimento da realidade. Porém, é preciso que essa realidade conhecida não seja a realidade como ela é, mas uma representação da realidade.
Na obra Ceci n’est pas une pomme ("Isto não é uma maçã"), René Magritte demonstrou claramente que aquilo que os meios de comunicação apresentam não é realidade, no máximo uma representação da realidade. Uma maçã tem cheiro, gosto e textura próprios. O quadro de Magritte tinha apenas uma imagem. Não era uma maçã, mas uma representação visual de uma maçã.
Da mesma forma, o jornalismo e tudo o que é transmitido pelos meios de comunicação não é a realidade, mas uma representação da realidade. E ao público consumidor dessa representação não é dada a possibilidade de conhecer a realidade propriamente dita, mas apenas aquela representação.
No momento dessa representação é que se encontra a batalha de ideologias. Retornando ao calor das eleições, imagine a seguinte situação: a primeira pesquisa apontou que o candidato X tinha 30% das intenções de voto e o candidato Y, 20%. A segunda pesquisa aponta que X subiu para 35% e Y para 26%.
Um jornal alinhado ideologicamente com o candidato X poderia publicar a manchete: "Aumenta a intenção de votos para X". Um jornal alinhado com o ideologicamente com o candidato Y poderia publicar a manchete: "Diferença entre X e Y cai". As duas manchetes seriam verdadeiras, porém com enfoques diferentes, beneficiando determinadas posições. Seria a realidade? Seria. Mas sob um determinado ponto de vista. Ou seja, o público conheceria a realidade, mas representada de acordo com um ponto de vista.
Para concluir: alguém seria capaz de afirmar que a maçã representada no quadro Ceci n’est pas une pomme de Magritte é uma maçã boa ou uma maçã podre? Não. Tudo o que podemos dizer é que Magritte preferiu representar a maçã por um lado aparentemente bom. Quanto ao outro lado, não sabemos e nunca saberemos.
FONTE: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=418IMQ005
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Este assunto começou aqui
http://advivo.com.br/blog/luisnassif/o-raio-x-da-migracao-os-belgas
A imprensa golpista e TSE tramam golpe
Eis o que Lula disse em seu discurso:
A verdade é a seguinte: eu não posso deixar de dizer, aqui, que nós devemos o sucesso disto tudo que a gente está comemorando a uma mulher. Eu nem poderia falar o nome dela porque tem um processo eleitoral, mas a história a gente também não pode esconder por causa de eleição.
(...) A verdade é que a companheira Dilma Rousseff assumiu a responsabilidade de fazer esse TAV [trem-bala], e foi ela que cuidou, junto com a Miriam Belchior, junto com a Erenice [Guerra]. Não podemos negar isso.
Foi só. Mas o bastante para os grandes jornais amanhecerem hasteando uma bandeira negra com uma caveira no meio. Todos falando em impugnação da candidatura. Eu estou ficando muito confuso. Lula não pode mais sequer mencionar o nome "Dilma"?
Será possível que juízes do Tribunal Superior Eleitoral irão ceder a essa chantagem truculenta da mídia?
Será possivel que o PSDB e mídia tentarão, de fato, ganhar o pleito deste ano no tapetão? Ou ainda: tentarão manchar a idoneidade do processo democrático nacional com acusações cada vez mais pueris contra o presidente da república?
Ontem condenou-se Lula porque ele usou o termo "sequenciamento". Hoje pregam a impugnação da candidata líder nas pesquisas porque o presidente mencionou seu nome. O que será do amanhã? Justificarão um golpe de Estado do tipo hondurenho porque Lula, durante um evento, piscou o olho para a ex-ministra? Já posso visualizar a manchete e a chamada de capa:
Lula tenta enganar TSE e é expulso do país
O presidente Lula foi flagrado, na tarde de ontem, piscando o olho direito para a ex-ministra Dilma Rousseff durante evento realizado em São Paulo, num claro sinal de que apóia a candidata. Juristas consultados pela Folha afirmam que o gesto configura propaganda indevida e pode ser a prova que faltava para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar o registro da candidatura Dilma Rousseff. Acionado pelo TSE, o exército invadiu os aposentos do presidente pela madrugada, prendeu-o, e levou-o para local ainda não informado, fora do país. Dilma também teve ordem de prisão decretada e deverá ser levada para o mesmo lugar.
