25/01/2011

Blogs Dicionário D: Rezo para que mais negros morram (chocante)

 Em meio à solidaridade, graça na rede sentimentos outros, cada um demonstra o que tem, kd a polícia ou médico para curar ou prender estes doentes ou criminosos

Por Edson Barrus, via email no spin racista

 ---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Edson Barrus <edson_barrus@ig.com.br>
Data: 24 de janeiro de 2011 22:15
Assunto: Rezo para que mais negros morram (chocante)
Para: Cesar Barros <cesarbarros@hotmail.com>, yann beauvais <whyb2@yahoo.fr>, alexandresa <a.barretto@uol.com.br>, jose carlos lima <jl2006@uol.com.br>, Jomard Muniz de Britto <atentadospoeticos@yahoo.com.br>, giulianobici@gmail.com, Lady Selma Albernaz <ls.albernaz@uol.com.br>, aldoamb <aldoamb@uol.com.br>, K aloan <kaloan@gmail.com>, cadernosdesubjetividade@yahoogrupos.com.br


Repassando>>>

Uma mensagem a todos os membros de Afrokut

Tópico em site de relacionamento 'rezo para que mais negros morram' associa racismo à maior tragédia climática do Brasil

Pena para este tipo de crime virtual é de multa e reclusão de dois a cinco anos


Por todo o Brasil são vistos cidadãos solidários às famílias que perderam tudo o que possuíam na maior tragédia climática do país, que já contabilizou mais de 700 mortes em seis cidades da Região Serrana do Rio de Janeiro. Mesmo com toda essa mobilização e exemplos de solidariedade, há pessoas que não se comoveram com o drama dessas famílias e criaram um tópico racista dentro de uma comunidade de uma famosa rede de relacionamentos na internet.

Dentro da comunidade "10 coisas que aprendi no RIO", foi criado o fórum de discussão "Rezo para que mais negros morram" relacionado à catástrofe no Rio de Janeiro. E neste tópico há afirmações carregadas de preconceito racial.
foto: Reprodução
Tópico racista
COMENTÁRIOS NO TÓPICO

1.
"Fico feliz em ver negros morrendo nesses desabamentos. Com a diminuição de negros o RJ poder ter um baixo índice de criminalidade"

2. "A mão de Deus está varrendo a escória preparando o terreno para uma olimpíada mais segura"

3. "Em nome de Deus mais corpos de negros vão ser encontrados pelo desenvolvimento do RJ. Que a paz volte nesse lugar com o fim dos negros na abençoada Rio de Janeiro"
COMENTÁRIOS NO TÓPICO

1. "Obrigado por mandar essa negrada para o inferno, querido Jesus"

2. "Nenhuma folha cai de uma árvore se não for da vontade de Deus. Por Deus os negros estão sendo vitimados pela mãe natureza"


LEIA MAIS NA REDE AFROKUT
Visite Afrokut em: http://negrosnegrascristaos.ning.com/?xg_source=msg_mes_network


