Gosto de escrever sob estado de livre fluxo da consciência. Cada mensário é formado por 7 denários, com base no Calendário SPIN, Sistema Poético Informativo Nat.Numa visão remota vi um buraco negro a evaporar-se durante 13,8 trilhões de anos.
Há 13,7 trilhões de anos liberou ejetou ricocheteou seu núcleo informacional de 10^13700 nat
Nat é a unidade que mede a informação do núcleo informacional de buracos negros
Toda existência tem 10^13700 anos de vida, tempo que não precisa ser 100% vivida.
dormindo sonhei olhei fui vários containers de madeira no lado de fora do muro, no final de uma rua interrompida interrompida de uma esquina a outra da quadra para esta obra..,..nas duas últimas quadras, a esquerda e a direita transformadas de espaço virtual em presencial: cada spin blogueiro ou médico ou curador ou historiador num ponto ou cantainer com uma luz no seu interior e enumerados com algarismos romanos de 1 a 70, sendo 35 de cada lado: I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII...
Segue link para alguns tipos de spin, cada um dono de um container na rua transformada em instauração
Não podemos permitir que a indústria da morte substitua a vida, todos juntos pelo retorno deste projeto de Vitor Pordeus:
Hotel da Loucura chega ao fim com exoneração de idealizador
Secretaria Municipal de Saúde coloca fotógrafo à frente do tratamento de pacientes psiquiátricos; projeto funciona no Instituto Nise da Silveira
Por Thalita Pessoa, em O Globo
RIO — Uma das inscrições nas paredes do terceiro andar da Casa do Sol do Instituto Municipal Nise da Silveira, o antigo Hospital Psiquiátrico Pedro II, no Engenho de Dentro, avisa: “Ser artista é ser maluco, ser artista é ser louco, ser artista é tudo isso e mais um pouco". Talvez seja essa a razão pela qual o Hotel da Loucura, projeto iniciado em 2012 para tratar, através da arte, pacientes psiquiátricos, e que ocupava quatro enfermarias abandonadas no local, tenha dado tão certo na missão de trazer mais consciência àqueles tachados de “não sãos” (tal como o legado de Nise da Silveira, psiquiatra pioneira na terapia ocupacional), que o descrevem com muito carinho. Pacientes que não falavam nem demonstravam alegria, pontuam os agentes culturais de saúde, colaboradores e os próprios tratados, passaram a se comunicar e a sorrir, o que explica o apreço pelo trabalho desenvolvido desde então, especialmente através do teatro. Um sentimento que, agora, vem indissociável ao de saudade. Isto porque o projeto — assim como as palavras escritas sobre a tinta, a massa corrida e o tijolo das paredes — vai desaparecer. O médico e ator Vitor Pordeus, idealizador do hotel, em decisão conjunta com profissionais envolvidos no projeto, decretou o seu fim dois meses depois de ser exonerado da coordenação do Núcleo de Cultura, Ciência e Saúde, que ele mesmo criara em 2009. O “cortejo final”, ato simbólico que pontua o fim do Hotel da Loucura, ocorreu na quarta-feira passada. Semanas antes, seus participantes já haviam iniciado o desmonte da decoração com pinceladas brancas sobre frases e poemas.
A exoneração de Pordeus ocorreu sem anúncio prévio e gerou comoção entre funcionários e, principalmente, entre os pacientes, levando alguns a entrarem em quadro de pertubação mental. O novo coordenador, Marcelo Gonçalves Moura Valle, é fotógrafo; e, ao se apresentar para a equipe, confessou nada saber sobre o trabalho que vinha sendo executado. A justificativa para a destituição de Pordeus do cargo é o fato de ele estar cursando no Canadá doutorado a convite da Universidade de McGill. Lá, desenvolve projeto na divisão de Psiquiatria Transcultural da Faculdade de Medicina, com base na experiência do Hotel da Loucura.
— Pordeus foi em busca de uma formação que calaria os críticos do seu trabalho, uma vez que, desde o início, se põe em xeque o fato de ele ser médico imunologista e não psiquiatra. Aí chega um cara que é fotógrafo, que não entende nada, que não tem qualquer vínculo com a iniciativa, e a formação deixa de ser um problema. O fim do projeto foi decretado porque não há como continuá-lo desta forma. A má condução deste trabalho pode levar a desdobramentos graves no tratamento psiquiátrico — queixa-se uma agente cultural de saúde que preferiu não ter o nome revelado com medo de represálias.
