Gosto de escrever sob estado de livre fluxo da consciência. Cada mensário é formado por 7 denários, com base no Calendário SPIN, Sistema Poético Informativo Nat.Numa visão remota vi um buraco negro a evaporar-se durante 13,8 trilhões de anos. Há 13,7 trilhões de anos liberou ejetou ricocheteou seu núcleo informacional de 10^13700 nat Nat é a unidade que mede a informação do núcleo informacional de buracos negros Toda existência tem 10^13700 anos de vida, tempo que não precisa ser 100% vivida.
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26/10/2011
STF mantêm Exame da OAB
Que o direito ao trabalho, previsto na CF, se sobreponha ao corporativismo da OAB. Afinal de contas, quem se forma em medicina, que lida diretamente com a vida, não é obrigado a passar por vestibular dos CRM. Embora a advocacia seja função essencial à Justiça, o que diferencia a profissão das demais, não nos esqueçamos de que, quanto aos jornalismo, é dispensado qualquer diploma ou nível de conhecimento para o seu exercídio. A título de ser essencial a OAB pratica uma injustiça ao não permitir o aumento da quantidade de advogados atuando no País e faz uso através do famoso Exame que, na maioria dos paíese, é aplicado pelo Estado e não pela Entidade regulamentadora da profissão. O que não se justifica que é os graduados se submeta a um certame tão difícil como os aplicados em concurso para a magistratura apor exemplo, o que fez com que recentemente 90% dos candidatos fossem reprovados, reforçando a reserva de mercado neste importante setor de prestação de serviços à população, encarecendo os honorários dos profissionais e evitando assim o acesso dos pobres à Justiça. O mercado antes de tudo, não é mesmo.
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Atualização - 26/10/11
Que surpresa! O STF acabou o pleito da OAB e manteve o Exame. Ontem foi mesmo um dia fatídico para o Brasil. A população que não tem acesso aos serviços de advocacia por causa da reserva de mercado, vai se ferrar cada vez mais. Me lembro agora de um texto de Henfil, uma daquelas "Carta à Minha Mãe." Numa das cartas ele falava das injustiças no Brasil e fechava o texto com a frase que dizia mais ou menos isso "Mãe, um caminhão de advogados para o povo!" Realmente ontem foi o dia dos 1%, esta carta que mama nas tetas deste país. O STF alegou estar defendendo a sociedade ao optar pela manutenção deste "vestibular". Ah é? Ou defendendo o mercado dos cursinhos ao obrigar o aluno, depois de desembolsar 50.000 $ com a graduação gastar mais 50.000 $ com os tais cursinhos, com o do Gilmar Mendes por exemplo. Defendendo a sociedade ou o mercado? Que dia triste o de ontem, se bem que não era isso mesmo o que se esperava. O Brasil pertence à OAB e ao pig 1%. E vamo que vamo.
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Atualização - 26/10/11
Que surpresa! O STF acabou o pleito da OAB e manteve o Exame. Ontem foi mesmo um dia fatídico para o Brasil. A população que não tem acesso aos serviços de advocacia por causa da reserva de mercado, vai se ferrar cada vez mais. Me lembro agora de um texto de Henfil, uma daquelas "Carta à Minha Mãe." Numa das cartas ele falava das injustiças no Brasil e fechava o texto com a frase que dizia mais ou menos isso "Mãe, um caminhão de advogados para o povo!" Realmente ontem foi o dia dos 1%, esta carta que mama nas tetas deste país. O STF alegou estar defendendo a sociedade ao optar pela manutenção deste "vestibular". Ah é? Ou defendendo o mercado dos cursinhos ao obrigar o aluno, depois de desembolsar 50.000 $ com a graduação gastar mais 50.000 $ com os tais cursinhos, com o do Gilmar Mendes por exemplo. Defendendo a sociedade ou o mercado? Que dia triste o de ontem, se bem que não era isso mesmo o que se esperava. O Brasil pertence à OAB e ao pig 1%. E vamo que vamo.
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25/10/2011
AGU irá à Justiça para reaver R$ 38 milhões pagos ao consórcio responsável pelo Enem 2009
Folha, dona da Gráfica Plural vai pagar?
