28/07/2026

A série Tipos de Spin : 74 x 12 =888



Podes enviar para, não estou no momento lá mas ao chegar será um prazer receber seu presente


Rua 233, Condomínio 1 de Maio, numero 161, Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-120

Devido à extensa desta carta, sugiro a leitura auditiva 

Oi Édson, 

Bom dia meu querido amigo inesquecível ativador do estado artístico das pessoas, o que, alguém me disse uma vez, é o l melhor que um artista pode oferecer à sua comunidade

Se bem que isto é um risco, pois quem tem essa habilidade terá como destino o mesmo da ovelha D de desgarrada, narrada por Sócatres um desterrado, relato descrito por Platão em O Mito da Caverna, que vi através de um estado de hipnopompia no momento em que a spin médica Amanda Paz arrancava meus olhos numa cirurgia de catarata, quando havia, da minha parte, uma demanda para entender o que seriam os BURACOS OPERACIONAIS que, antes de abrir os olhos, se nos apresentaram sob a seguinte descrição: base da evolução e elo de comunicação entre as coisas

Olhei para dentro daquele túnel objeto estelar e vi em seu interior filamentos invisíveis parecidos com longas crinas de cavalo estendidas em toda a extensão do daquele túnel pvc

O que na realidade me faz lembrar os buracos operacionais visualizados durante a reclusão imposta por um vírus COVID 19?

A teia cósmica, segue link ao final desta carta a Édson Bartus, spin multifatorial, humano

Pov: você segue a ciência?

Se fui desterrado pelos místicos e religiosos e sistemas terapêuticos e de escrita, a única coisa com quem tenho alguma conexão é a ciência ortodoxa, no final desta carta, no final do vídeo com o clone de Sérgio Sacani, há uma fala sobre sonhos lúcidos: é a única coisa que se aproxima da hipnopompia, esta área marginal do conhecimento humano

O que podemos esperar de um artista Hipnopompico senão a sua capacidade de colocar-nos neste estado que nos transformou de animais em humanos: não foram os instrumentos de trabalho e sim a arte o que veio antes de tudo

Estava aqui matutando na ágora a ouvir o povo do interior a contar causos quando vi a notificação do seu e-mail pedindo meu endereço para enviar-me seu livro: no momento estou em Sambaiba- Rio Balsas, vim pro aniversário de ano novo 102 de meu pai e vou permanecer uns dias por cá mas, após quase 8 anos aqui, voltei a morar em Goiânia - Rio Meia Ponte, na verdade eu gostaria de morar em lugar nenhum: ou um mês em cada Bairro, tipo um Spin D, em que D signifique desterrado, o que somos, se bem que parte da cidade nos desterra é parte nos ama, como o meu sobrinho Pedro, de 5 anos gritando “Tio Spin” e nos abraçamos fortemente: e também os bichos e as mulheres 

Agora sei: quando estiveres sem inspiração ou sem estado de arte, viaje viaje viaje, nem que seja pra cachoeira mais próxima: eu nem estava querendo vim tão cedo a esta cidade, no entanto gostei ao chegar e ser recepcionado com o mesmo entusiasmo com que nos abraçamos no início deste século após conhecer você e o seu projeto Rés do Chão, no seu apartamento na Rua Lavradio, através do Alexandre Pereira, nós nos conhecemos ao acaso por conta do happening Arte no Mato para Loucos e Mendigos:  foi ele que uma vez citou uma frase de Nietzsche dando-nos conta de que “ a escrita só tem validade se o escritor viaja pra escrever,”, não me lembro da frase exata mas era isso: se bem que a viagem pode se dar através do estado de livre fluxo da consciência durante a escrita, neste caso não se trata de viagem física e sim de um estado semelhante à hipnopompia, a habilidade que temos de fechar os olhos para ver: é também da esquizofrenia, se bem que estes enxergam coisas de olhos abertos, o que não é meu caso, embora muitos pensem que sim, aliás, como é difícil escapar de falsas narrativas sobre nós mesmos