Desabafo. Inscrições nas paredes com frases, poemas e músicas servem de incentivo à expressão - Guilherme Leporace / Agência O Globo
De fato, em contato com a Secretaria municipal de Saúde, a mesma respondeu, por meio de sua assessoria, que a nomeação de Valle não compromete o projeto. “O Hotel da Loucura é um projeto do Núcleo de Cultura, Ciência e Saúde, cuja coordenação não é uma função médica”, diz, em nota, acrescentando ainda que “não há nenhuma intenção da SMS de descontinuá-lo”. Em outro trecho do texto, afirma que “repudia essa intenção de desconstrução do projeto e reforça que nenhum programa de políticas públicas pode ser vinculado à pessoa de um profissional, mas sim ser tratada de forma institucionalizada”. Uma versão controversa, segundo relatos da equipe envolvida.
— Fomos pegos de surpresa com essa decisão, que aconteceu do dia para a noite. O Vitor tentou diversas vezes conversar com a secretaria, que nunca veio aqui ou demonstrou interesse no nosso trabalho. O que nos causa estranheza também é afirmar que o Vitor está ausente. Só este ano, ele esteve presente em três oportunidades aqui, ficando em períodos de até um mês, interrompendo a formação dele. Fora isso, tínhamos conversas diárias com ele por Skype, nas quais debatíamos tudo. Se empresas possibilitam funcionários trabalharem à distância, porque ele não poderia, sendo que está lá fora, divulgando o Hotel da Loucura? Há o reconhecimento internacional, mas não aqui — questiona Márcia Proença, agente cultural de saúde, que prossegue com as indagações. — Se não querem o Vitor por este motivo, por que não pediram para que ele indicasse alguém para ser nomeado e que tivesse ligação com o projeto?
Miriam Rodrigues Galvão, uma das pacientes atrizes, de 44 anos, entrou em 2012 no Hotel da Loucura e relata inquietude com a destituição daquele que possibilitou a suspensão do tratamento com remédios mais pesados:
— Por que ninguém veio perguntar o que a gente queria? O teatro me ensinou a ter autonomia, a expressar o que eu quero. Antes, eu quebrava tudo, batia, era controlada por remédios. Eu estou sendo forte, desde que tiraram o Vitor, mas às vezes eu penso que não vou aguentar mais de tristeza.
POSSÍVEL BRIGA POLÍTICA
Milton Freire, de 70 anos, é colaborador do Hotel da Loucura há dois anos, tendo sido paciente do hospital psiquiátrico na década de 1960, onde se tratou e foi curado por meio da escrita. Ele foi atendido por Nise da Silveira, com quem também escreveu um livro. E afirma ver um paralelo entre a resistência ao trabalho de Vitor Pordeus e àquela que Nise enfrentou ao propor a terapia ocupacional para o tratamento de pacientes psiquiátricos.
— A proposta da Nise era a de trabalhar o interior do indivíduo, o intrapsíquico. O Vitor trabalha a extroversão. Vi gente que não se manifestava começar a falar. Tive a oportunidade de viajar pelo Brasil e vi a repercussão do trabalho dele em vários núcleos do país. Não há comparação entre a atuação do Vitor e a do novo coordenador, que só vi uma vez — conta.
O ex-coordenador e fundados do Núcleo de Cultura, Ciência e Saúde suspeita de motivação política.
— Quando o novo secretário de Saúde entrou (Daniel Soranz), em 2014, houve um corte de 80% do meu salário. Depois disso, fiquei nove meses sem pagamentos e tentando contatos com a secretaria, sem obter nenhuma resposta. Meses depois, viajei para o Canadá. Então, em maio desde ano, soube da minha exoneração dias depois de publicada, quando uma amiga leu o Diário Oficial. Este é um ataque político, de natureza pessoal, de quem nunca aceitou o nosso projeto — acusa Vitor Pordeus, que explica a preocupação com os rumos do projeto caso o mesmo continuasse. — Prometem que vão preservá-lo, mantê-lo como é, mas já mudaram. Vários pacientes entraram em crise desde o meu afastamento. Falam que eu abandonei o trabalho, mas há um abaixo-assinado pela minha volta entre os pacientes.
Gilson Saldanha, de 63 anos, que já foi interno do instituto de psiquiatria, conta que passou mal quando lhe deram a notícia da exoneração.
— O meu problema de saúde tem muito de fundo emocional. Eu fico até com febre. Quando me falaram, senti até pontada no peito. Fui internado na década de 1980 porque estava descontente com a situação política do país. E agora vejo isso — relata.
Edmar Oliveira, de 26 anos, é ator e produtor cultural, além de atuar como colaborador do projeto há quatro anos. E tece pesadas críticas com relação à decisão:
— O trabalho nunca foi bem acolhido. Todas as informações da assessoria foram levianas e mentirosas, pretendendo desqualificar o Vitor. Tomam decisões na calada da noite e depois querem manipular a opinião pública.
