http://bombanacalcada.wordpress.com/2010/07/01/hello-world/
Gosto de escrever sob estado de livre fluxo da consciência. Cada mensário é formado por 7 denários, com base no Calendário SPIN, Sistema Poético Informativo Nat.Numa visão remota vi um buraco negro a evaporar-se durante 13,8 trilhões de anos. Há 13,7 trilhões de anos liberou ejetou ricocheteou seu núcleo informacional de 10^13700 nat Nat é a unidade que mede a informação do núcleo informacional de buracos negros Toda existência tem 10^13700 anos de vida, tempo que não precisa ser 100% vivida.
Tipos de Spin *** Calendário Spin *** Curriculo
Dia 01 Dia 02 Dia 03 Dia 04 Dia 05 Dia 06 Dia 07 Dia 08 Dia 09 Dia 10Dia 11 Dia 12
Dia 13 Dia 14 Dia 15 Dia 16 Dia 17 Dia 18 Dia 19 Dia 20 Dia 21Dia 22 Dia 23 Dia 24
Dia 25 Dia 26 Dia 27 Dia 28 Dia 29 Dia 30 Dia 31 Dia 32 Dia 33 Dia 34 Dia 35 Dia 36
Dia 37 Dia 38 Dia 39 Dia 40 Dia 41 Dia 42 Dia 43 Dia 44 Dia 45 Dia 46 Dia 47 Dia 48
Dia 49 Dia 50 Dia 51 Dia 52 Dia 53 Dia 54 Dia 55 Dia 56 Dia 57 Dia 58 Dia 59Dia 60
Dia 61 Dia 62 Dia 63 Dia 64 Dia 65 Dia 66 Dia 67 Dia 68 Dia 69 Dia 70 Dia 71 Dia 72
Dia 73 Dia 74
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Dia 73 Dia 74
05/07/2010
Bomba na Calçada
Atendendo a um pedido de um amigo, o Edson Barrus, estou usando este valoroso espaço para divulgar este blog de uma moradora de rua
http://bombanacalcada.wordpress.com/2010/07/01/hello-world/
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04/07/2010
Bienal de SP confirma 148 artistas e quer olhar mais amplo para a política
MARIO GIOIA
Colaboração para o UOL
A 29ª Bienal de São Paulo confirmou, em entrevista coletiva realizada nesta terça (1º), os 148 artistas (veja aqui a lista) participantes da principal exposição de artes visuais em âmbito nacional e uma das principais bienais do mundo. O evento tem abertura para convidados em 21 de setembro e é inaugurado para o público em 25 de setembro, seguindo até 12 de dezembro. Uma novidade é que o Pavilhão da Bienal ficará aberto todos os dias, não sendo fechado às segundas para manutenção, como tradicionalmente acontecia.
.
No encontro com a imprensa, no qual apenas o angolano Fernando Alvim não participou -- ele é um dos curadores internacionais convidados, ao lado da espanhola Chus Martinez, da venezuelana Rina Carvajal, do sul-africano Sarat Maharaj e da japonesa Yuko Hasegawa -- os curadores chefes Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias destacaram o fato de a Bienal quase não ter ocorrido, em razão da crise financeira pela qual passou a instituição durante a presidência de Manoel Pires da Costa.
.
“É um momento especial. Há um ano atrás, não sabíamos se a Bienal era possível”, afirmou o presidente da Fundação Bienal, Heitor Martins, que informou que o orçamento da 29ª edição do evento é de R$ 30 milhões -- quase quatro vezes mais que os R$ 8 milhões gastos pela exposição anterior, em 2008, com curadoria de Ivo Mesquita e Ana Paula Cohen, que ganhou o apelido de “Bienal do Vazio”. “Por meio de um projeto consistente e de transparência, conseguimos a adesão da sociedade”, disse Martins.
O artista Antonio Dias, que participa desta Bienal, posa em 2005 junto a instalação sua
LISTA DOS ARTISTAS DA BIENAL
Apesar da avalanche de críticas que a “Bienal do Vazio” recebeu no Brasil, Farias defendeu o “esforço” de Mesquita e Cohen e disse que a própria manutenção da exposição “dignificou o legado da Bienal de São Paulo”. Mas enfatizou as diferenças em relação à mostra anterior. “A 29ª Bienal recupera a tradição do que já foi muito bem feito e não é uma exposição do modo convencional. Ela faz a celebração da arte e da política em outra chave, não literal, e é um espaço que busca o intercâmbio e as fricções”, disse ele.