Por falar em esquizofrenia, não êxtase sic existe nada mais animador do que este exemplo de vida e que eu deveria ter adotado como prática desde quando do primeiro Mensário Artístico Hipnopômpico, no mês de netuno (7 de janeiro a 20 de março) de 1960 o primeiro ano bissexto da minha vida, o nosso primeiro e único livro de verdade pois, após este livro, o que ocorre são reedições

Uma dúvida: ao invés de mensário, não deveria ser outro tempo, o dos denários: ou semana de 10 dias: da 1a a 10 feira, o que m, ao experimentar dias atrás, vi se tratar de uma eternidade, como se o tempo tivesse parado pro resto da vida, de forma que, o meu primeiro denário artístico ocorreu em 7 a 16 de janeiro de 1960, o primeiro a ocorrer num ano bissexual digo bissexto da minha vida: Cazuza foi o primeiro homossexual do mundo? Foi o que vi hoje antes de acordar. Mistério. como assim : hoje é dia feira do mistério no tempo spin?

Às contas

28 hoje + 29 (conversor de julho gregoriano para o calendário spin):  57 

Hoje é dia 57 de jupiter (2 /6 a 13/8) no calendário spin

Como termina em 7, hoje é a 7a feira dia da semana

O 7 refere-se ao Porto das Luzes no oráculo de 7 cartas ou portos ou ruas ou bares: tanto faz:

Portos da tríade evolutiva: 3 cartas

1- Porto das Visões 

2- Porto das Formas

3-Porto do Conhecimento: saberes

Portos das dualidades sexuais

4~ Yang

5- Yin

Porto das dualidades primordiais 

6- Sombra 

7- Luz

Porto da dualidade da matéria 

8- Inorgânico

9- Orgânica 

Porto do Mistério 

10- O mistério: dia do culto a natureza, como o era na semana de 10 dias criada por artistas e matemáticos da Revolução Francesa, revogada pelo spin tirano Napoleão Bonaparte

D em que D significa dextra : ou fora do tempo: tanto faz

11- Daat ou: o troféu: ou A Árvore da vida: ou da morte: tanto faz

12- A reunião revelação: ou Santa Ceia, do Spin Hipnopômpico Da Vinci

Em tempo1: uma coisa não entra na minha cabeça assim como a semana de 10 dias não entrou na cabecinha dos franceses, o que foi usado como desculpa pelo spin tutano para abolir o sistema decimal de contagem do tempo: semanas, horas (dia de 10 horas) e o próprio mundo: 10 x 1370 =13.700, que se refere ao núcleo informacional parido pelo universo anterior ou mãe, núcleo que era um vim a ser disso em que se tornou nosso inverso, mas isso diz respeito a uma infinidade de informações hipnopômpicas o que, devido ao tamanho do enredo, procrastino, se bem que, ao invés de procrastinar, poderia ser um de cada vez, até mesmo porque, através de uma visão hipnopômpica se nos apresentaram a seguinte frase: tudo começou de um ponto que virou reticência



Sambaiba - Rio Balsas, 28/7/2026

Grato,

Spin D*

*D = Desterrado

Lembrei-me da arte Sapatos D que vi através do estado de hipnopompia: um par de sapatos não usáveis, ou seja, conceituais, expostos debaixo de uma mesa, numa Bienal de Artes Hipnopômpicas

Isso

Está escrita sob estado de livre fluxo da consciência me descambou para a seguinte constatação: usar 888 profissões ou tipos de spin ou vocações para construir um sistema oracular baseado no sistema 12 x 74 =888

Se bem que esta equação me parece coisa de spin farmar : não me está claro é: 7 denários artísticos ao mês = 70 cartas mais 4 cartas fora do jogo, o que totaliza 74 dias no mês de marte(7 de janeiro a 20 de março: o mês de jupiter (21 de março a 13 de agosto) também poderia ser o primeiro do ano

Ao colocar o 7 de janeiro como início, na verdade se trata do meu calendário pessoal: na cidade spin cada vivente(animal, humano ou jurídico) tem um: tudo na vida está a mercê de infinitas possibilidades de configuração, como diz Lygia Clark através da obra Os Bichos, alguém me disse isso uma vez, o spin mestre Alexandre Pereira quem disse


