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21/03/2011

Hoje são 7 de júpiter

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09:42 - Arte é ou não é representação - II
09:15 - Arte é ou não é representação - I
08:38 - Email ao Alexandre Pereira: Arte e mistério ou O mistério da arte
07:00 - Mesa redonda com curadores no Centro Cultural UFG

04/07/2010

Bienal de SP confirma 148 artistas e quer olhar mais amplo para a política

MARIO GIOIA
Colaboração para o UOL

A 29ª Bienal de São Paulo confirmou, em entrevista coletiva realizada nesta terça (1º), os 148 artistas (veja aqui a lista) participantes da principal exposição de artes visuais em âmbito nacional e uma das principais bienais do mundo. O evento tem abertura para convidados em 21 de setembro e é inaugurado para o público em 25 de setembro, seguindo até 12 de dezembro. Uma novidade é que o Pavilhão da Bienal ficará aberto todos os dias, não sendo fechado às segundas para manutenção, como tradicionalmente acontecia.
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No encontro com a imprensa, no qual apenas o angolano Fernando Alvim não participou -- ele é um dos curadores internacionais convidados, ao lado da espanhola Chus Martinez, da venezuelana Rina Carvajal, do sul-africano Sarat Maharaj e da japonesa Yuko Hasegawa -- os curadores chefes Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias destacaram o fato de a Bienal quase não ter ocorrido, em razão da crise financeira pela qual passou a instituição durante a presidência de Manoel Pires da Costa.
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“É um momento especial. Há um ano atrás, não sabíamos se a Bienal era possível”, afirmou o presidente da Fundação Bienal, Heitor Martins, que informou que o orçamento da 29ª edição do evento é de R$ 30 milhões -- quase quatro vezes mais que os R$ 8 milhões gastos pela exposição anterior, em 2008, com curadoria de Ivo Mesquita e Ana Paula Cohen, que ganhou o apelido de “Bienal do Vazio”. “Por meio de um projeto consistente e de transparência, conseguimos a adesão da sociedade”, disse Martins.

O artista Antonio Dias, que participa desta Bienal, posa em 2005 junto a instalação sua
LISTA DOS ARTISTAS DA BIENAL

Apesar da avalanche de críticas que a “Bienal do Vazio” recebeu no Brasil, Farias defendeu o “esforço” de Mesquita e Cohen e disse que a própria manutenção da exposição “dignificou o legado da Bienal de São Paulo”. Mas enfatizou as diferenças em relação à mostra anterior. “A 29ª Bienal recupera a tradição do que já foi muito bem feito e não é uma exposição do modo convencional. Ela faz a celebração da arte e da política em outra chave, não literal, e é um espaço que busca o intercâmbio e as fricções”, disse ele.

Figuras menos celebradas e registros de pichação

Como exemplo, Farias informou que a curadoria descartou leituras comuns do que é político na arte brasileira, como a produção de nomes como Portinari, Di Cavalcanti e da nova figuração, “já muito vistos”. Destacou a inclusão de figuras menos celebradas da arte nacional como centrais nesta edição, como Flávio de Carvalho (“lido muitas vezes somente como um dadaísta”) e Oswaldo Goeldi (“mostra que o Brasil também é triste, soturno”). A geração de tom conceitual que surge mais fortemente no final dos anos 60 e início dos 70 é marcante na exposição, com a inclusão de nomes como Artur Barrio, Cildo Meireles, Amelia Toledo, Lygia Pape, Antonio Manuel e Antonio Dias (“O trabalho de Dias não é visto como político, mas o é, em um sentido de experimentação”).

Não tenho certeza se é arte o não, mas certamente o trabalho deles [pichadores] é políticoAgnaldo Farias, curador da Bienal

Farias disse que outro dos objetivos da curadoria é gerar diálogos entre obras e artistas que não são usuais. Assim, as “Constelações” de Mira Schendel, com seus grafismos, serão colocadas próximas aos registros dos pichadores convidados para o evento -- que apenas exibirão documentação sobre suas ações, como filmes, fotografias, vídeos e slideshows (em 2008, durante a abertura da Bienal, um grupo de pichadores realizou ação coordenada e pichou as paredes do andar vazio da exposição). “Não faria sentido convidá-los para pichar e nem eles querem ser ‘cooptados’ pela instituição. Não tenho certeza se é arte ou não, mas certamente o trabalho deles é político. É uma produção potente, uma voz ruidosa e que fala com propriedade sobre alguns assuntos.”