Por Gilmar Crestani, no Folha Corrida
Amanda Cieglinski, Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Advocacia-Geral da União (AGU) prepara uma ação para exigir que seja devolvido aos cofres públicos o dinheiro pago em 2009 ao consórcio Connasel, responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Naquele ano, um exemplar da prova foi furtado da gráfica responsável pela impressão do material. O exame teve que ser cancelado às vésperas da aplicação e o contrato com o consórcio foi rompido.
Continue lendo em SPIN na Rede, no Luis Nassif Online
Comentário ao post "Gastos do governo com publicidade caem 42%" ou O pig* vai mostrar as obras?
Uma péssima notícia este levantamento acerca dos gatos de Dilma com publicidade. O pig voltou a receber a maior parte da verba. Apesar de agraciada com verbas do governo não para de latir e levantar infâmias. Mas o pior de tudo é que estamos carecas de saber que não adianta um governo morrer de trabalhar se suas obras não são mostradas, ainda mais tendo os meios de comunicação na oposição.
Tomemos SP como exemplo, qualquer obra que tenha financiamento do governo, o Rodoanel por exemplo, fica como sendo exclusivamente do governo tucano, em MG idem, em Go... A propósito, qual é mesmo o valor gasto, bem como o previsto para serem gastos por publicidade por Alckmin, Beto Richa. Alckmin gastou milhões com compra de Veja, Folha, Estadão e Época, do consórcio PIG, para distribuir às escolas de SP, e olhe lá que este gasto nem entrou como publicidade e sim como "gasto com educação." Um recado para a Secretária de Comunciação Social (SECOM): Acorda, Helena Chagas! Vc é uma ótima pessoa, excelente técnica, mas politicamente deixa a desejar. Não adianta um governo morrer de trabalhar se suas obras não são divulgadas. Helena, vc acha mesmo que o pig vai mostra alguma coisa de boa feita por Dilma. Espere sentada.
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* Partido da Imprensa Golpista , sobre o significado exato consulte a wikipedia
Governo estuda desonerar teles
"O faturamento no primeiro semestre das empresas foi de mais de R$ 100 bilhões e elas devem fechar o ano com um a arrecadação recorde", disse o ministro.
Só falta é as teles terem 100% de isenção fiscal. Prá que mesmo que FHC privatizou as teles. O próprio Bresser Pereira, quando ainda tucano de carteirinha, chamou FHC de menino tolo, isto por ter vendido a galinha dos ovos de ouro: bilhões de reais levados para as matrizes na Espanha, Portugal, Itália...Contratos draconianos assinados por FHC impedem queda de preços.
A União arcou com débitos fiscais e trabalhistas. Segundo Bresser, não seria necessário ter vendido o sistema Telebrás, que incluia Embratel, empresas de telefonia em todos os Estados, prédios e mais prédios e um excelente Centro de Pesquisa e Teconologia onde os cientistas brasileiros não ficam atrás em relação a países de primeiro mundo. Ao invés de manter as telecomunicações nas mãos da União e permitir que Vivo, Claro e Tim viessem prá cá competir nada disso ocorreu. Privatizou-se e, agora, como se vê, as teles não desmamaram da tetas do Estado. Reativação da Telebrás já.
Segundo o ministro, para uma empresa se beneficiar da isenção fiscal, porém, ela terá que se comprometer a investir em regiões menos favorecidas e com cobertura de serviço menor.
Ministro, será que as empresas vão mesmo obedecer esta cláusula do contrato? Telefone tem em quanto é cidadezinha do nordeste, só não faz em funcionar. Os orelhões então... E banda larga para todos. Pelo menos antes da privatização a assinatura básica de um telefone custava R$ 3,00 e os serviços eram de qualidade inclusive em regiões inóspitas, hoje o preço é algo em torno de 40,00, não tem orelhões em regiões carentes, nem técnicos para fazer o conserto dos que estragam, onde tem sinal de telefonia celular não funciona porque as torres são uma porcaria, e para funcionar basta que se coloquem mais umas peças nas torres. Enfim, faturam 100 bilhões mas é pouco.