Figuras menos celebradas e registros de pichação
Como exemplo, Farias informou que a curadoria descartou leituras comuns do que é político na arte brasileira, como a produção de nomes como Portinari, Di Cavalcanti e da nova figuração, “já muito vistos”. Destacou a inclusão de figuras menos celebradas da arte nacional como centrais nesta edição, como Flávio de Carvalho (“lido muitas vezes somente como um dadaísta”) e Oswaldo Goeldi (“mostra que o Brasil também é triste, soturno”). A geração de tom conceitual que surge mais fortemente no final dos anos 60 e início dos 70 é marcante na exposição, com a inclusão de nomes como Artur Barrio, Cildo Meireles, Amelia Toledo, Lygia Pape, Antonio Manuel e Antonio Dias (“O trabalho de Dias não é visto como político, mas o é, em um sentido de experimentação”).
Não tenho certeza se é arte o não, mas certamente o trabalho deles [pichadores] é políticoAgnaldo Farias, curador da Bienal
Farias disse que outro dos objetivos da curadoria é gerar diálogos entre obras e artistas que não são usuais. Assim, as “Constelações” de Mira Schendel, com seus grafismos, serão colocadas próximas aos registros dos pichadores convidados para o evento -- que apenas exibirão documentação sobre suas ações, como filmes, fotografias, vídeos e slideshows (em 2008, durante a abertura da Bienal, um grupo de pichadores realizou ação coordenada e pichou as paredes do andar vazio da exposição). “Não faria sentido convidá-los para pichar e nem eles querem ser ‘cooptados’ pela instituição. Não tenho certeza se é arte ou não, mas certamente o trabalho deles é político. É uma produção potente, uma voz ruidosa e que fala com propriedade sobre alguns assuntos.”
Moacir dos Anjos, questionado pelo UOL sobre a leitura que a 29ª Bienal fará sobre Hélio Oiticica, certamente o nome mais incensado das artes visuais do país em âmbito internacional, acredita que ainda há espaço para novas leituras sobre a sua obra. “Serão dois conjuntos. Um deles terá o pensamento de Hélio sobre o que é ser herói, o que é ser marginal e seus ecos na arte de hoje. O outro recorte trará os projetos de utopia e distopia do artista, que serão vistos lado a lado de projetos do mesmo teor de agrupamentos como o Archigram [grupo de arquitetos britânicos utópicos, formado nos anos 60] e o Superstudio [grupo de arquitetos italianos utópicos, formado nos anos 60].”
Os curadores lamentaram o corte de Lygia Clark do evento, em razão de imposições, segundo eles, feitas pela associação cultural O Mundo de Lygia Clark, que detém os direitos sobre a obra da artista. “Havíamos pedido somente o ‘Caminhando’ [obra de 1963], mas nos foram feitas várias exigências, entre elas quem faria o texto sobre a artista, e não podíamos concordar com isso”, afirmou Farias.
29ª BIENAL DE SÃO PAULOQuando: abertura para convidados, 21/9; abertura para o público, 25/9; de segunda a quarta, das 9h às 19h, quinta e sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das 9h às 19h; até 12/12Onde: Pavilhão da Bienal (parque Ibirapuera, portão 3)
,
Reuni em 3 dos meus 74 blogs, 3 artigos sobre a 29a.Bienal
http://josecarloslima54.blogspot.com/
Isso também
http://josecarloslima55.blogspot.com/
Isso,,,isso!
http://josecarloslima56.blotspot.com/
,
Os pichadores na 28a. Bienal, a do vazio, a última, lembro-me que lutamos ativamente pela libertação da pichadora Piveta
No texto o autor escreveu 29a. Bienal no lugar de 28a.,,melhor assim, pois se estivesse escrito corretamente o serviço de busca do Google não me teria trazido este texto,,a conferir:
http://arteatual.blogspot.com/2008/10/29-bienal-de-so-paulo-em-vivo-contato.html ...