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A hipocrisia sobre a paternidade de obras - por Luis Nassif, em seu blog
Não tem hipocrisia maior do que essa história de que não se pode falar, em solenidades oficiais, do legado de ex-administradores. José Serra não é Dilma, o governador Alberto Goldman não é Lula.
Uma breve análise dos últimos discursos de Goldman, depois de empossado governador, permite identificar o óbvio: ele elogia seguidamente o ex-governador José Serra. E não existe crime nenhum nisso, como não existe nos discursos de Lula mencionando Dilma.
Confira: 19/06/2010
Governador discursa no início das obras do AME e do Centro de Reabilitação de Pariquera-Açu
(...) Este esforço que nós estamos fazendo é um projeto que o Serra fez para todo o Estado de São Paulo, de 40 Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs), 40 para todo o Estado. (...)
Fora este Centro de Reabilitação (Lucy Montoro), também projeto do Serra, que pegou este negócio, inventou isto daqui, criando estes centros de reabilitação, e nós já temos 3 na Capital e dois no interior. Portanto, nós já temos 5 destes grandes Centros de Reabilitação, e vamos ter vários deles ainda na Capital e várias regiões do interior.
http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=210960&c=201
Leia mais
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-hipocrisia-sobre-a-paternidade-de-obras#more
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09/07/2010
Controle social da mídia x educação
Fala, mestre!
.Por Miguel do Rosário, em seu blog
Só há uma forma precisa de exercer-se o controle social dos meios de comunicação: o juízo crítico dos leitores, ouvintes e telespectadores, que constituem a sociedade nacional. Esse juízo será possível mediante educação de qualidade, que permita aos cidadãos formar sua inteligência do mundo com autonomia. Quando isso ocorre, eles podem avaliar as informações recebidas e delas retirar suas próprias conclusões. Sempre que se fala em controle, social, ou não, da imprensa, a democracia corre perigo.
De Mauro Santayana, em sua coluna de hoje no Jornal do Brasil
Eu desenvolveria o pensamento de Santayana com alguns acréscimos: criação, como já se faz na França e na Venezuela, de aulas de leitura midiática, para ensinar crianças e adolescentes a exercerem uma leitura crítica de jornais e revistas. Com isso, estarão menos vulneráveis às influências perniciosas (do ponto-de-vista político) da grande imprensa, que não trabalha para permitir que o leitor pense por si mesmo, mas tenta incutir-lhe, à fórceps, sua própria visão de mundo, em geral conservadora e tendenciosa.
http://oleododiabo.blogspot.com/2010/07/fala-mestre.html
Meu comentário
Há coisas que podem ser feitas, como por exemplo a reativação da banda larga para a inclusão digital, a pulverização das verbas de publicidade de forma a não concentrar tudo numa emissora, .,,,o que mais,,,abertura das empresas de comunicação ao capital estrangeiro.
Também o incentivo às TV públicas.
Este texto de Emir Sader vai neste sentido:
Um Brasil sem analfabetos
O Brasil teve uma expansão significativa dos direitos sociais da grande maioria da sua população nos últimos anos, extensão do sistema educacional, porém persistem entre 10 e 13 milhões de analfabetos – sobretudo de terceira idade – e grande quantidade de analfabetos funcionais – que aprenderam a ler mas que, sem prática posterior, são incapazes de ler e responder uma carta.
E, ao mesmo tempo, dispomos do melhor método de alfabetização – o método Paulo Freire - que, ao mesmo tempo que permite o aprendizado da leitura e da escrita, favorece a consciência social das pessoas.
Até mesmo países de nível de renda muito mais baixo do que o nosso, como a Bolívia, valendo-se de um método muito eficaz, mas menos elaborado, como o método cubano, terminaram com o analfabetismo, segundo constatação da Unesco. A Bolívia, que tem uma grande complexidade cultural e lingüística, porque a massa da população fala aymara, quéchua, guarani, castelhano e outros muitos dialetos.