Querem mais e mais. Até parece que o Brasil tem que sustentar paises quebrados como Espanha, Portugal, Itália. Ou seria isso uma nova forma de colonialismo, pois que parece com os velhos tempos do Brasil Colônia, quando o país tinha que enviar toda a sua riqueza para Portugal. Parece que não mudou nada, a não ser a nova forma de escravidão. A sangria é a mesma. Acorda, Bernardo!
Fiz este comentário a partir deste artigo:
Governo estuda desonerar teles
Por raquel, no LNO, da Folha.com Da Folha.com
Governo prepara pacote de isenção fiscal para telecomunicações
LEILA COIMBRA
DO RIO
O governo vai enviar ao Congresso Nacional nos próximos 15 dias uma MP (medida provisória) prevendo um pacote de isenção tributária para o setor de telecomunicações.
O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) disse nesta segunda-feira que dentre os impostos que serão reduzidos estão o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS e COFINS. O objetivo, segundo o ele, é elevar os investimentos do setor.
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As fraudes da mídia com o ENEM
Será que a imprensa utilizará os mesmos critérios usados para desacreditar o ENEM 2011 feito por 4 milhões de estudantes em todo o Brasil para o exame da Fuvest 2011?
Inep investiga como repórter fraudou prova do Enem ( Link )
Site:Terra
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) afirmou nesta segunda-feira que abriu uma investigação para apontar possíveis erros que permitiram um repórter do jornal carioca O Globo fraudar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nesta segunda-feira, o jornalista Lauro Neto contou como fez para vazar o tema da prova da redação - divulgado pelo jornal na internet às 13h59 de domingo, uma hora antes do horário permitido aos estudantes deixar o local de provas.
"Bateu vontade de ir ao banheiro. Como não havia nenhum fiscal por perto, decidi testar a segurança da prova e mandei um SMS para a equipe de reportagem do GLOBO com o tema da redação: 'Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado'. (...) Deu tempo até de mandar outro torpedo com os títulos e autores dos textos da coletânea", disse em texto publicado no site do jornal na manhã de hoje.
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Inep investiga como repórter fraudou prova do Enem ( Link )
Site:Terra
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) afirmou nesta segunda-feira que abriu uma investigação para apontar possíveis erros que permitiram um repórter do jornal carioca O Globo fraudar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nesta segunda-feira, o jornalista Lauro Neto contou como fez para vazar o tema da prova da redação - divulgado pelo jornal na internet às 13h59 de domingo, uma hora antes do horário permitido aos estudantes deixar o local de provas.
"Bateu vontade de ir ao banheiro. Como não havia nenhum fiscal por perto, decidi testar a segurança da prova e mandei um SMS para a equipe de reportagem do GLOBO com o tema da redação: 'Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado'. (...) Deu tempo até de mandar outro torpedo com os títulos e autores dos textos da coletânea", disse em texto publicado no site do jornal na manhã de hoje.
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Anonymous contesta revista Veja
Este video foi pescado na postagem "Ex-PM diz não ter provas contra Orlando e Agnelo"
Meu comentário
Nos EUA o Anonymous no "Ocupar Wall Street" tem tomado uma posição contra as grandes corporações, esperamos que esta mensagem seja um sinal de que aqui no Brasil o grupo não cairá nesta hipocrisia destas poderosas corporações que são nossos meios de comunicação que, é claro, não permitem o fim da reserva de mercado, não querem a abertura no setor, não aceitam o fim do funcionamento em forma de cartel, o que é ruim para o Brasil e para os novos profissionais do jornalismo que, quando se formam, não tem outra opção senão fazer parte do esquema elite política = elite midiática do qual a Veja é um dos seus expoentes.
Meu comentário
Nos EUA o Anonymous no "Ocupar Wall Street" tem tomado uma posição contra as grandes corporações, esperamos que esta mensagem seja um sinal de que aqui no Brasil o grupo não cairá nesta hipocrisia destas poderosas corporações que são nossos meios de comunicação que, é claro, não permitem o fim da reserva de mercado, não querem a abertura no setor, não aceitam o fim do funcionamento em forma de cartel, o que é ruim para o Brasil e para os novos profissionais do jornalismo que, quando se formam, não tem outra opção senão fazer parte do esquema elite política = elite midiática do qual a Veja é um dos seus expoentes.