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Dentre as alegações da Secretaria municipal de Saúde consta a acusação de que “o profissional Vitor Pordeus foi exonerado da direção do Núcleo de Cultura, Ciência e Saúde (NCCS), vinculado ao Instituto Municipal Nise da Silveira, por ter se mudado para o Canadá, o que é incompatível com o cargo de confiança que ocupava e que exigia dedicação exclusiva, de 40 horas semanais na unidade. Ele se mudou para outro país sem qualquer pedido oficial para se ausentar do cargo, quebrando, assim, o vínculo com a secretaria”. Pordeus nega.
O Núcleo de Cultura, Ciência e Saúde continua a existir. O Hotel da Loucura, sem um coordenador que o conheça suficientemente para administrar o projeto, não.
Hotel da Loucura chegou a ocupar quatro enfermarias no Instituto Nise da Silveira - Guilherme Leporace / Agência O Globo
— A proposta da Nise era a de trabalhar o interior do indivíduo, o intrapsíquico. O Vitor trabalha a extroversão. Vi gente que não se manifestava começar a falar. Tive a oportunidade de viajar pelo Brasil e vi a repercussão do trabalho dele em vários núcleos do país. Não há comparação entre a atuação do Vitor e a do novo coordenador, que só vi uma vez — conta.
Frases escritas por usuários que ainda não foram apagadas deverão receber a tinta branca - Guilherme Leporace / Agência O Globo
Jornal GGN - O cerco aumenta. Nenhum político no Brasil foi tão perseguido, teve a vida tão vasculhada e a família tão exposta quanto o ex-presidente Lula. Desde que o juiz de primeira instância Sergio Moro começou sua jornada de Lava Jato, após enterrar a operação do Banestado, um único objetivo o norteia: incriminar Lula, seja por pedalinhos ou por sítios emprestados ou por triplex que não são de propriedade dele ou seja por seus filhos. Pode escolher, o juiz de primeira instância já tentou de tudo. Eis um documento importante divulgado pelo Instituto Lula sobre esta perseguição.
Em mais de 40 anos de atividade pública, a vida do ex-presidente Lula foi vasculhada em todos os aspectos: político, fiscal, financeiro e até pessoal. Nenhum político brasileiro foi tão investigado, por tanto tempo: pelos organismos de segurança da ditadura, pela imprensa, pelos adversários políticos e por comissões do Congresso durante seus dois mandatos.
Apesar das falsas acusações que sempre sofreu, nunca se demonstrou nada de errado na vida de Lula, porque ele sempre agiu dentro da lei, antes, durante e depois de ser presidente do Brasil. Somente a ditadura ousou condenar e prender Lula, em 1980, com base na infame Lei de Segurança Nacional. Seu crime de “subversão” foi lutar pela democracia e pelos direitos dos trabalhadores.
Desde a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, em outubro de 2014, Lula tornou-se alvo de uma verdadeira caçada judicial. Agentes partidarizados do estado, no Ministério Público, na Polícia Federal e no Poder Judiciário, mobilizaram-se com o objetivo de encontrar um crime – qualquer um – para acusar Lula e levá-lo aos tribunais.
Dezenas de procuradores, delegados, fiscais da Receita Federal e até juízes atuam freneticamente nesta caçada, em cumplicidade com os monopólios da imprensa e bandos de difamadores profissionais.
Na ausência de acusações formais, pois Lula sempre agiu dentro da lei, promovem um julgamento pela mídia (trial by media), sem equilíbrio e sem direito ao contraditório. Boatos, ilações e vazamentos seletivos de investigações são divulgados com estardalhaço, num verdadeiro linchamento moral e político.
Está claro que o objetivo da plutocracia brasileira, da mass media e dos setores mais retrógrados do País é levar o ex-presidente ao banco dos réus, para excluir Lula do processo político brasileiro.
Quebraram os sigilos bancário e fiscal de Lula, de seus filhos, de sua empresa de palestras e do Instituto Lula. Quebraram o sigilo dos telefonemas de Lula, seus familiares, colaboradores e até de seus advogados. Invadiram e vasculharam a casa de Lula, as casas de seus filhos e o Instituto Lula.
Investigaram todas as viagens internacionais do ex-presidente – quem pagou, que aviões usou, quem o acompanhou, onde se hospedou, com quem conversou, inclusive chefes de estado e de governo. Investigaram as palestras e até os presentes que Lula recebeu quando era presidente.
E não encontraram rigorosamente nada capaz de associar Lula aos desvios na Petrobras, investigados na Operação LavaJato, ou a qualquer outra ilegalidade. Nenhum depósito suspeito, nenhuma conta no exterior, nenhuma empresa de fachada, nenhum centavo que não tenha sido ganho honestamente e declarado para o pagamento de impostos.
Nem mesmo os réus confessos da Operação LavaJato, que negociam benefícios penais e financeiros em troca de acusações a agentes políticos, ousaram apontar a participação direta ou indireta de Lula nos desvios da Petrobras. E isso é terrivelmente frustrante para os caçadores do ex-presidente.