Não podemos permitir que milhões de brasileiros não saibam ler e, não apenas, estejam impedidos de orientar-se minimamente como um cidadão deve fazê-lo para informações básicas, mas também impedidos de conhecer a cultura brasileira – aquilo que o Brasil produz de melhor. Impedidos de conhecer Jorge Amado, Graciliano Ramos, Machado de Assis, Lima Barreto, Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Morais, Guimarães Rosa – apenas para citar alguns. Todos têm todo o direito de não gostar de autores, mas devem ter todo o direito de conhecer, de ter acesso ao que de melhor o Brasil produz.
Um mutirão, organizado pelo Ministério da Educação, de que participem ativamente as entidades estudantis, as centrais sindicais, os movimentos sociais e culturais, que comece pela elaboração de método adequado aos da terceira idade e que mobilize centenas de milhares de jovens e militantes de todos os setores da população, poderá elevar o Brasil nos próximos quatro a anos a “país livre do analfabetismo”. Seremos um pouco mais democráticos, menos injustos, mais cultos. Além de preparar-nos melhor para produzir uma cultura muito mais plural, diversificada, reflexo da sociedade brasileira realmente existente e não produto do país que as elites gostariam que o Brasil continuasse sendo. Um Brasil para todos significa um Brasil sem analfabetismo.
http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=501
PM reprime greve dos funcionários do Judiciário de SP
Os funcionários em greve há 71 dias tinham realizado uma assembléia na praça João Mendes, região central de São Paulo, decidindo manter a paralisação até o dia 14 de julho. Para justificar o uso da força, os policiais alegaram que os grevistas estavam tentando impedir a passagem de pessoas para dentro do Fórum João Mendes. A Associação dos Oficiais de Justiça de São Paulo (Aojesp) protestou contra o uso de balas de borracha e spray de pimenta. A presidente da associação, Yvone Moreira, foi levada para o hospital com ferimentos no seio e nos olhos.
Redação - Carta Maior
A Associação dos Oficiais de Justiça de São Paulo (Aojesp) protestou contra o uso de balas de borracha e spray de pimenta. Segundo a assessoria de imprensa da entidade, a presidente da associação, Yvone Moreira, foi levada para um hospital após ser atingida no seio por um artefato e nos olhos por estilhaços de vidros.
Os funcionários do Judiciário estão em greve há 71 dias e pedem uma reposição salarial de 20,16%, além da suspensão da Resolução 520, que permite que os dias parados sejam descontados do salário dos grevistas.
Eles reclamam da disparidade salarial em relação aos servidores da Justiça Federal. Na Justiça estadual de SP, assinala a Aojesp, um auxiliar judiciário, quase no final de carreira, recebe R$ 2.495,84, enquanto o mesmo auxiliar judiciário na Justiça federal ganha R$ 3.793,69. Na Justiça estadual, diz ainda a entidade, um Oficial de Justiça, quase em fim de carreira, recebe R$ 4.149,18, enquanto que na Justiça federal, ele recebe R$ 10.883,07 pelo cargo equivalente.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16787
Se a doutora curau deletar
Se o blog "Os Amigos do presidente Lula" for retirado do ar, procure no novo endereço
Devido às perseguições políticas e insegurança jurídica, o Blog "Os Amigos do presidente Lula" passa a ser acessado também através deste novo endereço:
Guardem esse novo endereço, sem mudar nenhuma letra.
Se o nosso blog sair do ar, procure por nós no nosso novo endereço....
Se a Justiça Eleitoral banir o endereço tradicional existente a quase cinco anos (o que acreditamos que não acontecerá), só este novo endereço continuará funcionando.
Repassando:
1) Caso tentem acessar o blog algumas vezes da forma que estão acostumados, e não conseguir, usem o endereço http://www.amigosdopresidentelula.com
2) Dica: Incluir no favoritos:
Desde já, todos podem passar a usar http://www.amigosdopresidentelula.com e incluir nos "favoritos". Onde o blog estiver, sempre será acessado.
3) Cuidado com imitações e pirataria:
Os dois únicos endereços verdadeiros do blog "Os amigos do presidente Lula" são:
http://www.amigosdopresidentelula.com
ou
http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com
Qualquer variação de letras, que não seja exatamente as acima, NÃO é o blog "Os amigos do presidente Lula" original.
Espalhem por aí.