 Paula
__,_._,___

Blogs Dicionário D: Opiniões contra a licença Creative Commons

Do blog spin dona, via comentaristas do blog do Luis Nassif
.
O assunto que rolava no blog era "os direitos da família sobre a obra de Lygia Clarck."
De repente a comentarista Anarquista Lúcida publicou o  texto do Renato Rovai se opondo à retirada do logo da CC do site do MinC, quando o  Whatever comentou:
 .
Esse texto tem tantos problemas que dá até cansaço ter que rebater as várias confusões (propositais?) que o autor comete.
Em primeiro lugar, que obras tão maravilhosas são essas que a política anterior do Minc tornou de livre acesso e que alcance teve isso?
Diz ele que o Estado fez seu papel republicano e democratizante. Pois bem, que eu saiba a Lei Rouanet continua aí firme e forte e a Globo Filmes lançando uma porcaria atrás da outra.
Mas o pior começa no seguinte trecho:
"Quando se fala em mudar o sinal e reforçar a velha lógica dos direitos autorais o que se está sinalizando? Entre outras coisas que o ministério vai trabalhar entendendo o “direito” do artista (de poucos, diga-se de passagem) como mais relevante do que o da difusão da cultura."
Ou seja, para o Rovai o artista tem que se lascar porque o "direito" do público é maior do que o do criador da obra. Preciso responder a essa bobagem? Sem o artista, o público fica a ver navios, cidadão.
Uma das piores coisas que o fenômeno internet provocou foi essa inversão de valores. Qualquer mané que publique o poemeto mais vagabundo no blog mais tosco de um blogspot ou myspace da vida acha que porque dá de graça o que ninguém lê, que os grandes autores são pilantras porque são editados por casas comerciais.
É a mesma turma que acha que se grava disco em casa com computador.
E que acha normal copiar tudo que encontra pela frente porque é isso o que todo mundo faz.
Diz o Rovai que eu estaria defendendo a indústria cultural e seria contra o conhecimento livre.
Esse é um dos truques da turma digital: quem pode querer ser contra a liberdade?
Só os mais reacionários e estúpidos, certo?
Errado!
Informação NÃO é conhecimento. Ninguém é "contra" o conhecimento.
Curioso notar que é o mesmo truque semântico do PIG e sua "liberdade de imprensa" travestida de "liberdade de expressão".
Ninguém é contra a livre circulação da informação, mas se alguém produziu algum conhecimento e depende da produção desse conhecimento para viver, merece ser remunerado por isso e tem todo o direito de regular a difusão desse conhecimento. Se esse direito, legalmente, se estende aos herdeiros, paciência, procure o deputado ou senador em quem vc votou e peça que se mude a lei.
O que não dá é ficar ouvindo essa ladainha de "livre conhecimento" e demonizar artistas, seus herdeiros e os trabalhadores da indústria cultural (eles existem tb, sabiam?) como se ELES fossem o problema por nós não termos renda suficiente para o acesso aos bens de cultura ou por vivermos em um país que oferece muito pouca cultura ao seu povo de forma socializada e de baixo custo ou a custo zero.
A cereja no bolo é a demonização que é feita no seguinte parágrafo:
"Quando se fala em livre conhecimento, entre outras coisas se quer dizer que se é contra  criminalizar alguém por baixar música da internet ou por fazer uma cópia de um livro na faculdade."
Bom, se isso é livre conhecimento, então eu estou fora dessa liberdade. Os dois exemplos me dizem apenas o seguinte: a indústria do disco morreu e não soube colocar nada no lugar e os estudantes universitários estão mais pobres ainda do que nos tempos em que eu fiz faculdade, lá se vão 20 anos...
É óbvio que ninguém vai sair por aí prendendo quem baixou MP3 da web ou copiou um livro no xerox da faculdade. Esses são sintomas de uma sociedade subdesenvolvida como a nossa.
Nosso baixo nível cultural é tão gritante que quem escreve o que o Rovai escreveu sobre xerox de livro mostra desconhecer totalmente a lei de direitos autorais do livro no Brasil: a lei autoriza o xerox de um capítulo ou trecho razoável do livro em catálogo e autoriza a cópia INTEGRAL de livro esgotado!
Ou seja, se o fulano tira xerox de um livro de 200 páginas à venda na praça por 35 reais, o problema é a indústria cultural ou o salário dele que precisou desesperadamente da economia de 23 reais (35 - 10 de xerox + 2 de encadernação)?
"Isso quer dizer que o livre acesso ao conhecimento não pode se submeter ao interesse comercial e privado de alguns, mas não significa que os artistas não devam ser remunerados pelo seu trabalho.

Mas significa sim que nem eles (artistas) e nem ninguém podem ser censores da difusão da obra cultural."
Maravilha! Só não explicou como remunerar os artistas, DENTRO do capitalismo, sem as ferramentas que já estão postas.
A frase final, então, que pérola: ele vai me dizer o que fazer com o que eu criei. Falô...
Depois o Zizek escreve que "como uma esquerda dessas quem precisa de direita" e nego acha ruim!




1."O fato de o Minc deixar de licenciar o seu site em Creative Commons foi um ato político. Uma declaração de que há uma nova postura no ministério em relação ao debate dos direitos autorais".
Que bom o novo MINC descobriu então que os artistas tambem pagam aluguel.