Colaboração para o UOL
A 29ª Bienal de São Paulo confirmou, em entrevista coletiva realizada nesta terça (1º), os 148 artistas (veja aqui a lista) participantes da principal exposição de artes visuais em âmbito nacional e uma das principais bienais do mundo. O evento tem abertura para convidados em 21 de setembro e é inaugurado para o público em 25 de setembro, seguindo até 12 de dezembro. Uma novidade é que o Pavilhão da Bienal ficará aberto todos os dias, não sendo fechado às segundas para manutenção, como tradicionalmente acontecia.
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No encontro com a imprensa, no qual apenas o angolano Fernando Alvim não participou -- ele é um dos curadores internacionais convidados, ao lado da espanhola Chus Martinez, da venezuelana Rina Carvajal, do sul-africano Sarat Maharaj e da japonesa Yuko Hasegawa -- os curadores chefes Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias destacaram o fato de a Bienal quase não ter ocorrido, em razão da crise financeira pela qual passou a instituição durante a presidência de Manoel Pires da Costa.
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“É um momento especial. Há um ano atrás, não sabíamos se a Bienal era possível”, afirmou o presidente da Fundação Bienal, Heitor Martins, que informou que o orçamento da 29ª edição do evento é de R$ 30 milhões -- quase quatro vezes mais que os R$ 8 milhões gastos pela exposição anterior, em 2008, com curadoria de Ivo Mesquita e Ana Paula Cohen, que ganhou o apelido de “Bienal do Vazio”. “Por meio de um projeto consistente e de transparência, conseguimos a adesão da sociedade”, disse Martins.
O artista Antonio Dias, que participa desta Bienal, posa em 2005 junto a instalação sua
LISTA DOS ARTISTAS DA BIENAL
Apesar da avalanche de críticas que a “Bienal do Vazio” recebeu no Brasil, Farias defendeu o “esforço” de Mesquita e Cohen e disse que a própria manutenção da exposição “dignificou o legado da Bienal de São Paulo”. Mas enfatizou as diferenças em relação à mostra anterior. “A 29ª Bienal recupera a tradição do que já foi muito bem feito e não é uma exposição do modo convencional. Ela faz a celebração da arte e da política em outra chave, não literal, e é um espaço que busca o intercâmbio e as fricções”, disse ele.
Figuras menos celebradas e registros de pichação
Como exemplo, Farias informou que a curadoria descartou leituras comuns do que é político na arte brasileira, como a produção de nomes como Portinari, Di Cavalcanti e da nova figuração, “já muito vistos”. Destacou a inclusão de figuras menos celebradas da arte nacional como centrais nesta edição, como Flávio de Carvalho (“lido muitas vezes somente como um dadaísta”) e Oswaldo Goeldi (“mostra que o Brasil também é triste, soturno”). A geração de tom conceitual que surge mais fortemente no final dos anos 60 e início dos 70 é marcante na exposição, com a inclusão de nomes como Artur Barrio, Cildo Meireles, Amelia Toledo, Lygia Pape, Antonio Manuel e Antonio Dias (“O trabalho de Dias não é visto como político, mas o é, em um sentido de experimentação”).
Não tenho certeza se é arte o não, mas certamente o trabalho deles [pichadores] é políticoAgnaldo Farias, curador da Bienal
Farias disse que outro dos objetivos da curadoria é gerar diálogos entre obras e artistas que não são usuais. Assim, as “Constelações” de Mira Schendel, com seus grafismos, serão colocadas próximas aos registros dos pichadores convidados para o evento -- que apenas exibirão documentação sobre suas ações, como filmes, fotografias, vídeos e slideshows (em 2008, durante a abertura da Bienal, um grupo de pichadores realizou ação coordenada e pichou as paredes do andar vazio da exposição). “Não faria sentido convidá-los para pichar e nem eles querem ser ‘cooptados’ pela instituição. Não tenho certeza se é arte ou não, mas certamente o trabalho deles é político. É uma produção potente, uma voz ruidosa e que fala com propriedade sobre alguns assuntos.”