Moacir dos Anjos, questionado pelo UOL sobre a leitura que a 29ª Bienal fará sobre Hélio Oiticica, certamente o nome mais incensado das artes visuais do país em âmbito internacional, acredita que ainda há espaço para novas leituras sobre a sua obra. “Serão dois conjuntos. Um deles terá o pensamento de Hélio sobre o que é ser herói, o que é ser marginal e seus ecos na arte de hoje. O outro recorte trará os projetos de utopia e distopia do artista, que serão vistos lado a lado de projetos do mesmo teor de agrupamentos como o Archigram [grupo de arquitetos britânicos utópicos, formado nos anos 60] e o Superstudio [grupo de arquitetos italianos utópicos, formado nos anos 60].”

Os curadores lamentaram o corte de Lygia Clark do evento, em razão de imposições, segundo eles, feitas pela associação cultural O Mundo de Lygia Clark, que detém os direitos sobre a obra da artista. “Havíamos pedido somente o ‘Caminhando’ [obra de 1963], mas nos foram feitas várias exigências, entre elas quem faria o texto sobre a artista, e não podíamos concordar com isso”, afirmou Farias.

29ª BIENAL DE SÃO PAULOQuando: abertura para convidados, 21/9; abertura para o público, 25/9; de segunda a quarta, das 9h às 19h, quinta e sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das 9h às 19h; até 12/12Onde: Pavilhão da Bienal (parque Ibirapuera, portão 3)
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Reuni em 3 dos meus 74 blogs, 3 artigos sobre a 29a.Bienal
http://josecarloslima54.blogspot.com/
Isso também
http://josecarloslima55.blogspot.com/
Isso,,,isso!
http://josecarloslima56.blotspot.com/
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Os pichadores na 28a. Bienal, a do vazio, a última, lembro-me que lutamos ativamente pela libertação da pichadora Piveta
No texto o autor escreveu 29a. Bienal no lugar de 28a.,,melhor assim, pois se estivesse escrito corretamente o serviço de busca do Google não me teria trazido este texto,,a conferir:
http://arteatual.blogspot.com/2008/10/29-bienal-de-so-paulo-em-vivo-contato.html ...

08/02/2010

A Nós, os antropófagos, e a Semana de 22



Vejo São Paulo como um espaço onde ocorre uma constante tensão entre o velho e o novo.
Na Semana de Arte Moderna de 1922, há 88 anos, num 13 de fevereiro, que estas duas forças se digladiaram.
Esta briga continua até hoje, estando presente na arte, na literatura, na política, etc.
No palco do Teatro Municipal, quem ousou inovar foi criticado, artistas como Villa Lobos foram vaiados pelos conservadores presentes na platéia.
É que até então somente só se aceitava o academicismo, uma arte feita de forma exata, como se fosse fotografia da realidade.
Quando os artistas vieram a público para acabar com o academicismo, sofreram forte resistência por parte do conservadorismo.
Esta luta entre o velho e novo perdura até hoje, sendo que, na política, é desnecssário de dizer que estão no poder aqueles que ousaram inovar na Semana de 22.
Imperdível o texto que segue abaixo, sobre a Semana de Arte de 22.


Mazé Leite *

Em junho de 1556, os índios caetés – que habitavam uma parte do litoral alagoano – fizeram um verdadeiro banquete antropofágico: devoraram o primeiro bispo do Brasil (que era português), dom Pedro Fernandes de Sardinha. Por causa disso, os índios foram dizimados em cinco anos de guerra. “Tupi, or not tupi, that is the question”, diria Oswald de Andrade, 370 anos depois, em seu Manifesto Antropófago.


Em 1913, a Pinacoteca de São Paulo realizou uma Exposição de Arte Francesa, trazendo da Europa exemplares de mobiliário e decoração franceses, além de pinturas, com o intuito de inspirar, na sociedade paulistana, a estética do bom gosto europeu. A elite brasileira fazia questão, desde o século 19, de se manter em conformidade com a cultura europeia, importando os valores estrangeiros. Isso gerava também, é claro, alguns aspectos de distinção de classe, uma vez que não desejava ser confundida com negros, índios, mulatos, mestiços. Mais uma vez Oswald: “Foi porque nunca tivemos gramáticas, nem coleções de velhos vegetais. E nunca soubemos o que era urbano, suburbano, fronteiriço e continental”...