2. "No governo Lula, o MinC foi aliado da luta para garantir que os bens culturais pudessem ser acessados por toda a população e trabalhou no sentido de construir pontes para debater novas formas de financiamento para o produtor cultural"
Sera que moramos em paises diferentes? No que vivo, vi o povo "ter acesso" a Ivete Sangalo, sertanejos, a musica da pior qualidade, ver filmes contando a historia da vida de sertanejos, mediocres "artistas" de telenovelas "dirigindo" filmes absolutamente horrorosos, o teatro virar continuação da televisão, a pobreza intelectual dominar o ambiente cultural.
Que saiba tambem, a antiga gestão do MINC so foi "discutir" a mudança da lei Rouanet no apagar das luzes.
3."Isso equivale dizer que o Estado fez seu papel republicano e democratizante e não atuou como um despachante de interesses privados ou de corporações".
"Interesse privado" deve ser,por mais incrivel que pareça, o dinheiro para o artista pagar o aluguel. É verdade.  "Interesse de corporações" não teve mesmo espaço, logo na gestão do ministro que justificava patrocinio de shows de Ivete Sangalo, "porque não era Madre Teresa de Calcuta para financiar artista sem sucesso".
4."Quando se fala em mudar o sinal e reforçar a velha lógica dos direitos autorais o que se está sinalizando? Entre outras coisas que o ministério vai trabalhar entendendo o “direito” do artista (de poucos, diga-se de passagem) como mais relevante do que o da difusão da cultura".
Simples. No dia em que o artista não tiver mais direito de receber sobre seu trabalho, não havera  tambem "direito de difusão", porque não havera o que "difundir".
5."Quando se fala em livre conhecimento, entre outras coisas se quer dizer que se é contra  criminalizar alguém por baixar música da internet ou por fazer uma cópia de um livro na faculdade"
Se a musica continuar a ser consumida sem que se pague por ela, vai acabar. Por acaso a quem escreveu a besteira sabe quanto custa uma simples palheta de um fagote ou de um saxofone, ou as cordas de um violoncelo? Por acaso pensa que isso é de "livre distribuição" nas lojas? Quanto aos livros para os estudantes é simples. Que o MEC os distribua.
6. "Que se é contra impedir uma banda do interior de executar Tom Jobim porque não recolheu a grana do ECAD"
São dois problemas. "A grana do ECAD" costuma não ir para o artista. Mas a musica do Tom não pode ser explorada sem que se pague por ela. Alias o trabalho de ninguem deve ser explorado sem remuneração.
7."Que se é contra impedir um grupo de jovens de apresentar um espetáculo de teatro de um autor nacional importante só porque sua família não autorizou".
Ninguem melhor que um filho para saber o que é melhor para a obra de um pai.
8."Ser a favor do livre conhecimento é  lutar para que a maior parte dos produtos culturais esteja disponível na rede e que o maior número de brasileiros tenham acesso a eles a partir de um acesso, se possível, público e gratuito à rede".
As pessoas deveriam "ser a favor" da população ser bem remunerada para consumir não so "produtos culturais" mas todos  os outros que precisa. O termo "gratuito na rede" esta errado porque produzir cultura tem um custo. No caso quem estaria pagando por essa "gratuidade" seria justamente apenas aquele que deveria receber pela seu trabalho.
9. "Mas significa sim que nem eles (artistas) e nem ninguém podem ser censores da difusão da obra cultural".
Incrivel que pessoas com ares de defensores da sociedade não reconheçam nem o direito de quem produz um trabalho .O artista pode tudo . O João Bosco, por exemplo, pode mudar todas as notas das melodias que compos.O dia em que não for nem reconhecido esse direito dos artistas a ignorancia dominou.

FONTE: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/direitos-autorais-segundo-a-neta-da-lygia-clark?page=2 

24/01/2011

Spin dona: Direitos autorais, segundo a neta da Lygia Clark

Do Luis Nassif via SPIN DONA

Por Alessandra Clark, no blog do Luis Nassif

Meus caros, sou neta de Lygia Clark. gostaria de saber se algum dia ligarão para a Associação cultural "O Mundo de Lygia Clark" e perguntarão o que nós pensamos a respeito de tudo isso, ao invés de ficarem se derretendo em lamúrias pela internet com falsos testemunhos sem opinião própria.

então, como jamais entrarão em contato, resolvi dar 5 minutos do meu dia para responder a este blog (muito bom - por sinal).

A verdade é que muitos reclamam de barriga cheia. todos querem sobreviver da arte. críticos querem vender seus textos, curadores querem vender seus projetos, empresário querem vender seus produtos. só esquecem que a fonte de todas as suas pesquisas são os artistas. enquanto o artista está vivo, é fácil encontrá-lo e pedir autorização para publicar seu legado. o artista, emocionalmente envolvido paga a alma pra conseguir ver seu trabalho exposto. quando o artista morre, os herdeiros se vêem numa posição muito difícil - terem em suas vidas uma Obra para tomar conta. Essa obra é o filho de uma pessoa, eternamente dependente, que passa a conviver diariamente com essas pessoas. isso quer dizer que os herdeiros passam a ter todos os positivos e os negativos desse 'f'ilho' que apareceu repentinamente.

vou dizer os Deveres: cuidar, zelar, respeitar. se vocês não sabem o que isso quer dizer, eu vou dizer: manter o arquivo documental impecável limpo, sem fungo, organizado, apto a ser entregue como objeto de pesquisa... pra quem???? para pessoas que queiram pesquisar, publicar, expor... mas essas pessoas não querem dar nenhuma contra partida para ajudarem... infelizmente, como a falta de respeito em relação aos artistas é enorme, as pessoas acham que os herdeiros têm a obrigação de manter tudo isso e não querem ajudar...

exemplo: já recebi pedidos de pesquisa aonde pessoas gostariam de publicar livros e não tinham verba destinada a direitos autorais... mas o livro é inteiramente patrocinado com verba pública (Lei Rouanet), todas as pessoas envolvidas no projeto sendo muito bem remuneradas (pela tabela de valores dos serviços no ministério) e não se tem verba para o artista... e depois o livro ainda é vendido nas livrarias a 150 reais. isso eu não acho justo. é falso moralismo dizer que estão disponibilizando cultura... disponibilizar cultura a 150 reais não é disponibilizar.