Moacir dos Anjos, questionado pelo UOL sobre a leitura que a 29ª Bienal fará sobre Hélio Oiticica, certamente o nome mais incensado das artes visuais do país em âmbito internacional, acredita que ainda há espaço para novas leituras sobre a sua obra. “Serão dois conjuntos. Um deles terá o pensamento de Hélio sobre o que é ser herói, o que é ser marginal e seus ecos na arte de hoje. O outro recorte trará os projetos de utopia e distopia do artista, que serão vistos lado a lado de projetos do mesmo teor de agrupamentos como o Archigram [grupo de arquitetos britânicos utópicos, formado nos anos 60] e o Superstudio [grupo de arquitetos italianos utópicos, formado nos anos 60].”
Os curadores lamentaram o corte de Lygia Clark do evento, em razão de imposições, segundo eles, feitas pela associação cultural O Mundo de Lygia Clark, que detém os direitos sobre a obra da artista. “Havíamos pedido somente o ‘Caminhando’ [obra de 1963], mas nos foram feitas várias exigências, entre elas quem faria o texto sobre a artista, e não podíamos concordar com isso”, afirmou Farias.
29ª BIENAL DE SÃO PAULOQuando: abertura para convidados, 21/9; abertura para o público, 25/9; de segunda a quarta, das 9h às 19h, quinta e sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das 9h às 19h; até 12/12Onde: Pavilhão da Bienal (parque Ibirapuera, portão 3)
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Reuni em 3 dos meus 74 blogs, 3 artigos sobre a 29a.Bienal
http://josecarloslima54.blogspot.com/
Isso também
http://josecarloslima55.blogspot.com/
Isso,,,isso!
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Os pichadores na 28a. Bienal, a do vazio, a última, lembro-me que lutamos ativamente pela libertação da pichadora Piveta
No texto o autor escreveu 29a. Bienal no lugar de 28a.,,melhor assim, pois se estivesse escrito corretamente o serviço de busca do Google não me teria trazido este texto,,a conferir:
http://arteatual.blogspot.com/2008/10/29-bienal-de-so-paulo-em-vivo-contato.html ...
03/07/2010
Homenagens ao Paraguai,,,as nossas desculpas ao povo paraguaio pela burrada da Globo,,,este marcatismo tolo que envergonha a todos nós
Publiquei no Portal Luis Nassif Online algumas coisas sobre imigrantes,,,descendentes,,influência do Paraguai sobre o Brasil
este país que é alvo de preconceitos e sacarmos é no entanto muito rico em termos de cultura, arte culinária,,costumes,,povo etc
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/raio-x-da-migracao-os-paraguaios
Então é isso, estes rios tipo Apa, Paraguai e tantos outros, para os indios Guaicurus nunca foram limites ou fronteiras entre países mas fluxo ou caminho
Nós é que alteramos tudo e transformamos os rios em cercas, fronteiras ou, quando passam pelas cidades, esgotos a céu aberto
Os índios guaicurus transitavam ali pelas fronteiras, sendo que o Ney Matogrosso é descendente da etnia Guaicuru, de uma tribo que morava no lado do Paraguai,,,
(..) Nem sedentários, nem completamente nômades, outras tribos, como a dos Guaicuru, também seguiam o fluxo das águas acompanhando a caça que deslocava-se no movimento das enchentes e vazantes. Viventes em terra, esses seminômades caçadores e coletores constituiam-se em bandos de ferozes guerreiros que causavam apreensão entre os demais grupos nativos da região, a quem faziam cativos.
Nesse ir e vir no compasso das águas, enquanto milhares de nativos viviam em diferentes configurações socioculturais, os espanhóis penetravam o interior do Continente utilizando a foz do Rio da Prata, firmando seu principal núcleo de ocupação em Assunpción, no Paraguai. Pelos afluentes do rio Paraguai chegaram à bacia do Amazonas, donde partiram para a conquista dos altiplanos da América Central.
Uma vez instalados, possuindo tecnologia superior, os conquistadores implantaram o colonialismo de exploração, apossando-se das novas terras, saqueando suas riquezas e remodelando seus habitantes como escravos coloniais, atuando através da “erradicação da antiga classe dominante local, da concessão de terras como propriedade latifundiária aos conquistadores, da adoção de formas escravistas de conscrição de mão-de-obra e da implantação de patriciados burocráticos, representantes do poder real, como exatores de impostos” (Ribeiro, 1978).