Mas o que esses dois fatos têm em comum? Exatamente a Semana de Arte Moderna de fevereiro de 1922, que se realizou há exatos 88 anos completados no próximo dia 13 de fevereiro.

A nata da sociedade paulistana que, naquelas três noites, subiu as escadas do Teatro Municipal de São Paulo – vestida rigorosamente à caráter para assistir a apresentações musicais de Heitor Villa-Lobos e Guiomar Novais, conforme dizia um pequeno reclame escondido num canto dos jornais da época – jamais poderia imaginar de que seria, muito à contragosto, testemunha histórica de um momento de virada na vida artística e cultural brasileira. Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Graça Aranha, Menotti Del Picchia, Di Cavalcanti, Anita Malfatti e outros jovens artistas brasileiros convencidos de que um salto havia que ser dado – um salto para DENTRO do Brasil, pois os ventos da modernidade forçavam esse salto – chocaram a platéia do teatro lotado, enquanto Ronald de Carvalho declamava em alto e bom som o poema “Os Sapos”, de Manuel Bandeira, que criticava o gosto da refinada poesia parnasiana:
“Em ronco que aterra,
Berra o sapo-boi:
- "Meu pai foi à guerra!"
- "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!"
O sapo-tanoeiro,
Parnasiano aguado,
Diz: - "Meu cancioneiro
É bem martelado.”


As linhas neoclássicas dos detalhes arquitetônicos do Teatro Municipal pareciam vir abaixo! Vendo-se pega numa espécie de flagrante, a elite paulistana desabou em uivos, gritos e vaias, e o caos tomou conta da Semana de Arte Moderna de 1922. Nos dias que se seguiram, os jornais registravam aquele evento como uma “verdadeira falta de respeito” à gente tão refinada, à nata da sociedade paulistana! Um bando de rapazes e moças enlouquecidos, recitando poemas sem rima, sem metro, e mostrando pinturas e esculturas que eram um acinte ao gosto neoclássico e parnasiano da época! Um horror! As damas e os cavalheiros de Higienópolis e dos Campos Elíseos tinham sido acintosamente agredidos por aquele bando de loucos futuristas (denominação que se dava aos modernistas na época).

Mas além dos gritos histéricos e dos apupos, as senhoras e os senhores deixaram bilhetes malcriados atrás das pinturas expostas no hall do teatro, incapazes de achar beleza num homem que parecia sofrer do fígado de tão verde, numa tela de Anita Malfatti. Os modernistas haviam conseguido sacudir a modorrenta e provinciana elite de São Paulo, como o desejara Di Cavalcanti, que havia sugerido a Paulo Prado (escritor) a realização de "uma semana de escândalos literários e artísticos de meter estribos na burguesiazinha paulistana".

Eram os índios caetés de volta ao palco, sobre os ombros de Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Mário de Andrade, Di Cavalcanti e dos outros! A elite brasileira concentrada no Rio de Janeiro e em São Paulo, vivia sob os eflúvios da vida europeia, sua referência para todos os seus valores. A Europa estava lá para ser imitada e idolatrada! Nada da cultura da gentalha nacional, “peste dos chamados povos cultos e cristianizados”, diria Oswald de Andrade.

A Semana de Arte Moderna amplificou-se ao longo das décadas, e suas influências se seguiram além das três noitadas caóticas e ruidosas. Teriam feito ruído, os índios, enquanto comiam o bispo? Sua antropofagia alcançou os tempos novos que começavam com o modernismo brasileiro: já que “o de fora” é inevitável e deve ser assimilado, que ele seja primeiro deglutido! Deglutição pós deglutição, nas artes plásticas, Anita Malfatti e Di Cavalcanti, e depois Portinari, Tarsila do Amaral, Clovis Graciano, Carlos Scliar, Quirino e Hilda Campofiorito, Lívio Abramo – e tantos outros – expressaram em suas obras o efeito colateral da refeição cujo prato era (sempre) o modelo europeu: já que a nova estética exigia novos pincéis e novas formas de pintar, que se pintasse o Brasil. Que se modernizasse o Brasil.

