01/02/2010

O poderio avassalador das grandes corporações compromete a democracia - Clique aqui (Cherisma - I, Anexo IX)

Oligarquias contra Chavez

Por Mário Augusto Jakobinskd, no Direto da Redação

A mídia conservadora brasileira e latino-americana está fazendo o possível e o impossível para que a previsão da revista Newsweek se confirme. A publicação estadunidense, deixando de lado a função jornalística, somou-se ao desejo de grande parte da oligarquia das Américas de que o governo Hugo Chávez seja derrubado e previu a eclosão de um golpe militar no país sul-americano.

A TV Globo não fez por menos e convocou um “consultor político”, um tal de Alexandre Barros, para criticar o “silêncio do governo brasileiro” em relação aos acontecimentos na Venezuela e ao final deixou claro que “o regime deveria ser derrubado”. E os editores ainda têm coragem de afirmar que fazem jornalismo imparcial.

A gritaria da mídia conservadora, acompanhada de uma nota do Departamento de Estado norte-americano de “preocupação com os acontecimentos na Venezuela”, deveu-se à suspensão temporária de seis emissoras de TV a cabo, uma delas a RCTV.

A manipulação da informação começou com a edição do noticiário que dizia que Chávez fechou os canais de televisão que se recusaram a transmitir os pronunciamentos do presidente venezuelano. Trata-se de uma meia verdade, as emissoras foram suspensas temporariamente até que demonstrassem que estavam seguindo a legislação midiática aprovada pelo Congresso. Nada ilegal, portanto, como o noticiário induz. Em poucos dias, cinco dos canais a cabo, a TV Chile, a American Network, a Ritmoson, a Sport Plus e a Momentum entregaram a documentação exigida pela Comissão Nacional de Telecomunicações comprovando que são canais internacionais, o que permite restabelecer as transmissões. Se a RCTV a cabo não fizer o mesmo continuará suspensa.

A oposição, que em setembro vai disputar os votos para a eleição parlamentar, colocou nas ruas para protestar estudantes de algumas escolas particulares. Fazem barulho, porque as suas manifestações contam com todo o apoio de um setor da mídia conservadora que considera Chávez o diabo.

Os jornais e as agências de notícias não informaram que no dia 21 de janeiro último o presidente da Federação de Câmaras e Associações de Comércio e Produção da Venezuela, a FEDECÁMARAS, Noel Álvarez declarou em uma entrevista na RCTV que a “solução militar” é a única para a saída de Chávez. E isso com o acompanhamento entusiasmado do jornalista Miguel Ángel Rodriguez que o entrevistava.

No atual momento, a revolução bolivariana aprofunda o projeto socialista, ou seja, caminha para a mudança do modo de produção, o que não é admitido em hipótese alguma pelo conservadorismo dos mais diversos rincões das Américas. Os jornais brasileiros escrevem diariamente editoriais sugerindo a derrubada de Chávez e um posicionamento do governo Lula no esquema golpista capitaneado pelo Departamento de Estado norte-americano.

Mas, ao mesmo tempo em que ocorriam esses fatos, no Haiti a Sociedade Interamericana de Imprensa, a SIP, ignorava a denúncia da Federação de Jornalistas Latino-Americanos (FELAP) sobre o “atropelo contra o trabalho jornalístico no Haiti por parte das forças de ocupação estadunidenses”. A nota de protesto, não divulgada no Brasil, é assinada pelo presidente da entidade, jornalista Juan Carlos Camaño. Ele coloca questões importantes em pauta. Uma delas, o estabelecimento de limitações no trabalho jornalístico que levam a ocultar o real procedimento dos efetivos enviados pelo Pentágono e Casa Branca, que chegam a uns 15 mil soldados. Como se os haitianos precisassem mais de militares norte-americanos do que de médicos.

No mais, as forças conservadoras latino-americanas ganharam um aliado de peso: o presidente eleito do Chile, Sebastián Piñera, a maior fortuna do país, que trará com ele figuras de proa do regime ditatorial que imperou no Chile de setembro de 1973 a 1989. Piñera se elegeu porque a Concertación se esgotou. No plano econômico tudo continuará como manteve a aliança de centro esquerda durante 20 anos, com o acréscimo da privatização, desejo já anunciado por Piñera, de parte da estatal de cobre, mas no plano externo, o dono da Lan Chile e controlador do Colo-Colo, o clube de futebol mais popular do país, vai se somar ao bloco de direita latino-americana pró-EUA encabeçado por Álvaro Uribe.