A partir de então, sob pressão escravista, os povos nativos sofreram grande ruptura em seu processo evolutivo natural, sendo remodelados através da destribalização e da deculturação compulsória, perdendo a maior parte de seu patrimônio cultural e só podendo criar novos hábitos quando estes não colidissem com sua função produtiva dentro do sistema colonial (Idem). Encerradas em territórios cada vez menores ou absorvidas pelo processo civilizatório, as etnias nativas foram conduzidas a transfiguração étnica-cultural ou a completa extinção. (...)"
http://www.overmundo.com.br/overblog/os-guaicuru-os-indios-cavaleiros-ainda-vivem
Os índios guaicurus, que eram exímios cavaleiros, e dominaram o uso deste animal em suas andanças
"(...) Mas mesmo não tendo destaque na grande mídia, a música do Paraguai influenciou demasiadamente os compositores de MS. Por causa desta influencia a produção musical sul-mato-grossense é diferenciada. Artistas como Paulo Simões, Geraldo Roca, Geraldo Espíndola e Almir Sater flertam com guaranêas, polcas e chamamés, misturam o guarani com o português e utilizam fatos da História como inspiração. Exemplos não faltam! Rio Paraguai e Polca Outra Vez, de Geraldo Roca, por exemplo. Ou Sonhos Guaranis, de Almir e Paulinho, música em que a dupla de compositores se refere a MS como ‘a fronteira em que o Brasil foi Paraguai’.
Influenciados por esta trupe, surge a polca-rock, levando ao extremo a fusão dos ritmos paraguaios com ska, reggae, funk, blues e rock’n roll. “Esta influencia veio de forma natural porque crescemos ouvindo a música paraguaia. Em minha casa tinha muitas serenatas com duplas paraguaias e o Paraguai já estava cantado nas músicas que meus irmãos compunham. Por isso a música moderna daqui ganhou este toque diferente de tudo que se faz no Brasil, o que se torna uma barreira para cair no gosto popular do país”, reflete Jerry Espíndola, um dos cabeças da polca-rock.
Além da música, a gastronomia sul-mato-grossense também reflete o Paraguai. Se o tereré virou uma instituição, a chipa é frequente na mesa do cidadão de MS e sucesso de vendas nas padarias. A sopa paraguaia também é admirada pela maioria da população. Aos poucos as receitas acabam sendo abrasileiradas pelos culinaristas. “A comida do Paraguai é muito rica e caiu no gosto daqui porque se parece com a culinária gaúcha e mineira, justamente os povos que juntos com o paraguaio desbravaram este Estado. O desafio não só para mim, mas para os cozinheiros daqui, é sofisticar esta comida e ultrapassar fronteiras. E apresentar novidades, como a sopa paraguaia com catupiry que estou fazendo”, afirma Mestre Daves, um dos culinaristas mais requisitados do MS.
Outro costume que vem do Paraguai é o sapucai. A palavra quer dizer grito em guarani e são aqueles urros que se dá quando começa uma música agitada. No MS bastam os primeiros acordes de uma polca paraguaia para alguém puxar os gritos. Música esta que pode estar sendo ouvida em vários programas de rádio, como o Ñe Ê Ngatu e A Hora do Chamamé, que tocam clássicos paraguaios, tipo Recuerdo de Ypacaray, Mercedita e Pajaro Campana. O sapucai equivale ao jodl vindo dos países dos Alpes e utilizado pelos camponeses para se comunicar de uma montanha a outra. Os paraguaios usavam o sapucai também como sinais na lida do gado. Em Assunção, diz-se que o sapucai vem de antes, quando os índios guaranis partiam para as batalhas, o que os soldados paraguaios também faziam nas sangrentas batalhas que tiveram com brasileiros, uruguaios e argentinos na Guerra do Paraguai.
Aliás, a Guerra do Paraguai, além de ter tornado o Paraguai um dos países mais pobres da América do Sul, provocou a diminuição do seu território. Mato Grosso do Sul é a maior prova disso. Municípios sul-mato-grossenses como Ponta Porã, Porto Murtinho, Miranda, Bela Vista, Jardim e Maracaju foram tomados dos paraguaios após a guerra, numa apropriação de terras estrangeiras que aconteceu em outros estados também como Rio Grande do Sul, Paraná, Rondônia e Acre. Até a cidade de Nioaque, que fica a uns 200 km de Campo Grande, tudo era Paraguai, esta é a verdade. Por isso, nem podia ser diferente: o sul-mato-grossense é o brasileiro mais paraguaio do país. (...)"