Links citados ou: Anexos

A teia cósmica o que, na Cidade Spinopômpica,, chamamos de Buracos Operacionais

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Não foi a agricultura e sim a cultura : me lembrei da visão, na década de 80, se nos apresentaram um professor que escreveu em francês a frase tríade evolutiva MACACO MITO MITOCÔNDRIA como a nós dizer que foi a abstração via mitos que nos transformou de macacos em humanos, se bem que, há 6 milhões de anos, segundo uma visão hipnopômpica, éramos macacos D de diferentes: nossa mãos eram humanas e aprendemos o andar bípede sobre os galhos das árvores


Pois foi assim, a partir de um ponto, que esta spin esquizofrênica se curou


Ela aprendeu do nada a desenhar pintar escrever olhar ser







Este artigo me lembro da importância do artista Hipnopômpico



No minuto 23 me lembrei do estado Hipnopompico: e gostei da máquina que vai gravar sonhos e visões: é um dia o cérebro terá suas informações extraídas e podemos ver tudo através do audiovisual holográfico 




Este artigo científico sobre a cultura antes da agricultura 





Este artigo científico me fez lembrar da visão hipnopômpica da década de 80, a da tríade MACACO MITO MITOCÔNDRIA:

https://newenergybrasil.com.br/20-511417904-bipedalismo-pode-ter-comecado-nas-arvores-sugere-estudo-com-chimpanzes-do-vale-de-issa/

Bipedalismo pode ter começado nas árvores - sugere estudo com chimpanzés do Vale de Issa, por Mariana Figueiredo Nascimento 


A ideia clássica diz que nossos ancestrais só passaram a andar eretos quando foram “obrigados” a descer das árvores e encarar as savanas abertas. Mas um novo trabalho sugere que o treino pode ter começado bem antes - ainda entre galhos e copas.

Um estudo inédito, liderado por pesquisadores do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, na Alemanha, encontrou uma relação entre a forma como chimpanzés do Vale de Issa, na Tanzânia, buscam alimento em áreas de mata aberta e o jeito como se locomovem. Isso levanta a possibilidade de que o bipedalismo, no nosso caso, tenha ajudado mais a alcançar alimentos “para cima” do que a caminhar “para frente” em terreno aberto.

A proposta vai na contramão da imagem bem estabelecida dos primeiros passos humanos: com o clima mudando e a paisagem se abrindo, eles teriam sido forçados a abandonar as árvores e atravessar a savana, expostos a grandes felinos e a um ambiente estranho, em busca de comida e abrigo.

"Por décadas se assumiu que o bipedalismo surgiu porque descemos das árvores e precisamos caminhar por uma savana aberta," diz a antropóloga do Instituto Max Planck Rhianna Drummond-Clarke.

Então, quando os primeiros ancestrais humanos começaram a andar, e por quê?

Essas são duas das perguntas mais instigantes da paleoantropologia. Ao observar como os chimpanzés (Pan troglodytes schweinfurthii) buscam alimento nas árvores e relacionar isso aos tipos de árvores usados, os autores desta investigação recente encontraram algumas pistas.

Os chimpanzés do Vale de Issa vivem em mosaicos de savana - áreas secas e relativamente abertas, com bosques, parecidas com os paleoambientes por onde os primeiros hominínios circularam, um “grupo” que inclui humanos atuais e ancestrais extintos. Essas estão entre as regiões mais secas habitadas por chimpanzés no mundo, onde incêndios em gramíneas atingem mais de 75 por cento da paisagem durante a estação seca, de maio a outubro.

Surpreendentemente, os chimpanzés do Vale de Issa nesses mosaicos de savana passaram um tempo inesperadamente alto nas árvores - tanto quanto chimpanzés que vivem em florestas densas. Isso se deve em parte ao fato de suas fontes de alimento exigirem mais “processamento”: sementes precisam ser retiradas das vagens, e frutos ainda verdes são mais fibrosos e dão mais trabalho para comer.

Mas aqui está o ponto mais curioso: como os chimpanzés são relativamente grandes, eles se movem nas árvores se pendurando em galhos ou ficando de pé e caminhando eretos, enquanto se seguram em ramos próximos para manter o equilíbrio.