Essa onda modernista alcançava também o outro lado da cidade, a região do Brás e do Cambuci, aonde viviam os operários e os imigrantes pobres, como o pintor Alfredo Volpi. Esses artistas que estavam desse lado da cidade, criaram o chamado Grupo Santa Helena, que era uma comunidade de artistas que se encontravam para trabalhar e aprender juntos num mesmo prédio do centro de São Paulo. Desses modernistas de outro calibre – uma vez que não eram intelectuais como os outros – surgiram pintores como Rebolo, Aldo Bonadei, Clovis Graciano, Mário Zanini, etc, que foram reconhecidos a partir da década de 30.

Hoje, ano 454 da Deglutição do Bispo Sardinha, os efeitos da Semana de Arte Moderna de fevereiro de 1922 ainda continuam lançando suas questões: como defender a cultura brasileira em meio a um mundo “globalizado”? Como defender as artes plásticas dessa “arte” vazia de sentido e conteúdo, minimalista e cansativa (e já agonizante)? Como argumentar contra o idealismo conceitual que antecede a obra? Como permitir que possibilidades infinitas não sejam subjugadas pela mesmice estética imposta pelo sistema de arte atual? Como vencer o velho problema da falta de espaço para os reclames (e obras de arte) que não sejam os preferidos da mídia? Como continuar engolindo os novos Sardinha e não sofrer de indigestão? Como voltar a meter estribos na burguesiazinha metropolitana?

Oitenta e oito anos depois da eclosão modernista no Brasil, ainda vemos, felizmente, que os componentes e as facetas da realidade são riquíssimos e inumeráveis! À contragosto do atual establishment...

Como bons antropófagos, comamos-lhe!

FONTE:Vermelho
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, clique no link arte

25/09/2009

Fwd: Conferir "Cinema de Rua - Monstros de Babaloo" em Cineclube Rede Norte

---------- Forwarded message ----------
From: Arthur Leandro
Date: 2009/9/24
Subject: Conferir "Cinema de Rua - Monstros de Babaloo" em Cineclube Rede Norte
To: jose carlos lima

Cineclube Rede Norte
Estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins
Arthur Leandro
Conferir o álbum 'Cinema de Rua - Monstros de Babaloo'

Cinema de Rua - Monstros de Babaloo
Cinema de Rua - Monstros de Babaloo
Horário:22 setembro 2009 de 19:30 a 23:45 Local: General Gurjão esquina da Tv. Padre Prudêncio. Organizado por: Arthur Leandro Descriçã...
Link do álbum:
Cinema de Rua - Monstros de Babaloo

Sobre Cineclube Rede Norte
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18/09/2009

Fwd: inscrições: EXPERIMENTAÇÕES EM ARTE DIGITAL E FERRAMENTAS LIVRES SESC Pompéia / set

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A flor que vive

Antes de ler isto veja isto isto isto isto isto
A ferramenta tag está me deixando louco.
Onde eu estava para não ter atentado para a possibilidade de junção das coisas através de uma simples palavra?
Publiquei mais de 1500 postagens sem atentar para a importância de marcá-las com uma palavra para uma futura busca, reunião, religação.
Enfim, esqueci da ferramenta tag
Isto isto isto isto isto (página de recados do Carlos Sena)
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Fwd: orkut - CHAMADA =>INTERAÇÕES NAS ARTES VISUAIS

---------- Forwarded message ----------
From: Arthur Leandro
Date: 2009/9/17
Subject: orkut - CHAMADA =>INTERAÇÕES NAS ARTES VISUAIS
To: Arte


Arthur:

Estão abertas as inscrições para apresentação de trabalhos no 16º Encontro dos Alunos do Programa de Artes Visuais da EBA/UFRJ 2009. O tema deste ano é Interações nas artes visuais.
O desaparecimento das fronteiras nas artes visuais vem suscitando as mais diversas interações artísticas. A relação da criação artística com a filosofia, a poesia, a ciência, o teatro, o cinema e tantos outros ramos da cultura contribuíram para as interações nas artes visuais. A discussão das múltiplas possibilidades, interfaces e interações artísticas possíveis em nosso tempo é o tema que se põe em questão.
O 16º Encontro se realizará nos dias 10 e 24 a 27 de novembro, na Escola de Belas Artes da UFRJ e no Museu Naval, e prevê palestras e comunicações onde artistas e pesquisadores apresentarão seus trabalhos durante uma semana, em consonância com a temática do Encontro. O evento será aberto a ouvintes, que receberão certificados de participação.
Serão selecionadas comunicações cujo assunto tenha o foco em artes visuais e que traga contribuição relevante como reflexão para o campo das artes visuais.
As propostas de comunicação deverão ser enviadas até o dia 02 de outubro de 2009. O edital, contendo as normas e procedimentos, está disponível no site: www.eba.ufrj.br/ppgartesvisuais/interacoesPara maiores informações entrar em contato com:pos@eba.ufrj.br

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02/09/2009

Fwd: orkut - Carlos Sena Passos deixou um novo recado pra você!