Segue link ...há um áudio bom belíssima música ...e vídeos...imagens,,,e mais palavras
http://www.overmundo.com.br/overblog/mato-grosso-do-sul-o-paraguai-e-aqui
Planeta água,,,por sinal o Guilherme a escreveu para o Ney
..quem editou o vídeo bagunçou o áudio
Está inaudível o som, eu assisti isso e o som estava limpo, aqui está ultra babungaçado, serve ao menos a imagem e o desejo de que o Ney e o Guilherme gravem esta música juntos.,,,
http://www.youtube.com/watch?v=urx0dvkg0G0&feature=related
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Tudo bem, já neste vídeo aqui o áudio está ótimo
este país que é alvo de preconceitos e sacarmos é no entanto muito rico em termos de cultura, arte culinária,,costumes,,povo etc
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/raio-x-da-migracao-os-paraguaios
Então é isso, estes rios tipo Apa, Paraguai e tantos outros, para os indios Guaicurus nunca foram limites ou fronteiras entre países mas fluxo ou caminho
Nós é que alteramos tudo e transformamos os rios em cercas, fronteiras ou, quando passam pelas cidades, esgotos a céu aberto
Os índios guaicurus transitavam ali pelas fronteiras, sendo que o Ney Matogrosso é descendente da etnia Guaicuru, de uma tribo que morava no lado do Paraguai,,,
(..) Nem sedentários, nem completamente nômades, outras tribos, como a dos Guaicuru, também seguiam o fluxo das águas acompanhando a caça que deslocava-se no movimento das enchentes e vazantes. Viventes em terra, esses seminômades caçadores e coletores constituiam-se em bandos de ferozes guerreiros que causavam apreensão entre os demais grupos nativos da região, a quem faziam cativos.
Nesse ir e vir no compasso das águas, enquanto milhares de nativos viviam em diferentes configurações socioculturais, os espanhóis penetravam o interior do Continente utilizando a foz do Rio da Prata, firmando seu principal núcleo de ocupação em Assunpción, no Paraguai. Pelos afluentes do rio Paraguai chegaram à bacia do Amazonas, donde partiram para a conquista dos altiplanos da América Central.
Uma vez instalados, possuindo tecnologia superior, os conquistadores implantaram o colonialismo de exploração, apossando-se das novas terras, saqueando suas riquezas e remodelando seus habitantes como escravos coloniais, atuando através da “erradicação da antiga classe dominante local, da concessão de terras como propriedade latifundiária aos conquistadores, da adoção de formas escravistas de conscrição de mão-de-obra e da implantação de patriciados burocráticos, representantes do poder real, como exatores de impostos” (Ribeiro, 1978).
A partir de então, sob pressão escravista, os povos nativos sofreram grande ruptura em seu processo evolutivo natural, sendo remodelados através da destribalização e da deculturação compulsória, perdendo a maior parte de seu patrimônio cultural e só podendo criar novos hábitos quando estes não colidissem com sua função produtiva dentro do sistema colonial (Idem). Encerradas em territórios cada vez menores ou absorvidas pelo processo civilizatório, as etnias nativas foram conduzidas a transfiguração étnica-cultural ou a completa extinção. (...)"
http://www.overmundo.com.br/overblog/os-guaicuru-os-indios-cavaleiros-ainda-vivem
Os índios guaicurus, que eram exímios cavaleiros, e dominaram o uso deste animal em suas andanças
"(...) Mas mesmo não tendo destaque na grande mídia, a música do Paraguai influenciou demasiadamente os compositores de MS. Por causa desta influencia a produção musical sul-mato-grossense é diferenciada. Artistas como Paulo Simões, Geraldo Roca, Geraldo Espíndola e Almir Sater flertam com guaranêas, polcas e chamamés, misturam o guarani com o português e utilizam fatos da História como inspiração. Exemplos não faltam! Rio Paraguai e Polca Outra Vez, de Geraldo Roca, por exemplo. Ou Sonhos Guaranis, de Almir e Paulinho, música em que a dupla de compositores se refere a MS como ‘a fronteira em que o Brasil foi Paraguai’.