Piñera já deu uma pequena mostra do que vem por aí em matéria de política externa chilena ao criticar gratuitamente Hugo Chávez em sua primeira entrevista depois de eleito. Ele veio reforçar a campanha do conservadorismo latino-americano contra a opção socialista que leva adiante o governo da República Bolivariana de Venezuela. É por aí que toca a banda das oligarquias furiosas com as mudanças que estão a ocorrer no continente latino-americano.

FONTE: diretodaredacao
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A democracia das Bunge, Cargil e Vales da vida - Clique aqui (Cherisma - I, Anexo VIII)

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Da séria "a Folha censura blogs" - Clique aqui

Uma brasileira da qual nós podemos nos orgulhar: a embaixatriz no Haiti - Clique aqui (Cherisma - I, Anexo VII)

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Voltou ou o Drama da Ausência ou Presência (Cherisma - I, 13/70)

Na cidade-estado de Cherisma existe a percepção do quanto um telefonema, uma palavra, um simples olhar, pode melhorar a auto-estima do outro.
Imagens para Cherisma.
Alguém a ouviu.
(Em construção...time = tempo)
Voltei...
Pessoas tem cobrado minha presença
Sei que não fácil na minha cabeça uma vida social
O que é fácil para outras pessoas para mim não é
E não que eu não gostaria, simplesmente não consigo
Passo por alheiamentos cíclicos, nada no sentido de algum desvio mental
Devo ter sido assim desde o ventre

Esta obra não está definida, ainda não sei como conduzi-la
Os anexos e glossário devem ser marcados com outra tag
Glossário se escreve glossário = lexômetro, uma luneta para olhar palavras = realidades
Ultimamente tenho-me cobrado por causa da minha misantropia

Um amigo disse-me que sou candidato de morrer a sós, moribundo, sem ninguém por perto
Ele: você se afasta de todos
Eu: isto é verdade, o meu orkut e email está repleto de coisas não respondidas
Gostaria que as pessoas entendessem que o meu silêncio não depende de mim
Nem sempre consigo estar presente

Sei que é agradável em plena festa da família fugir, recolher-se no tronco de uma árvore e ficar ali por horas, imaginando mundos, escrevendo
Deve ter sido porque, na infância, li [conheci] O Pequeno Príncipe de Saint Exupery
Eu não deveria ter lido este livro
Li também Vidas Secas, outro livro que tirou-me do mundo real


Esta obra não está definida, ainda não sei como conduzi-la
Os anexos e glossário devem ser marcados com outra tag
Glossário se escreve glossário = lexômetro, uma luneta para olhar palavras = realidades
Ultimamente tenho-me cobrado por causa da minha misantropia

( ) autismo?
Uns dizem que sim, outros que não
A Feli, uma prima, pessoa amável, disse-me que tenho uma pequena dose de autismo
Ela já trabalhou anos com gente assim
Mudando de assunto...
E as formas?
E as contas a pagar?
Não entra na minha cabeça estas coisas

Hoje às 17 horas embarco num ônibus para passar alguns dias com meus pais.
( ) férias
Volto após o carnaval
Ir passar estes dias com meus pais é uma forma de compensar minha ausência, não consigo pegar o telefone e conversar com eles de vez em quando
É triste perceber que sua mãe está triste por causa da sua ausência e que a sua presença abre-lhe um sorriso, levanta-lhe a auto-estima
Não posso ser uma pessoa tão cruel para quem tem tanto carinho para comigo.
No entanto, para mim, a presença é um drama.

Esta obra não está definida, ainda não sei como conduzi-la
Os anexos e glossário devem ser marcados com outra tag
Glossário se escreve glossário = lexômetro, uma luneta para olhar palavras = realidades
Ultimamente tenho-me cobrado por causa da minha misantropia


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Miss Rox artista
Data: 30 de janeiro de 2010 13:27
Assunto: orkut - Miss Rox artista deixou um novo recado pra você!
Para: josecarloslima70@gmail.com


Miss Rox:
olá, sabia que conheci pessoalmente e convidei o nosso amigo Antonio para participar de um lance legal e ele disse: pena não termos o Jose Carlos conosco, no que concordei, claro!

ver a sua página de recados | visualizar o perfil de Miss Rox
orkut
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opções de e-mail do orkut.com.br:
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- Alterar minhas opções de e-mail
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P.S. Quero perdir desculpas por não ter respondido as felicitações manifestadas por amigos, amigas e familiares por ocasião do meu aniversário em 7 de janeiro. Estendo a todos vocês esta resposta. Grato, José Carlos Lima.

Clique em Cherisma na sequência abaixo, depois da arte contemporânea. Assim você terá Che em suas mãos.

