11/08/2017

Como o esquecimento veio salvar a utopia

Ao acordar mantive-me acordado sobre a cama mas de olhos fechados para fechar o corpo...e de olhos fechados para ver, vi um grupo de pessoas em circulo..dançando...houve um espaço de tempo e, ainda de olhos fechados, vi um carro branco ou albino ou vitiligo chegando: e havia estendido na lateral do carro uma fita jogada ao vento...e a vita trazia todas as cores...ah q linda aquela fita...em seguida adormeci...e dormindo sonhei sobre...ah esqueci...será que sonhei sobre o esquecimento....ou foste apagado da minha memória...eu gostaria tanto de lembrar de ti...

Ah sim,,,o laboratório como espaço do avivamento da memória: meu pai tem quase 500 meses de idade, isso que chamam de 100 anos: não conto a idade de ninguém em meses,,,isso para mim, os anos, são uma maldição: não deseje-me niver e sim mesver...mesversário....e não considere para contar o tempo esse calendário greogriano e sim o calendário spin em que o ano é composto por 5 meses de 73 dias, sendo 3 dias feriados off parados...OFFdário...rssss

Ah sim,,,sobre os cinco laboratório como espaços para nos lembrarmos de quem nos esquecemos;;;

São 5 os espaços laboratoriais ou de experimentação do do spin

São espaços de liberdade.....um tempo em que se pode errar como caminho acertar....a perda para o encontro....: enlouquecer para não perder a sanidade: a arte D...o laboratório D...

Cada um dos 5 espaços ou laboratórios do spin são sites lastreados pelos estados visionários, forma e conhecimento do ser....

Estados do SPIN, sigla para Sistema Poético Informativo Nato

1- Spin espiritual: artistas
2- Spin sexual: afeto, cuidados
3- Spin social: governança, sociabilidade, coletivo
4- Spin bode: mortífero: carrancudo, preso
5- Spin maluco: espontaneidade, simplicidade, solto

Organizae os5 espaços ou latas ou pedras ou coisas ou palavras ou pontos em forma de fluxograma-cruz e observe que deste evento surge um vento des, o espaço do desaparecimento....des...não espaço ou DESespaço

ai ai ai estou tão feliz...espreguiçando que nem gato no telhado...e esbocejando...ou des...desreprimindo...ou des...

fui

#deriva D #caminho D #experiencia


Segundo momento: FORMA


Uma fita qualquer com todas as cores...e pode ser fita de DNA

Imagem relacionada


Terceiro momento: CONHECIMENTO

Mendel, spin geneticista, humano

Biólogos acham gene das ervilhas de Mendel, por um amigo...


Demorou quase um século e meio, mas a biologia molecular finalmente acertou o compasso com Gregor Mendel, o monge tcheco que descobriu como a genética funciona nos anos 1850 e 1860. Uma equipe internacional de pesquisadores acaba de descobrir o gene que controla a cor (amarela ou verde) das ervilhas que o religioso estudava e que, hoje em dia, todo aluno do ensino médio passa a conhecer nas aulas de biologia.
A existência teórica do gene foi predita por Mendel. Ao cruzar uma variedade de ervilhas amarelas com outra de ervilhas verdes, o religioso do mosteiro agostiniano de São Tomé em Brno (então dentro do Império Austro-Húngaro) notou um fato curioso. A primeira geração inteira do cruzamento era amarela. No entanto, quando os membros da primeira geração foram cruzados entre si, surgiram tanto ervilhas amarelas quanto verdes, numa proporção de três para um.

A resposta, segundo a genética mendeliana, é que o fator responsável pela cor das ervilhas vinha em duas "cópias", uma do pai e outra da mãe. A cópia amarela é dominante (vamos chamá-la de "A"), enquanto a verde é recessiva (ou "a"). Por ser dominante, a cópia amarela anula a ação da verde, de forma que tanto uma planta AA ou Aa é igualmente amarela - daí o motivo de a primeira geração "híbrida" ser totalmente dessa cor. Foi o primeiro passo para fundar a ciência da genética.

Tudo isso nós já sabíamos, ou temos de aprender nas aulas de biologia do ensino médio. Mas ninguém sabia que trecho de DNA das ervilhas domésticas era responsável pelo truque. Ian Armstead, do Instituto de Pesquisas Ambientais de Gramíneas do Reino Unido, ao lado de seus colegas, identificaram numa série de plantas, de espécies diferentes, o que parecia ser um bom candidato ao papel.
O gene, apelidado de sgr (sigla de "staygreen", ou "continue verde"), parece ter uma ligação forte com o processo de amadurecimento das partes verdes das plantas. Sua ação mais forte ocorre nas plantas, mas ele também atua em pétalas e, claro, sementes.

Por meio de experimentos e técnicas de mapeamento do genoma, eles finalmente conseguiram determinar também a localização de uma forma do sgr nas ervilha. Mendel, que morreu esquecido em 1884 e só teve seu trabalho reconhecido décadas mais tarde, certamente ficaria feliz com o achado.

O estudo está na edição desta semana da revista americana "Science".
Cabe a você fazer um breve relato a Mendel, informando esta descoberta e o que tudo iniciado por ele ajuda a humanidade na atualidade.
http://blog.educacaoadventista.org.br/professorgustavo/index.php

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http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Genetica/leismendel.php

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