---------- Forwarded message ----------
From: Carlos Sena Passos
Date: 2009/8/26
Subject: orkut - Carlos Sena Passos deixou um novo recado pra você!
To: josecarloslima


Carlos:
Oi querido,

esse vídeo foi feito há quase um ano atrás pela UEG e só agora, uma amiga minha que mora na Suiça, me contou que ele estava sendo exibido no Youtube, rsrsrsss..., se você der conta de ver alguém muito esquisito, confira no

http://www.youtube.com/watch?v=EZh5FwDhzl0

Abraços!

Carlos Sena

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27/08/2009

Fwd: orkut - Gesinha, A ALEGRIA evita males!!! deixou um novo recado pra você!

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From: Gesinha, A ALEGRIA evita males!!!
Date: 2009/8/16
Subject: orkut - Gesinha, A ALEGRIA evita males!!! deixou um novo recado pra você!
To: josecarloslima


Gesinha, A:

A noite abre as flores em segredo e deixa que o dia receba os agradecimentos
(R. Tagore)
Bjo e um comecinho de semana 10!!!


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26/08/2009

Fwd: orkut - Antonio Pinheiro deixou um novo recado pra você!

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From: Antonio Pinheiro
Date: 2009/7/26
Subject: orkut - Antonio Pinheiro deixou um novo recado pra você!
To: josecarloslima


Antonio:

http://www.youtube.com/watch?v=j8enypX74hU
EU NÃO SEI SE A VIDA É MAIOR DO QUE A MORTE EU SÓ SEI QUE O AMOR É MAIOR DO QUE AMBAS.

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16/06/2009

Vassoura d´agua para lavar as pedrinhas do tribunal

Autor: José Carlos Lima
O que: funcionário da limpeza usa água para lavar as pedras seixos que enfeitam os jardins internos do suntuoso Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, em Goiânia - Rio Meia Ponte

Quando: 2009
Como: com celular nokia 6120 classic
Porque: fiquei indignado ao ver a cena

Sim, fiz o registro para denunciar porque fiquei indignado a assistir à cena.
No momento do registro aproximou-se um policial militar.
Policial: o que você está fazendo?
Eu (saindo da pausa entre uma gravação e outra): um trabalho de arte.
Policial: um trabalho? que que é...
Eu: ...um trabalho de arte...é
...
Por causa da abordagem policial não senti-me à vontade para continuar o registro.
Engraçado, na época da ditadura militar era assim, o artista concretista, vejo agora na SESC TV, foi impedido de pintar.
Como se vê, até hoje é assim.

1
O mesmo tribunal que pune crimes contra o meio ambiente usa uma vassoura d´agua para lavar as pedras seixos que enfeitam o palácio dos ignorantes instalados no Tribunal de Justiça - Go em Goiânia - Rio Meia Ponte

2
Vários crimes foram cometidos aí, inclusive o uso de pedras seixos nos grandes jardins internos do palácio. Trata-se de uma barbaridade retirar as pedras seixos do fundo dos rios para enfeitar casas, praças, órgãos públicos. Onde vamos parar com isso

3
Hoje é o 19º dia útil deste mês
Esta obra continua aqui http://josecarloslima19.blogspot.com/
Até a meia noite

4
Não devemos ter medo dos confrontos.
Até os planetas chocam,
e do caos nascem as estrelas...

Charles Chaplim
(In: Frases Aleatórias no SPIN - link ao lado)

09/06/2009

NÃO É FÁCIL AMAR O DESVIANTE DO PADRÃO DE NORMALIDADE





Por Fátima Oliveira
- Médica - no blog viomundo

fatimaoliveira@ig.com.br

A INTERNAÇÃO PSIQUIÁTRICA NECESSÁRIA NÃO É CRIME

Ainda sobre sofredores mentais em "crise", quando a família não consegue mais lidar com o estágio de descontrole da doença e busca um "meio médico" de alívio para seu doente e uma trégua para si, saltam aos olhos as interpretações distorcidas dos artigos do poeta Ferreira Gullar: "Uma lei errada" (FSP, 12.4.2009); "A sociedade sem traumas" (FSP, 26.4.2009); e "Os inumeráveis estados do ser" (FSP, 17.5.2009).