Voltou (Cherisma - I, 12/70)

Na cidade-estado de Che existe a percepção do quanto um telefonema, uma palavra, um simples olhar, pode melhorar a auto-estima do outro.
Imagens para Cherisma.
Alguém a ouviu.
(Em construção...time = tempo)
Voltei...
Esta obra não está definida, ainda não sei como conduzi-la
Os anexos e glossário devem ser marcados com outra tag
Glossário se escreve glossário = lexômetro, uma luneta para olhar palavras = realidades
Ultimamente tenho-me cobrado por causa da minha misantropia
Pessoas tem cobrado minha presença
Sei que não fácil na minha cabeça uma vida social normal
Gostaria que as pessoas entendessem, o que não é fácil uma vez que nem todos entendem meus alheiamentos cíclicos
Um amigo de longa data alertou-me, dias atrás, sou candidato de morrer a sós, morimbundo, sem ninguém por perto, já que não faço por onde cativar as pessoas
Isto é verdade, o meu orkut e email está repleto de coisas não respondidas
Gostaria que as pessoas entendessem que o meu silêncio não depende de mim
Nem sempre consigo estar presente
Dizem que esta coisa de, em plena festa da família, recolher-se no tronco de uma árvore para viajar noutro mundo, é doença
( ) autismo
Uma prima que adotou uma criança autista disse que eu tenho uma certa dose disso.
Não acredito, sou uma pessoa normalíssima, apenas nem sempre consigo estar presente.
Só isso.
Mudando de assunto...
E as formas?
E as contas a pagar?
A partir de hoje estou de férias, volto depois do carnaval.
Hoje às 17 horas embarco num ônibus para passar alguns dias com meus pais.
Trata-se de uma forma de compensar minha ausência, uma vez que não consigo pegar o telefone e conversar com eles de vez em quando, daí este esforço pela presença física.
Para mim é um drama fazer-me presente.
Espero superar isso.

O que estará em jogo nas eleições deste ano

Nas eleições deste ano em jogo o pré-sal, copa do mundo, olimpíadas, mídia, enfim, muita grana e um poderio sem precedentes para quem faturar as eleições.
Em jogo duas linhas de atuação bem distintas.
Zé Serra é contra, por exemplo, o projeto de Lula de adoção do sistema de partilha para o pré-sal, cuja parte do lucro será revestida para o Brasil para investimentos em áreas como saneamento básico, educação, segurança, etc.
Por isso a briga eleitoral será ferrenha, e torço para que Lula tenha saúde suficiente para aguentar as pressões:

PAC 2 com obras para prevenção de enchentes é prioridade do governo

Mariana Jungmann
Enviada especial

Salvador - O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse que entre as prioridades do último ano de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão as novas obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o chamado PAC 2, o marco regulatório do pré-sal e a Consolidação das Leis Sociais no Congresso Nacional.

Segundo Padilha, o PAC 2, que tem previsão de lançamento para março, será voltado especialmente aos centros metropolitanos. Serão obras de infraestrutura urbana nos bairros mais pobres das grandes cidades.

“O PAC 2 também terá um forte componente em obras para prevenção de enchentes, tratamento do lixo, equipamentos culturais, telecentros para garantir acesso à internet, creches e as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) para acesso à saúde, além de obras de segurança”, explicou ontem (30) o ministro, no Fórum Social Mundial Temático da Bahia.

Além disso, até o fim de janeiro o governo deve concluir a Consolidação das Leis Sociais, que será enviada ao Congresso. O objetivo é transformar em lei os programas sociais como o Bolsa Família e tornar obrigatórias as instâncias de participação social, como os diversos conselhos da sociedade civil que atuam nos ministérios.

“Estamos convictos de que só poderemos mudar o Brasil se ouvirmos a sociedade, se construirmos uma agenda concreta assim”, disse o ministro.

O marco regulatório do pré-sal, segundo ele, tem dois projetos no Senado e dois na Câmara. O acordo do presidente Lula com os deputados previa finalizar as votações dos quatro projetos de lei na Câmara no ano passado, mas a decisão sobre a capitalização da Petrobras e sobre a partilha dos royalties da produção do petróleo ficaram para este ano. Os projetos sobre o Fundo Social e sobre a criação da Petro-sal – estatal que vai gerenciar a parte da União no petróleo – já estão no Senado. “Precisamos aprovar esse novo marco regulatório logo para que possamos começar a retirar do fundo do mar essa riqueza que é de todos os brasileiros.”