Esse nível inesperado de vida arbórea e de “caminhada” sobre galhos observado nesses chimpanzés - algo já registrado antes em outras populações - dá força a hipóteses segundo as quais macacos antigos e ancestrais humanos podem ter migrado gradualmente para o bipedalismo habitual, ou seja, andar ereto, em um ambiente arbóreo.

A ideia contrasta com a suposição popular sobre por que adotamos com tanta facilidade a locomoção em duas pernas.

No fim do Mioceno (23 a 5,3 milhões de anos atrás), florestas deram lugar a savanas e, ao que tudo indica, empurraram os hominínios para a locomoção ortógrada (andar ereto), como forma de se deslocar melhor por uma paisagem aberta, com fontes de alimento mais espaçadas.

Infelizmente há uma falta de fósseis de hominínios datados do fim do Mioceno e começo do Plioceno, cerca de 4 a 7 milhões de anos atrás - um período-chave que pode ter visto uma emergência mais ampla do bipedalismo habitual em resposta a essa mudança ecológica.

Seja como for, as evidências fósseis do final do Mioceno indicam que vários hominínios extintos ainda mantinham características de vida nas árvores, como membros superiores relativamente alongados e dedos curvados.

Além disso, estudos sobre desgaste dentário e isótopos de carbono sugerem que alguns hominínios ainda dependiam de forma importante de alimentos vindos das árvores mesmo vivendo em habitats abertos. Parte da dieta pode ter sido semelhante à dos chimpanzés atuais, o que faz deles um análogo valioso para comparação.

"Sugerimos que nossa marcha bípede continuou a evoluir nas árvores mesmo após a transição para um habitat aberto", explica Drummond-Clarke.

Como quando se usa rodinhas em uma bicicleta, os ancestrais humanos podem ter “ensaiado” a marcha nas árvores, onde era possível se apoiar em galhos para equilibrar o corpo. Com isso, teriam desenvolvido aos poucos as habilidades de movimento ereto necessárias para sobreviver em ambientes cada vez mais abertos, com alimento mais escasso e, mais tarde, se espalhar por quase todos os cantos do planeta.

Esta pesquisa foi publicada na revista Frontiers in Ecology and Evolution.

2- Este artigo científico me lembrar da visao hipnopômpica do núcleo informacional 13700 no momento em que foi parido ejetado pelo universo-mãe, noutra visão um professor grávido de saberes disse escreveu num quadro para nos alunos: existem 5 tipos de núcleo e, dos 5, apenas 1 é fértil e capaz de gerar universos como o nosso e, quanto aos buracos operacionais, se nos apresentaram 9 + 1 tipo, sendo que apenas 1 é D de diferente 

Ao artigo

Teoria de Einstein–Cartan com geometria torsional prevê remanescentes estáveis de buracos negros, capazes de armazenar informação e conectá-la à física do campo de Higgs, por Mariana Figueiredo Nascimento

Teoria de Einstein–Cartan com geometria torsional prevê remanescentes estáveis de buracos negros, capazes de armazenar informação e conectá-la à física do campo de Higgs

Um dos maiores enigmas da física atual - o “paradoxo da informação de buracos negros” - pode, enfim, ter encontrado uma saída elegante. Além disso, a mesma ideia pode ajudar a esclarecer de onde vem a massa das partículas fundamentais.

O paradoxo da informação e a evaporação de Hawking

Na década de 1970, Stephen Hawking demonstrou que buracos negros emitem uma radiação muito fraca, o que faz com que percam massa e, aos poucos, evaporem. O problema é que, do jeito que o processo aparece quando combinado com a mecânica quântica, essa evaporação implicaria perda de informação - contrariando o princípio da unitariedade. O novo caminho explorado no estudo parte de uma descrição geométrica do espaço com dimensões extras.

Einstein–Cartan em 7 dimensões e G2‑variedade com torção

Os pesquisadores analisaram as consequências de uma teoria gravitacional de Einstein–Cartan formulada em 7 dimensões sobre uma estrutura matemática chamada “G2‑variedade com torção”. Ao contrário da Relatividade Geral padrão, esse modelo permite não apenas a curvatura do espaço-tempo, mas também o seu “torcer” (torção). Em densidades de Planck (a densidade limite da matéria prevista pela mecânica quântica), essa torção gera uma força repulsiva que impede que o buraco negro evapore por completo. Assim, em vez de desaparecer, ele deixa um “remanescente” estável com massa de cerca de 9 × 10-41 kg.