08/07/2010
memória
cirque du soleilPor ANGELA GOMES
Cada vez mais acredito no diálogo entre as diferentes áreas de conhecimento, como vídeo, música, arquitetura, design, fotografia, moda, pintura, ... em a sintonia com os temas contemporâneos, especialmente a globalização, as redes, as megacidades, o coletivo, o individual ... movimento, olhar, tempo e memória ...
http://dausblog.blogspot.com/2008_02_01_archive.html
VILLEGAIGNON, Nicolau Durand
Por FERNANDO KITZINGER DANNEMANN - no Recanto das Letras
Diante da oposição que por volta de 1550 se fazia na França aos chamados huguenotes (apelido dado pelos católicos franceses aos protestantes, especialmente os calvinistas), o almirante francês Nicolau Durand de Villegaignon (1510-1571), decidiu fundar uma colônia na América (França Antártica) para dar refúgio aos seus companheiros de credo religioso. Seu projeto resultara da declaração “Jamais vi a cláusula do testamento de Adão que concede todo o mundo aos seus primos, os reis de Portugal e Espanha”, feita por Francisco I, rei que governou a França de 1515 a 1547, quando se referia ao Tratado de Tordesilhas, documento pelo qual os reis português e espanhol, donos dos mares de então, repartiam entre si as novas terras descobertas.
Apoiado por Gaspar II de Coligny, que desfrutava de grande prestígio na corte de Francisco II, ele partiu de seu país em 1555, com dois navios, desembarcando em uma ilha da baía do Rio de Janeiro (hoje conhecida como baía da Guanabara). Ali ele construiu um forte na ilha de Serigipe, ao qual deu o nome de Coligny, recebendo, cerca de dois anos após a sua chegada, uma expedição comandada por Bois-le-Comte, que trazia mulheres, crianças, colonos e pastores protestantes. Mas o difícil convívio de todas essas pessoas em uma terra que lhes era estranha acabou provocando o surgimento de ambições insatisfeitas, rivalidades crescentes e disputas teológicas cada vez mais acirradas, razão pela qual Villegaignon resolveu retornar à França pouco tempo depois, onde passou a manter com Calvino, criador da nova seita, controvérsias sem nenhum proveito prático.
Não são muitos os registros da presença do almirante francês no Brasil, tanto que na universidade de Brasília existe apenas um livro sobre ele. Sabe-se, porém, que ele temia pelo futuro da França Antártica, o que é comprovado pelo teor de uma carta sua datada de 30 de novembro de 1557, e endereçada a Francisco de Lorena, segundo duque de Guise, que com seu irmão, cardeal de Lorena, era quem realmente exercia o poder no reino. Essa mensagem dizia o seguinte:
A meu senhor, monsenhor Duque de Guise, Par de França. Monsenhor, Deus, por sua graça, favoreceu tanto nossos trabalhos que terminei minha fortaleza, e a pus
num estado tal que não penso ter visto uma outra tão fácil de guardar. Desse
modo, posso colocar em terra sessenta pessoas em um forte de madeira que fiz à
vista de meu castelo, ao alcance de minha artilharia, onde eles se empenham em
plantar e semear para viver de sua colheita. Recolhi uma quarentena de escravos
de uma aldeia de nossos inimigos que venci. Mandei rever todas as nossas
fronteiras, desde a partida de nossos navios, e mandei saber o que desejam fazer
os amigos de nossos vizinhos. Tive muito boa resposta. Eles me prometeram
rebelarem-se e expulsá-los quando eu desejar. Nossos selvagens formam um
exército de mais de três mil homens para ir vingar o prejuízo que aqueles nossos
vizinhos nos causaram no ano passado. Enviei um navio muito bem preparado para
costear todo nosso país até 36 graus, aproximando de nosso pólo, onde soube que
os castelhanos vêm por terra, do Peru, procurar metais. Espero enviar-vos
notícias pelo primeiro de nossos navios. Eu vos suplico, Monsenhor, intercedei
por mim junto ao rei, a fim de que ele não me abandone, mas que lhe seja
agradável vir em meu socorro, com algum dinheiro, para ajudar a trazer de volta
meus navios, e espero não decepcioná-lo de maneira que ele não se arrependerá de
me ter ajudado. Suplico ao Criador, Monsenhor, dar-vos, em uma muito feliz e
longa vida, a realização de vossos nobres desejos. De nossa fortaleza de
Coligny, na...