Gullar conviveu por meio século com dois filhos esquizofrênicos e construiu na dor credenciais morais para emitir a sua percepção de como a Política Nacional de Saúde Mental se concretiza no cotidiano das famílias e dos doentes. Não precisamos concordar, apenas admitir que falou do alto da experiência de pai-cuidador e que seus artigos brotam dum contexto especialíssimo: conhece a fundo o assunto. Embora ame a poesia do meu conterrâneo, não morro de amores pelo Gullar analista político, mas como ousar desqualificar uma voz de experiência de décadas?

É imoral quem nunca ardeu, queimou e renasceu das cinzas, como Fênix, na lida com um familiar transtornado mentalmente tentar desacreditar quem, em nome da ética da responsabilidade, cuida do seu dizendo: "este poeta se manifesta frontalmente contra a Política Nacional de Saúde Mental brasileira e declara seu apoio decidido às práticas de internação (...) e que o que está certo é a lógica manicomial que o Brasil está deixando para trás" (Luciano Elia, psicanalista, diretor do Laço Analítico e consultor do Ministério da Saúde para a Saúde Mental de Crianças e Adolescentes).

Ignorante da frase "Seja qual for o caminho que eu escolher, um poeta já passou por ele antes de mim" (in "Freud e os poetas"), tripudiou: "Não está sozinho, Gullar, e talvez não tenha tomado esta iniciativa de moto próprio, de moto solo. Há profissionais, em sua maioria psiquiatras sequiosos por retomar o curso retrógrado da assistência psiquiátrica". Ora me compre um bode!

A lei nº 10.216 - que "Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental" - diz, sem rodeios, que é um direito da pessoa portadora de transtorno mental: "I - ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas necessidades" (art. 2°, parágrafo único); e não se omite e nem criminaliza a internação necessária, ao contrário, a prevê: "Art. 6°. A internação psiquiátrica somente será realizada mediante laudo médico circunstanciado que caracterize os seus motivos. Parágrafo único. Tipos de internação psiquiátrica: I. internação voluntária: com o consentimento do usuário; II. internação involuntária: sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro; e III. internação compulsória: determinada pela Justiça".

Não vamos dourar a pílula: não é fácil amar o desviante do padrão de normalidade, pois é extenuante amar a quem só dá trabalho. Atire a primeira pedra quem disser o contrário. É esperado que muitas famílias, no auge do desespero, acalentem o desejo de segregá-los ou de se "aliviar" por uns tempos "forçando a barra" para uma internação. Cotidianamente, vejo tais desejos de alívio no Pronto Socorro em relação a pessoas idosas, inválidas ou doentes terminais. É cruel, mas é real. Ferreira Gullar não declarou "apoio decidido às práticas de internação" e nem advogou pelo retorno das masmorras dos manicômios... O debate tem de elevar o nível para ser sério, pois "quando nem Freud explica, tente a poesia"!

Publicado em: 09/06/2009

www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdColunaEdicao=8746



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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS

jose carlos lima (08/06/2009 - 23:27) Gullar ainda vive sob os parâmetros do movimento concretista. Este movimento defendia uma poesia racional, matemática. O concretismo foi substituido pelo neoconcretismo. O neoconcretismo trouxe loucos do quilate de Hélio Oiticica e Lygia Clarck. A não ser que Gullar tenha reformulado suas idéias dias atrás, mas até recentemente ele atacava o neoconcretismo. Assim como ataca também o avanço no campo da psiquiatria.

www.josecarloslima.blogspot.com



Jane Feitosa (08/06/2009 - 21:55)
Sabe o que acho? Que há cruzes e cruzes. E pessoas e pessoas. E famílias e famílias. Não venham me dizer que não é uma cruz o cuidado com doentes mentais. Sempre é. Uns mais, outros menos. Agora ter de aguentar uns tais especialistazinhos dizerem que a família tem de aguentar tudo até morrer, ser assassinada, é demais. O governo tem de arcar com a sua responsabilidade também de apoiar o doente sempre que uma internação for indicada tbém. Não é o que está acontecendo. Há doentes mentais que dá pra conviver numa boa naquele sofrimento todo que só quem toma conta deles sabe. Mas há uns que não dá. Ou não dá em determinado tempo.