Esse remanescente, segundo os autores, funciona como um arquivo: a informação permaneceria preservada na forma de “modos quase-normais” do campo torsional. No caso de um buraco negro com massa comparável à do Sol, o remanescente poderia guardar por volta de 1,515 × 1077 qubits de informação - o suficiente para contornar o paradoxo.

Do campo torsional ao campo de Higgs: massas, matéria escura e sinais observáveis

O trabalho também propõe uma ligação com a física de partículas. Quando a descrição passa de 7 para 4 dimensões, a geometria fornece uma explicação para a origem da escala eletrofraca (~246 GeV), associada ao campo de Higgs, responsável por conferir massa às partículas. Nessa leitura, o valor de expectativa de vácuo do campo torsional coincide com a escala eletrofraca.

E por que essas dimensões adicionais ainda não apareceram em observações diretas? As partículas associadas a elas teriam massas da ordem de 8,6 × 1015 GeV, muito além do alcance do Grande Colisor de Hádrons. Ainda assim, a proposta traz previsões que podem ser confrontadas com dados. Por exemplo, remanescentes estáveis de buracos negros poderiam compor uma fração da matéria escura. Além disso, marcadores gravitacionais desses objetos - ou vestígios da geometria em 7 dimensões na radiação cósmica de fundo e em ondas gravitacionais do Universo primordial - poderiam servir como evidência a favor do modelo.

https://newenergybrasil.com.br/17-511373507-teoria-de-einstein-cartan-com-geometria-torsional-preve-remanescentes-estaveis-de-buracos-negros-capazes-de-armazenar-informacao/




A importância do audiovisual é que oNorte quer nos roubar: não quer apenas as terras raras, petróleo e outras áreas que deem lucro ao Amarelão do Norte

OOOOOOOO

A falsa narrativa, da qual nos falou Nietzsche em o Anti Cristo, é uma lástima

Segundo o spin filosofo, os clérigos religiosos ocupam os púlpitos para proferir falsas narrativas sobre o outro


https://www.brasil247.com/brasil/janja-diz-que-apoiou-anielle-e-silvio-almeida-se-diz-vitima-de-linchamento/ 

Só sei que a falsa acusação virou festa, foi banalizada e serve pra tudo, de ganho financeiro e cargo público bem como pra vingança, disputa de guarda de fikho, paranoia etc etc etc

Temos um caso recente de uma pastora que fez falsa acusação contra um cara que foi entregar um sofá em seu apartamento, sendo este o caso isolado número 99999999

Ao mesmo tempo em que existe esta onda de falsas acusações, este é um tema tabu, ninguém ousa tocar neste assunto, como se fosse a falsa acusação fosse direito legal ou uso de boas leis como arma letal para destruir vidas e reputações 

Mesmo que o Mensalão e a Lava Jato tenham sido processos baseados em falsa acusação, o que resultou na prisão ilegalmente de Lula, e no suicidio do reitor Luís Carlos Cancellier e no colapso emocional que resultou na morte da esposa de Lula, todos fazem cara de paisagem para esta chaga social: até quando ?

Há quem pense que a falsa acusação seja crime denominado de falsa denunciação caluniosa, o que não é verdade, pois neste tipo de crime a vítima é o Estado e não o cara que teve sua vida e destruição destruídas por uma falsa acusação

Quando do caso Escola Base, há uns 30 anos, já deveriam ter penalizado de forma dura a falsa acusação: que tal a penalidade ao invés de prêmio com cargo público que, antigamente, se conseguia com falsos dossiês: hoje eh mais fácil acusar falsamente, oi










Grato,

José Carlos Lima


Em ter., 28 de jul. de 2026 às 08:37, edson barrus <caomulato@gmail.com> escreveu:
Bom dia Zé Carlos, tudo bem?
Quero te enviar meu livro. Para qual endereço?
Grande abraço
edson

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