Villegaignon era extremamente rigoroso com os seus compatriotas, impondo-lhes férrea disciplina em um ambiente onde as privações materiais e morais não eram poucas. Mas o que precipitou o fim do seu sonho foi o desentendimento religioso surgido a partir de março de 1557, quando três navios franceses chegaram à baía de Guanabara trazendo 120 huguenotes, os protestantes franceses, e mais cinco mulheres, cuidadas por uma governanta solteirona. As moças logo se uniram aos colonos nos primeiros matrimônios de brancos em terra brasileira, mas os calvinistas entraram em conflito com o almirante, que havia retornado à fé católica, o que transformou a pequena ilha numa réplica de Paris, na época amargando as guerras religiosas da Reforma.
Sobre esse desentendimento, diz-se que em 1557 o católico Villegaignon sustentava que a eucaristia não era antropofagia, que ao comungar não se estava comendo o corpo de Cristo e sim, realizando o mistério da eucaristia. Enquanto os protestantes, discípulos de Calvino, acreditavam que a hóstia e o vinho eram símbolos do corpo do Senhor. A polêmica foi tão séria que em junho daquele ano um navio saiu do Brasil e foi até a França pedir o parecer de eclesiásticos sobre o tema, embora não haja registro de que alguma resposta tenha sido dada. O certo é que a tensão entre o almirante e os huguenotes tornou-se tão grande, que em 4 de janeiro de 1558 Villegaignon despachou os calvinistas para Paris, e estes, lá chegando, passaram a difundir a versão de que o comandante vivia entre trair o protestantismo e escravizar seus compatriotas. . . “Ele é o Caim da América. .” , escrevera Jean de Lèry, principal rival de Villegaignon nesta polêmica.
Em 1559, Villegaignon decidiu retornar à França em busca de apoio, deixando seu sobrinho, Bois Le Comte, como comandante. E não mais voltou ao Brasil. Em 1568 ele representou a Ordem de Malta - uma organização com características religiosas e militares e que hoje subsiste apenas como instituição honorífica - na corte da França, dedicando-se também a publicar, em latim, obras sobre as guerras das quais partilhara. A ilha por ele ocupada no Rio de Janeiro recebeu posteriormente o nome de Villegaignon, e nela hoje se encontra instalada a Escola Naval, instituição de ensino dedicada à preparação e formação de oficiais da marinha de guerra brasileira.
http://recantodasletras.uol.com.br/biografias/931864
06/07/2010
O Ministério Público Eleitoral da doutora curau entra com nova representação pedindo a exclusão de blog que não apoia Zé Serra
O Ministério Público Eleitoral eleitoral fez nova representaçã0**** contra o blog "osamigosdopresidentelula.blogspot.com".
O Ministério Público Eleitoral afirma que o blog realizou campanha negativa contra José Serra
Pede a aplicação de multa máxima no valor de R$ 25 mil (!!!), a retirada do do "site" do ar e a suspensão, por 24h, do acesso de todo conteúdo informativo do blog.
A representação repete os mesmos erros conceituais da anterior, ao confundir com propaganda a livre a manifestação do pensamento, garantida na Constituição Federal:
- é livre a manifestação do pensamento;
- a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição;
- Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social;
- É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística
O blog não é de candidato, nem de partidos, nem de empresas, nem é veículo de anunciantes.
Pratica a expressão do pensamento político e ideológico dos autores, em redes sociais na internet. É ato de cidadãos, pessoas físicas, agindo por conta própria de suas convicções.
Vamos lutar até o fim, e agradecemos o apoio de todos que sempre estiveram convivendo neste espaço, que são velhos amigos, ainda que virtuais, mesmo sem conhecer pessoalmente. Com o tanto de mensagens e atitudes de apoio e carinho que recebemos, só podemos perseverar.
É ponto de honra defender o livre exercício do pensamento por cidadãos, o ativismo social, político e cívico. A ditadura e censura acabou e seu fim foi sacramentado com a Constituição de 1988. Não podemos abaixar a cabeça e ceder a retrocessos.
Se calarem esse blog, depois calarão milhares de outros, em uma escalada, contrária ao interesse social e popular, que só serve para assegurar a hegemonia do PIG (imprensa golpista) no controle do fluxo de informações e debates nacionais.