Na ausência de provas, evidências ou testemunhos confiáveis, os algozes de Lula submetem o ex-presidente a uma série de constrangimentos e arbitrariedades, que violam não apenas suas garantias, mas os princípios do estado democrático de direito, ameaçando toda a sociedade.
Ao longo destes dois anos, foram violados os seguintes direitos do ex-presidente Lula:
Sobre o silêncio que cerca o golpe de Estado no Brasil, por Felipe Pena, em O Extra
"Felipe, você tem que parar com esse Diário do Golpe no facebook" – aconselha um amigo, muito preocupado com minha carreira. "Vão te boicotar em todas as mídias" – acrescenta, para, em seguida, citar roteiristas, escritores e professores que estão numa suposta lista de excluídos que ousaram chamar o processo de impeachment pelo seu verdadeiro nome: golpe.
Não estou preocupado com isso, respondo. Falo sobre a inexistência do crime de responsabilidade de Dilma, atestada pelo Ministério Público Federal e pela perícia do senado. Falo sobre as gravações de senadores dizendo que precisavam tirar a presidente para barrar a operação lava-jato. Falo sobre o inciso 39 do parágrafo 5º da Constituição para embasar juridicamente meu argumento. Mas não adianta. Meu amigo é sincero, só está preocupado comigo, não quer saber de política. Ele próprio apagou postagens em redes sociais para não ser excluído da empresa onde é roteirista. "Eu já desisti" – conclui, aliviado.
Com exceção da parte tecnológica, parece uma conversa travada na década de 1950. Sinto-me vigiado pelo senador MacCarthy em plena guerra fria. Pior ainda, percebo nas palavras de meu amigo a exemplificação da espiral do silêncio, conceito criado pela pesquisadora Noelle-Neuman para explicar como as interações sociais tendem a priorizar opiniões dominantes, ou melhor, opiniões que parecem dominantes, consolidando-as e ajudando a calar as diferenças.
Para Neuman, as pessoas tendem a esconder opiniões contrárias à ideologia majoritária, o que dificulta a mudança de hábitos e ajuda a manter o status quo. A opção pelo silêncio é causada pelo medo da solidão social, que se propaga em espiral e, algumas vezes, pode até esconder desejos de mudança presentes na maioria silenciosa. Só que esses desejos acabam sufocados pela espiral do silêncio.
Em outras palavras, as pessoas não são apenas influenciadas pelos o que os outros dizem como também pelo que imaginam que eles poderiam dizer. Se acharem que suas opiniões podem não ter receptividade, optam pelo silêncio.
Os golpistas contam com a espiral do silêncio. Meu amigo, que antes era combativo e atuante, foi tragado por ela e busca a integração social através da observação da opinião dos outros, procurando se expressar dentro dos parâmetros que o cercam para evitar o isolamento.
No caso dele, há um agravante: o isolamento também pode ser profissional, o que inviabilizaria o sustento de sua família. É aí que entra a técnica macarthista. Listas ou suposições de listas servem como chantagem para os que ousam nadar contra a corrente.
A ameaça de exclusão alimenta a espiral do silêncio. Ela é o vetor totalitário que perpassa a construção de um falso consenso e constrói a ponte para o passado. Ela é o terror das vozes dissonantes. Ela é o atraso.
O #DiárioDoGolpe é apenas um registro de quem se recusa a ser tragado pela espiral. Será publicado, diariamente, numa TL perto de você.
* Felipe Pena é jornalista, escritor e psicólogo. Professor de roteiro na UFF, foi comentarista do Estúdio I, na GloboNews, e é autor de 15 livros.
Profissionais do meio artístico lamentam morte do artista plástico Tunga
Personalidades da arte cearense, do Brasil e do mundo falaram sobre a morte do pernambucano FOTO DIVULGAÇÃO
Tunga era considerado um dos maiores nomes da arte contemporânea nacional
“Foi um soco no estômago”, disse a curadora de artes plásticas de Fortaleza, Dodora Guimarães, em conversa com O POVO Online, sobre a notícia da morte aos 64 anos do artista plástico pernambucano Tunga nesta segunda-feira, 6. Ele estava internado no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, desde o dia 12 do mês e lutava contra um câncer.
Filho do jornalista e poeta Gerardo de Mello Mourão e de Léa de Barros, Antônio José de Barros Carvalho e Mello Mourão, o Tunga, morava no Rio de Janeiro, onde se formou em arquitetura e urbanismo e começou a desenvolver sua carreira artística.
Considerado um dos maiores nomes da arte contemporânea nacional, ele foi o primeiro a ter uma obra exposta no museu do Louvre, em Paris. Tunga também expôs na Bienal de Veneza.