Gosto de escrever sob estado de livre fluxo da consciência. Cada mensário é formado por 7 denários, com base no Calendário SPIN, Sistema Poético Informativo Nat.Numa visão remota vi um buraco negro a evaporar-se durante 13,8 trilhões de anos. Há 13,7 trilhões de anos liberou ejetou ricocheteou seu núcleo informacional de 10^13700 nat Nat é a unidade que mede a informação do núcleo informacional de buracos negros Toda existência tem 10^13700 anos de vida, tempo que não precisa ser 100% vivida.
Tipos de Spin *** Calendário Spin *** Curriculo
Dia 13 Dia 14 Dia 15 Dia 16 Dia 17 Dia 18 Dia 19 Dia 20 Dia 21Dia 22 Dia 23 Dia 24
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Dia 73 Dia 74
15/09/2009
Belo Blog
"Belo Blog"
Estou muito feliz com este elogio, não é todo dia que isto acontece.
Muito obrigado,
Meu amor bandido - 2/70 (I)
Gostar de forma apaixonada, patológica, é uma doença terrível.
MAB voltou.
E voltou com uma incrivel maciez, não há como descrever com palavras tamanho encanto e beleza em corpo, alma e voz.
Após uns 6 meses de afastamento por causa do meu ciume extremo, da minha vigilancia cerrada, MAB voltou.
No entanto noto que o retorno será breve, face esta minha paixão exarcebada, esta doença parece não ter cura.
Trata-se de uma novela que já dura mais de 3 anos.
Ontem cai na besteira de deixar MAB em casa com skype e telefone à disposição, bem "à vontade."
Detalhe embutido na "bondade": deixei o celular atrás do computador na opção "gravando áudio."
Não é que MAB descobriu o motivo de tamanha "bondade", na verdade uma arapuca?
Estou morrendo de vergonha do ocorrido.
Vê se tem cabimento, deixar de curtir para vigiar.
Esta coisa crônica.
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Abaixo, logo após a palavra "contemporânea" clique em mab1 para acessar os demais capítulos desta monografia
Meu amor bandido - 1/70 (I)
E eu, metido no meu universo, bati o telefone na cara de MAB
Cancelei
Por causa desta minha obra, resolvi voltar atrás
Abri a porta para MAB
Impossível a amizade entre nós
Também não sou flor que se cheira
Não é que ontem eu tive a capacidade de...
Deixa prá lá
Melhor mudar o nome desta obra para
( ) Teu amor bandido (TAB)
Agora entendo o significado = importância de TAB
TAB quer vir aqui pra casa para prepararmos um rango = comida
Eu deveria ter recebido TAB?
Um momento, o telefone toca, é TAB
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Abaixo, logo após a palavra "contemporânea" clique em mab1 para acessar os demais capítulos desta monografia
Mab
Começa aqui uma nova sequência.
Sequência se escreve sequência = continuidade = história
Título: Mab"
Aguardem, são muitas histórias a serem contadas.
Dos textos brotarão fotografias, vídeos, áudios, etc.
Não há data para a conclusão da obra.
Ao final de "Mab I" teremos Mab II, Mab III, Mab IV...
Assim como Rocky, O Lutador
* Meu Amor Bandido
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Logo abaixo, na sequência "spin, textos, arte, literatura, contemporânea" clique na tag "descamba" e, em seguida, clique na tag "mab."
Esta obra começou na época do português arcaico, daí o não uso da nova ortografia na marcação dos textos.
Olga Benário e o STF
Nos anos 30, o STF tomou um vergonhosa decisão que desonra até hoje a história do nosso país.
14/09/2009
A visão insurpotável da intolerância
Por Luis Nassif
De repente, sem que procurasse, um petardo caiu na cobertura da mídia. Um italiano branco, casado com uma pernambucana negra e apaixonado pela filha mestiça de oito anos, é vítima de racismo. Dois deformados morais não conseguem aceitar que um branco estrangeiro possa ter amor paterno por uma filha negra de oito anos.
O italiano é preso, acusado de pedofilia, em um episódio de repercussão internacional. Nenhum funcionário do hotel, nenhum hóspede confirmou a versão dos dois deformados morais. O italiano é colocado em condicional e faz um apelo para a imprensa do seu país não descontar a agressão na comunidade brasileira – à qual pertence sua mulher e sua filha.
Ter-se-ia, aí, um episódio exemplar a ser explorado. A falta de preconceitos do italiano – vindo de uma cultura historicamente racista (que o digam nossos antepassados italianos) -, o amor por uma negra que atravessou o Atlântico. A maneira nobre com que a esposa reagiu ao racismo dos delatores. Mas como poderia uma negra ser uma esposa exemplar de um branco estrangeiro, constituir uma família padrão com um italiano, tendo ambos gerado uma negrinha? Esse, o rebotalho ético que permeou as acusações e a proteção geral da mídia contra os deformados morais delatores.
Poderiam ter sido entrevistados os vizinhos da moça no Recife, correspondentes poderiam ter ido à cidade da família, na Itália, para reconstituir uma história exemplar de como, nesses tempos de intolerância, uma família representativa de um dos pilares da civilização – a convivência igual entre culturas e cores diferentes – foi alvejada pelo preconceito.
Essa a bomba que caiu sobre a mídia.
Em outros tempos, em um país menos tolerante com os preconceitos, renderia belíssimas matérias em que o ângulo principal seria o amor de um italiano branco por uma pernambucana negra e sua paixão pela filha mestiça, um episódio que engrandece, que junta continentes, que permite ver a humanidade como algo único, sem as divisões entre países, partidos e cores. Entrevistariam a esposa, que relataria cenas familiares, a relação do marido com a filha, descreveria uma casa normal, um pai babão.
Mas seria intolerável.
Nesses tempos de lambança moral, de escatologia, em que o único ângulo de cobertura é o esgoto, o podre, o preconceito, o elitismo provinciano, o caso do italiano poderia inspirar movimentos insuportáveis em favor da tolerância, da convivência pacífica.
Sendo assim, encerre-se o episódio. Evitem-se ataques aos dois deformados morais, porque seus rostos poderiam estar refletidos no fundo do espelho.
Fonte: http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/14/a-visao-insuportavel-da-tolerancia/