Influenciados por esta trupe, surge a polca-rock, levando ao extremo a fusão dos ritmos paraguaios com ska, reggae, funk, blues e rock’n roll. “Esta influencia veio de forma natural porque crescemos ouvindo a música paraguaia. Em minha casa tinha muitas serenatas com duplas paraguaias e o Paraguai já estava cantado nas músicas que meus irmãos compunham. Por isso a música moderna daqui ganhou este toque diferente de tudo que se faz no Brasil, o que se torna uma barreira para cair no gosto popular do país”, reflete Jerry Espíndola, um dos cabeças da polca-rock.
Além da música, a gastronomia sul-mato-grossense também reflete o Paraguai. Se o tereré virou uma instituição, a chipa é frequente na mesa do cidadão de MS e sucesso de vendas nas padarias. A sopa paraguaia também é admirada pela maioria da população. Aos poucos as receitas acabam sendo abrasileiradas pelos culinaristas. “A comida do Paraguai é muito rica e caiu no gosto daqui porque se parece com a culinária gaúcha e mineira, justamente os povos que juntos com o paraguaio desbravaram este Estado. O desafio não só para mim, mas para os cozinheiros daqui, é sofisticar esta comida e ultrapassar fronteiras. E apresentar novidades, como a sopa paraguaia com catupiry que estou fazendo”, afirma Mestre Daves, um dos culinaristas mais requisitados do MS.
Outro costume que vem do Paraguai é o sapucai. A palavra quer dizer grito em guarani e são aqueles urros que se dá quando começa uma música agitada. No MS bastam os primeiros acordes de uma polca paraguaia para alguém puxar os gritos. Música esta que pode estar sendo ouvida em vários programas de rádio, como o Ñe Ê Ngatu e A Hora do Chamamé, que tocam clássicos paraguaios, tipo Recuerdo de Ypacaray, Mercedita e Pajaro Campana. O sapucai equivale ao jodl vindo dos países dos Alpes e utilizado pelos camponeses para se comunicar de uma montanha a outra. Os paraguaios usavam o sapucai também como sinais na lida do gado. Em Assunção, diz-se que o sapucai vem de antes, quando os índios guaranis partiam para as batalhas, o que os soldados paraguaios também faziam nas sangrentas batalhas que tiveram com brasileiros, uruguaios e argentinos na Guerra do Paraguai.
Aliás, a Guerra do Paraguai, além de ter tornado o Paraguai um dos países mais pobres da América do Sul, provocou a diminuição do seu território. Mato Grosso do Sul é a maior prova disso. Municípios sul-mato-grossenses como Ponta Porã, Porto Murtinho, Miranda, Bela Vista, Jardim e Maracaju foram tomados dos paraguaios após a guerra, numa apropriação de terras estrangeiras que aconteceu em outros estados também como Rio Grande do Sul, Paraná, Rondônia e Acre. Até a cidade de Nioaque, que fica a uns 200 km de Campo Grande, tudo era Paraguai, esta é a verdade. Por isso, nem podia ser diferente: o sul-mato-grossense é o brasileiro mais paraguaio do país. (...)"
Segue link ...há um áudio bom belíssima música ...e vídeos...imagens,,,e mais palavras
http://www.overmundo.com.br/overblog/mato-grosso-do-sul-o-paraguai-e-aqui
Planeta água,,,por sinal o Guilherme a escreveu para o Ney
..quem editou o vídeo bagunçou o áudio
Está inaudível o som, eu assisti isso e o som estava limpo, aqui está ultra babungaçado, serve ao menos a imagem e o desejo de que o Ney e o Guilherme gravem esta música juntos.,,,
http://www.youtube.com/watch?v=urx0dvkg0G0&feature=related
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Tudo bem, já neste vídeo aqui o áudio está ótimo
A derrota da seleção na Copa da África do Sul
O dia de ontem, dia da derrota da seleção na copa, foi um dia tipicamente tucano-demo,,foi o dia deles, não tenhamos dúvida disso,,senão vejamos:
1- derrota da seleção,,,isso levou a turma separatista do esgoto a ter orgasmo múltiplos a cada gol da Holanda.