FONTE: agenciabrasil
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Há um esforço de setores da sociedade em apagar a ditadura da história do país, diz filósofo

Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Após a Segunda Guerra Mundial, os judeus sobreviventes revelaram que seus carrascos asseguravam que ninguém acreditaria no que havia ocorrido nos campos de concentração. A história, no entanto, não cumpriu o destino previsto pelos nazistas, muitos foram condenados e o episódio marca a pior lembrança da humanidade.

Crimes cometidos em outros momentos de exceção também levaram violadores de direitos humanos a serem interrogados em comissões da verdade e punidos por tribunais, como na África do Sul, em Ruanda, na Argentina, no Uruguai e Paraguai.

Para filósofo Vladimir Safatle, professor da Universidade de São Paulo (USP), há um lugar que resiste à memória do horror e a fazer justiça às vítimas: o Brasil. Nenhum agente do Estado ditatorial (1964-1985), envolvido em crimes como sequestro, tortura, estupro e assassinato de dissidentes políticos, foi a julgamento e preso.

Em março, será lançado o livro O Que Resta da Ditadura (editora Boitemço), organizado por Safatle e Edson Teles. A obra tenta entender como a impunidade se forma e se alimenta no Brasil. Para Safatle,o Brasil continua uma democracia imperfeita por resistir a uma reavaliação do período da ditadura militar (1964-1985) e por manter uma relação complicada entre os Três Poderes.

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Desafio da Comissão da Verdade será ter acesso a arquivos das Forças Armadas

Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil








Brasília - A Comissão Nacional da Verdade deverá ter um grande acervo de documentos sobre a perseguição a dissidentes políticos durante a ditadura militar (1964-1985). O Arquivo Nacional dispõe dos papéis e registros dos setores de informação e monitoramento do Ministério da Justiça, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério das Comunicações e de universidades públicas. Além desses, há informações de investigações da Polícia Federal à época do regime.

Há também dados mais recentes, como os produzidos após a redemocratização. Três incursões ao Pará e Tocantins renderam mais de 300 depoimentos sobre a Guerrilha do Araguaia (ocorrida no começo dos anos 1970); os oito anos de trabalho da Comissão da Anistia do Ministério da Justiça acumularam 60 mil processos sobre perseguições, demissões arbitrárias, tortura e exílio nos 21 anos de regime militar. Ainda há acervos como os do Brasil, Nunca Mais e de particulares como do Major Curió sobre o Araguaia, revelado no ano passado, e que o Ministério Público tenta obter.

“A Comissão da Verdade não realizará seu trabalho partindo do zero”, diz Paulo Abrão, presidente da Comissão da Anistia. Ele espera, no entanto, que a comissão tenha acesso aos arquivos da inteligência do Exército, Marinha e Aeronáutica. “O desafio da Comissão estará em chegar a esses documentos e verificar sua veracidade”, disse à Agência Brasil. Desde a redemocratização na década de 80, os militares afirmam, no entanto, que os documentos desses centros de informação foram destruídos.

Paulo Abrão é um dos seis membros do grupo de trabalho (GT) nomeado na última quarta-feira (27) pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para elaborar até abril o anteprojeto de lei que institui a Comissão Nacional da Verdade. Os outros participantes são Erenice Guerra (secretária executiva da Casa Civil), ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), Vilson Marcelo Vedana (consultor jurídico do Ministério da Defesa), Marco Antônio Barbosa (presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos) e Paulo Sérgio Pinheiro (ex-secretário de Direitos Humanos, representante da sociedade civil no GT). A Casa Civil coordena os trabalhos.

Para o presidente do Clube Militar, general Gilberto Figueiredo, “à primeira vista, a formação do grupo parece completamente desequilibrada. Parece difícil pensar em isenção”. Em sua opinião, o GT poderia ter um representante do Ministério da Defesa, um da Secretaria dos Direitos Humanos e os demais seriam historiadores e cientistas políticos que “examinem os fatos, sem a carga de paixão”. O general disse não ver problemas na instalação de uma comissão da verdade, “para verificar o que realmente ocorreu”.

Na avaliação do cientista político Paulo Sérgio Pinheiro, “essa coisa de dois lados é conversa fiada. Só há um lado para se apurar: o da responsabilidade dos agentes do Estado”. O ex-secretário pontua que o GT e a Comissão Nacional da Verdade deverão trabalhar com base no diálogo e no que já está previsto em lei; como a Lei nº 9140/95, que reconheceu como mortas as pessoas desaparecidas durante o regime militar.

O presidente da Comissão da Anistia, Paulo Abrão, reforça a necessidade de diálogo e também descarta que haja dois lados para serem apurados. “Não podemos raciocinar nesses termos. O pressuposto primeiro é que todas as partes têm intrínseca vontade em apurar a verdade”


FONTE: Agência Brasil
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