A era da selvageria
Autor: Luis Nassif, em seu blog
O vale-tudo da informação chegou a um ponto sem retorno.
Historicamente, as jovens gerações de jornalistas entram com todo gás, querendo fazer carreira e, para tanto, seguindo os critérios de avaliação das direções. Se os critérios são tortos, forma-se uma geração torta. Foi assim com o rescaldo da campanha do impeachment, que consagrou os profissionais que mais atentaram contra os princípios jornalísticos, os que mais inventaram notícias, que se apossaram de matérias de terceiros.
O momento atual é o mais escabroso da moderna história da imprensa brasileira.
Na transição de gerações, existem os jornalistas experientes, servindo de referência e de moderação para os mais apressados. Cabe a essas figuras referenciais ensinar os limites entre jornalismo e ficção, o respeito aos fatos e as técnicas que permitam tornar as matérias atraentes sem apelar para a ficção ou para os ataques difamadores. Principalmente, cabe a eles mostrar os valores universais da civilização, o respeito ao direito sagrado da reputação, o pressuposto de que as acusações precisam vir acompanhadas de provas ou indícios relevantes, o direito de se ouvir, sem viés, a defesa do acusado, o uso restrito do jornalismo declaratório.
A questão é que esse meio campo está com lacunas.
O episódio Orlando Dias mostrou jornalistas consagrados, que deveriam fazer o contraponto, ajudando a criar o clima de expectativa em cima das capas de Veja. São jornalistas que estão fartos de saber que a revista não segue princípios jornalísticos, que mente, difama, blefa, que promete provas que nunca aparecem. Mas não se pejaram de aproveitar o embalo para atacar adversários históricos.
Outros jornalistas, com história e credibilidade, preferiram recolher-se ao seu próprio trabalho, pela notória impossibilidade de remar contra uma tendência irreversível de consolidação do jornalismo de esgoto.
Fazem bem em se poupar e não tentar remediar o irremediável.
FONTE: www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-era-da-selvageria
O vale-tudo da informação chegou a um ponto sem retorno.
Historicamente, as jovens gerações de jornalistas entram com todo gás, querendo fazer carreira e, para tanto, seguindo os critérios de avaliação das direções. Se os critérios são tortos, forma-se uma geração torta. Foi assim com o rescaldo da campanha do impeachment, que consagrou os profissionais que mais atentaram contra os princípios jornalísticos, os que mais inventaram notícias, que se apossaram de matérias de terceiros.
O momento atual é o mais escabroso da moderna história da imprensa brasileira.
Na transição de gerações, existem os jornalistas experientes, servindo de referência e de moderação para os mais apressados. Cabe a essas figuras referenciais ensinar os limites entre jornalismo e ficção, o respeito aos fatos e as técnicas que permitam tornar as matérias atraentes sem apelar para a ficção ou para os ataques difamadores. Principalmente, cabe a eles mostrar os valores universais da civilização, o respeito ao direito sagrado da reputação, o pressuposto de que as acusações precisam vir acompanhadas de provas ou indícios relevantes, o direito de se ouvir, sem viés, a defesa do acusado, o uso restrito do jornalismo declaratório.
A questão é que esse meio campo está com lacunas.
O episódio Orlando Dias mostrou jornalistas consagrados, que deveriam fazer o contraponto, ajudando a criar o clima de expectativa em cima das capas de Veja. São jornalistas que estão fartos de saber que a revista não segue princípios jornalísticos, que mente, difama, blefa, que promete provas que nunca aparecem. Mas não se pejaram de aproveitar o embalo para atacar adversários históricos.
Outros jornalistas, com história e credibilidade, preferiram recolher-se ao seu próprio trabalho, pela notória impossibilidade de remar contra uma tendência irreversível de consolidação do jornalismo de esgoto.
Fazem bem em se poupar e não tentar remediar o irremediável.
FONTE: www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-era-da-selvageria
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