Marcia (08/06/2009 - 21:27)
Acho que quem criticou foi o pai, não o poeta.
O assunto é controverso.
Tenho duas tias que viveram dentro e fora de hospitais psiquiátricos, eram PMD , bi polar, em estado muito evoluuído da doença. Uma delas morava conosco e quando entrava em crise fazia horrores impublicáveis.
Não sou a favor de depósitos de doentes, mas há casos e CASOS.


Amyra El Khalili (08/06/2009 - 21:26)
Muito bem Fátima! Eu sei, na vida, o que é isso!

________________________________

ps1
Esqueci de dizer clique uma vez na imagem para ampliar.
Esqueci também de dizer que as imagens acima foram colhidas no meu orkut e trata-se de uma performance inspirada nos parangolés de Hélio Oiticica, em primeiro plano o formidável artista e professor Antônio Pinheiro.

ps2
Lygia Clack



ps3
Esqueci de dizer clique duas vezes no vídeo para ampliar

ps4
Esqueci de dizer a frase aleatória no SPIN

Frases Aleatórias no SPIN

Sou diferente, pois assim atrapalho os iguais
Eliézer Augusto
pensador.info

ps 4
Esqueci de dizer que vou enviar o link deste post para todos os meus amigos do orkut.
Não que eu tenha esquecido, ah eu havia esquecido sim, é que estou vivendo sob emergência por causa das 8 horas.
( ) sob o cântico das Horas, deusas mortíferas
Tenho que sair agora para bater ponto, alguém poderia me informar o orkut da Deusdet?
Ela é da luta antimanicomial em Goiânia - Rio Meia Ponte, adoro ela, o nome dela é Deusdet do Carmo Martins, quero enviar este link para ela, somente o link, estou sem tempo para escrever = olhar = ser, o computador do meu patrão me espera.
Como diria o Murillo, spin doido, numano, - nsão sei com um ou 2 "l"
Inté.

ps 5
No versículo anterior esqueci de dizer que é de bom alvitre enviar o link deste post para o meu twuitter, ocorre que ontem não dei conta de postar um recado, e nem tenho tempo.
não sei mexer com esta ferramenta
Vou ficar somente no orkut
Por falta digo excesso de precaução, ou seja, para não destruir estas postagem, o que adoro fazer após minhas criações, destruo tudo o que faço = crio = olho = sou
A este respeito leia os livros sobre a teoria da auto-sabotagem
Para evitar que eu pratique auto-sabotagem por aqui esta obra continua hoje, ou seja, no 14º dia útil
Para ir ao dia de hoje clique uma vez aqui
Inté.
Lembrete: marcar o post com as tags = palavras = chaves

22/03/2009

Divino Sobral

Para reconstituir o sonho desta noite preciso de lápis pastel
É que no sonho vi um quatro pintado
Durante o sono o artista plástico Divino Sobral fez-me um relato sobre o quadro das artes plásticas por aqui
Fechei os olhos e vi
Ele: estão fazendo uma arte sem ação
O Carlos Sena estava presente, concentrado numa leitura, um livro bem grosso, em inglês
Ao acordar esqueci-me do assunto que ele (Carlos Sena) lia

ps
Um momento, vou ver se há alguma coisa do Sobral na web
Ah, tem sim, um blog
Linkei
Está na relação "Link Isto"
É o de número 72
http://www.divinosobral.blogspot.com/
Isto