2- Serra na frente da Dilma mesmo que face a pesquisa de araque...os tucanos-demos que moram aqui nas redondezas soltaram foguetes por conta desta pesquisa fraudada,,,é que os (e)leitores da DataSerra(DataFolha) não sabem que a Folha apoia Serra. Falando nisso, a Folha dos Frias deveria seguir o exemplo da Carta Capital e informar aos seus leitores que tem um lado chamado Zé Serra. A Globo não pode fazer isso por ser concessionária de serviço público, mas os jornais que apoiam Serra (O Globo, Estadão, Veja e Folha) podem e deveriam sim, declarar que apoiam Serra, pois assim os seus leitores não mais estariam sendo enganados com este blá blá de "jornalismo imparcial" que não existe na cabeçorra destes barões da mídia.
Mas o DataFolha não pode fazer o que fez, pois isso é crime eleitoral, o DataFolha não pode fraudar suas pesquisas para divulgá-las a título de marketing eleitoral, isso não pode. Mas a Folha pode sim, dizer que tem um lado.
O Brasil é um país civilizado, por isso, a exemplo das nações avançadas, estes jornais deveriam informar de que lado estão nestas eleições, o que será ótimo para a democracia.
3-o ataque da Globo ao Paraguai do presidente Lugo,,,Para fechar o dia de ontem, tipicamente tucano, a Globo, através do SportTV referiu-se de forma depreciativa e xenofóbica aos nossos vizinhos paraguaios,....a este respeito segue este texto publicado no Luis Nassi dando-nos conta da responsabilidade que deve ter o Brasil frente ao seu trato com os seus vizinhos, como o Paraguai e demais países
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-preconceito-como-estilo
Como se vê, o dia de ontem foi deles,,tudo bem, mas nem tanto, pois vi que apesar da derrota o povo não estava miserável e desdentado,,,o pior seria ver o povo festejando com dentes podres e barriga vazia à mostra...em 2014 estaremos numa situação ainda melhor, como demonstram estudos, o número de pobres será reduzido a 8 por cento da população caso o Brasil continue avançando
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Sobre a declaração de apoio da revista Carta Capital à candidata Dilma Rousself
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/07/carta-capital-declara-apoio-dilma.html
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1- derrota da seleção,,,isso levou a turma separatista do esgoto a ter orgasmo múltiplos a cada gol da Holanda.
2- Serra na frente da Dilma mesmo que face a pesquisa de araque...os tucanos-demos que moram aqui nas redondezas soltaram foguetes por conta desta pesquisa fraudada,,,é que os (e)leitores da DataSerra(DataFolha) não sabem que a Folha apoia Serra. Falando nisso, a Folha dos Frias deveria seguir o exemplo da Carta Capital e informar aos seus leitores que tem um lado chamado Zé Serra. A Globo não pode fazer isso por ser concessionária de serviço público, mas os jornais que apoiam Serra (O Globo, Estadão, Veja e Folha) podem e deveriam sim, declarar que apoiam Serra, pois assim os seus leitores não mais estariam sendo enganados com este blá blá de "jornalismo imparcial" que não existe na cabeçorra destes barões da mídia.
Mas o DataFolha não pode fazer o que fez, pois isso é crime eleitoral, o DataFolha não pode fraudar suas pesquisas para divulgá-las a título de marketing eleitoral, isso não pode. Mas a Folha pode sim, dizer que tem um lado.
O Brasil é um país civilizado, por isso, a exemplo das nações avançadas, estes jornais deveriam informar de que lado estão nestas eleições, o que será ótimo para a democracia.
3-o ataque da Globo ao Paraguai do presidente Lugo,,,Para fechar o dia de ontem, tipicamente tucano, a Globo, através do SportTV referiu-se de forma depreciativa e xenofóbica aos nossos vizinhos paraguaios,....a este respeito segue este texto publicado no Luis Nassi dando-nos conta da responsabilidade que deve ter o Brasil frente ao seu trato com os seus vizinhos, como o Paraguai e demais países
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-preconceito-como-estilo
Como se vê, o dia de ontem foi deles,,tudo bem, mas nem tanto, pois vi que apesar da derrota o povo não estava miserável e desdentado,,,o pior seria ver o povo festejando com dentes podres e barriga vazia à mostra...em 2014 estaremos numa situação ainda melhor, como demonstram estudos, o número de pobres será reduzido a 8 por cento da população caso o Brasil continue avançando
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Sobre a declaração de apoio da revista Carta Capital à candidata Dilma Rousself
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