FONTE: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
*** Este artigo nefasto encontra-se estampado no site do TSE é nova representação contra o blog que não apoia Zé Serra:
MPE pede sanções ao responsável por blog com conteúdo favorável a Dilma Rousseff 
A ministra Nancy Adrighi será a relatora do processo. Foto:Nelson Jr./ASICS/TSE
Em representação enviada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério Público Eleitoral (MPE) pede sanções a Google Brasil Internet Ltda e a José Augusto Aguiar Duarte, responsável pelo sítio "osamigosdopresidentelula.blogspot.com". De acordo com a representação, o blog teria realizado propaganda eleitoral antecipada em favor da candidata do PT à presidência Dilma Rousseff e propaganda negativa em relação ao candidato do PSDB, José Serra.
O MPE informa que em cada página do site existe um link para a "comunidade oficial dos amigos da presidente Dilma" com objetivo de divulgar a campanha eleitoral. Diz que a divulgação dessas matérias e o próprio link caracterizam propaganda fora de época, pois de acordo com o artigo 36 da Lei das Eleições (Lei 9504/97), a propaganda eleitoral só é permitida a partir do dia 5 de julho do ano das eleições.
O conteúdo do blog, sustenta ainda o MPE, tem "evidente conotação eleitoral", com menção expressa às eleições de 2010, pedido de voto e comparação entre governos, "demonstrando o claro propósito de prejudicar o candidato José Serra e beneficiar a candidata Dilma Rousseff na disputa eleitoral".
A representação informa que José Augusto Aguiar Duarte é o criador do blog e responsável por todo seu conteúdo, já que detém o poder de autorizar quais comentários serão disponibilizados ou excluídos, conforme consta do próprio site. De outra parte, sustenta que a Google Brasil Internet Ltda também poderia ser responsabilizada judicialmente, pois é a empresa provedora de hospedagem do blog.
O MPE pede, em relação a ambos, a aplicação de multa máxima no valor de R$ 25 mil, a retirada do ar do site e a suspensão, por 24h, do acesso a todo o conteúdo informativo do blog. A relatora é a ministra Nancy Andrighi.
Processo relacionado: Rp 159664
http://agencia.tse.gov.br/sadAdmAgencia/noticiaSearch.do?acao=get&id=1314465
...,,,
Minha opinião
Estamos diante de uma grave ameaça à nossa liberdade de expressão, afinal de contas esta ação deveria ter sido aberta contra outros veículos, os blogs hospedados na Veja e que humilham Dilma o tempo todo, há meses fazem isso sem que o MPE da doutora curau mova uma palha sequer para que cessem as infâmias contra a nossa candidata. E não somente a Veja como também a Folha, O Globo, TV Globo e o Estadão fazem elogiam Serra o tempo todo e só fazem referências negativas a Dilma e, o pior de tudo, dizendo-se imparciais, o que não são.
Sem a menor sombra de dúvidas estamos diante de imparcialidade de magistrados.
Afinal de contas, prá que serve o Conselho Nacional de Justiça senão para punir estes magistrados fora da linha.
Isso é caso se colocar este magistrado sob suspeição.
Não tem o menor cabimento o MPE não tomar nenhuma atitude contra o PTB e Serra e se preocuparem com um simples blog que nem concessionário de serviço público.
Lê o blog quem quer, eu mesmo não sou obrigado a ler qualquer blog, só leio os que apoiam Dilma e ninguém vai me impedir isso.
Se este blog passar a ser hospedado num provedor estrangeiro vou continuar lendo do mesmo jeito.
As doutoras curau da vida não vão impedir minha liberdade de ler o que eu quero.
Por favor, já comecem a trabalhar a postar coisas no blog hospedado no porvedor estrangeiro, pois pelo jeito a doutora curau não vai largar do pé de vcs.
Os 25 mil reais a gente vai uma vaquinha, isto não é problema não, não podemos abrir mão disso que a democracia nos legou, a liberdade de expresssão, o fim da censura que a curau quer implantar de novo por aqui.
Xispa fora dona curau,,,logo logo o CNJ vai colocar a senhora sob suspeição, tá passando da hora..,, afinal de contas a senhora não pediu nenhuma providência contra o Zé Serra por ter feito propaganda antecipada no horário do PTB, nas redes de TV e rádio para todo o Brasil ouvir, o que é bem diferente de um simples blog,,.,,,desconfia curau