eu vou dizer o que é disponibilizar: disponibilizar é deixar acessível sem custo a a custo que a pessoa possa pagar. 1/3 de salário mínimo não é disponibilizar. sinto muito. EU disponibilizo. eu tenho a documentação da Lygia Clark disponível para pesquisa gratuita. quem quiser, pode ligar a marcar pra fazer sua pesquisa. eu libero direitos autorais gratuitamente - lógico se todos estiverem doando seus esforço também. por que só nós """artistas/herdeiros"""" temos que nos sujeitar a ceder...

se o governo fizesse por onde, cuidando do legado de cada artista, ele poderia exigir alguma coisa. mas infelizmente, não faz. a Lei Rouanet hoje é usada de forma imprópria. Nos sujeitamos as departamentos culturais de grandes empresas que fazem verdadeiros leilões de patrocínio que acabam sendo distribuídos a lobistas.... mas isso,,,, estamos nos Brasil, já deveríamos estar acostumados.

bem, passei mais de 5 minutos. me empolguei. desculpem-me. mas, está aqui o recado, se alguém tiver alguma dúvida, a Associação Cultural "O Mundo de Lygia Clark" está aberta a perguntas e a pesquisas. isso é gratuito. o resto, não é nossa obrigação moral ceder. analisamos caso a caso.

Atenciosamente,

Alessandra Clark - Uma amante da Arte e herdeira por tabela.

FONTE: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/direitos-autorais-segundo-a-neta-da-lygia-clark

Documentário "A história de um crime de 20 trilhões de dólares"


Documentário que será lançado em fevereiro no Brasil mostra o comportamento criminoso de agentes políticos e econômicos que conduziu à crise mundial de 2008. Essa conduta criminosa provocou a perda do emprego e da moradia para milhões de pessoas. "Inside Job" (que ganhou o título de "Trabalho interno" em português) conta um pouco da história que Wall Street e seus agentes pelo mundo querem que seja esquecida o mais rápido possível. Documentário resultou de uma extensa pesquisa e de uma série de entrevistas com políticos e jornalistas, revelando relações corrosivas e promíscuas entre autoridades, agentes reguladores e a Academia.

Marco Aurélio Weissheimer, na Carta Maior

Como causar uma quebradeira de 20 trilhões de dólares, por meio de uma farra de negócios especulativos, e cobrar a conta de milhões de pobres mortais que não participaram da festa? O documentário Inside Job (“Trabalho interno”, em português) responde essa pergunta mostrando o comportamento criminoso de agentes políticos e econômicos que conduziu à crise econômica mundial de 2008. Essa conduta criminosa provocou a perda do emprego e da moradia para milhões de pessoas.

Dirigido por Charles Ferguson (mesmo diretor de No End in Sight) e narrado por Matt Damon, o documentário conta um pouco da história que Wall Street e seus agentes pelo mundo querem que seja esquecida o mais rápido possível. Para repeti-la, provavelmente.

O documentário resultou de uma extensa pesquisa e de uma série de entrevistas com políticos e jornalistas, revelando relações corrosivas e promíscuas entre autoridades, agentes reguladores e a Academia.

Em No End in Sight, Ferguson faz uma análise sobre o governo de George W, Bush e sua conduta em relação à Guerra do Iraque e a ocupação do país, questionando as mentiras utilizadas pelas autoridades norte-americanas para sustentar a ocupação. Agora, em Inside Job, mais uma vez o diretor expõe uma teia de mentiras e condutas criminosas que prejudicaram seriamente (e seguem prejudicando) a vida de milhões de pessoas. Agende-se: a estreia do documentário no Brasil está prevista para o dia 18 de fevereiro.

“Se você não ficar revoltado ao final do filme, você não estava prestando atenção” – diz uma das frases promocionais do documentário. Uma revolta necessária, pois, neste exato momento, muitos dos agentes causadores da crise (do roubo, seria melhor dizer) voltaram a dar “conselhos” para governos e sociedades. Algumas das mais novas vítimas são gregos, irlandeses, espanhóis, portugueses e outros povos europeus que estão sendo “convidados” a “aceitar a ajuda do FMI”.

Os arautos das privatizações e da desregulamentação seguem soltos como se nada tivesse ocorrido. Inside Job mostra as entranhas deste mundo de cobiça, cinismo e mentira. São estes criminosos, no frigir dos ovos, que seguem dando as cartas no planeta. Preparem o estômago, abram os olhos e ouvidos e não deixem de ver esse filme.

Deu na internerd

Clique aqui para ver mais