Eu teria que reconstituir o quadro visualizado no sonho desta
Postar a obra no blog número 8, o do oitavo dia útil
Como fazer isto se não tem nenhuma loja aberta onde eu possa comprar as tintas
Impossível
Eu o quadro?
Quer dizer, um vídeo
Roubaram minha máquina, como filmar
Vou se me lembro de alguma obra que eu possa reconstituir
Talvez tenha restado alguma, alguma foto
Hoje é domingo, não tem lan house aberta onde eu possa escanear
.
Por qual motivo não quero ver de forma alguma o contador de visitantes que instalei em fevereiro último?
Simplesmente não quero achar que estou com a bola toda caso a platéia esteja lotada
E nem quero ficar triste caso esteja vazia
Só quero ser feliz, morrer de rir de mim mesmo
.
Depois fotografo meu pc com a tarja
Tá que nem eu na década de 80 quando saia por aí com um tapa olho num dos olhos e carregando nos braços um amontados de pedaços de revistas e jornais
Eu não, era um um personagem, o nome dele era Idéia, sim, Idéia Sem Um dos Olhos
As imagens e palavras que o Idéia transportava era sua história
O mundo dele era para alguns patafísico
Pena que as coisas do Idéia tenha ido para o lixo
Imagens, palavras, vídeos, fiz isto quando aquela pessoa disse a ele 'não quero mais'
Fim de um romance ímpar
Foi o fim de tudo
O fim de relacionamento, oportunidade para se fazer uma faxina interior exterior
Na ânsia de ficarmos limpos jogamos tudo fora, inclusive as coisas boas
Queremos porque queremos ficar vazios
Limpos
.
O tapa olho num dos olhos era para aplacar a sanha destruidora do personagem Idéia
É que um dos olhos do Idéia era a morte, o outro era a vida
Um mortífero outro vivicante
Hoje o Idéia arrancaria um dos olhos para colocar em seu lugar uma câmera filmadora
Isto já é possível
Neste caso eu nem precisaria comprar as tintas
Ainda dia está próximo
Isto ficará bem bem mais fácil quando um dos meus olhos for arrancado
Não me lembro qual dos olhos, vou ter que dar uma vasculhada por aí para ver se acho alguma imagem daquela época, não me lembro qual dos olhos deve ser arrancado
Talvez o Divino Sobral lembre-se disso
Naquela época ele viu-me com um dos olhos arrancados
Não se pode ser inexato neste momento
E se o olho que restar for exatamente o da morte
Tenho que achar uma foto, um registro, conversar com alguém que se lembre
Qual dos meus olhos é a morte
Qual?
Temos dois cérebros, o direito faz conexão com o lado esquerdo do corpo
Somos seres em "X"
Vou ver o significado disso
Volto já
.
Voltei
Difícil saber qual dos olhos de uma forma simbólica arranquei com aquele tapa-olho, uma vez que o médico não aceitou que eu doasse um dos meus olhos
Van Gogh arrancou qual das orelhas?
Lembro-me de ter imobilizado minha mão direita, eu não, ele, o Idéia
Ele traz no dorso da mão direita um ponto negro, sinal de morte de outras existências
Morte por crucificação
A mão direita é a morte, por isso naquela época usou umas tiras de filós na mão direita, ficou muito bonito
Noutro momento amarrou a mão direita à perna direita
Quanto ao olho não sei ao certo, não me lembro qual dos dois olhos foi arrancado
A intenção ao arrancar um dos olhos era estar imobilizando um dos lados do cérebro
O Idéia abominava a racionalismo, que tem a ver com o lado esquerdo do cérebro
Se existimos em forma de X, para imobilizar o lado esquerdo do cérebro tem que se arrancar o olho direito?
Vide Capitão Gancho
Talvez esta lateralidade não seja assim tão exata
http://josecarloslima71.blogspot.com/2009/03/compreenda-os-poderes-da-mente.html
Nada conclusivo nestes textos aqui linkados
Eu teria que encontrar a foto para ver, de forma exata, qual olho é mortífero

O Capitão Gancho era mortífero porque tinha o olho esquerdo coberto
O lado direito do cérebro dele era inativo por não ter ele o olho esquerdo
http://josecarloslima8.blogspot.com/2009/03/capitao-gancho.html
Vai que naquela época eu era Capitão Gancho e não sabia
Eu não, ele, o Idéia, não sabia
Não posso confundir-me com aquele personagem
Não rola confundir-me eles
Preciso achar a imagem
Talvez alguém lembre-se
Talvez os arquivos da prefeitura, as várias câmeras que nos vigiam
Talvez junto ao Poder Curador, isto que aqui chamam de Judiciário
O Poder Curador, integrado por médicos
Talvez n´algum prontuário
Anamnese
Isto

14/03/2009

Trepadeira Inteligente

Nesta noite sonhei com artes plásticas
Num sonho vi-me conversando com Edney Antunes (Link)
Noutro sonho ou noutra parte deste sonho, não sei ao certo, vi-me apreciando uma belíssima obra
Pena que eu não saiba desenho técnico, senão iria fazer o traçado, com planta baixa e tudo, e publicar aqui
Como não sei, vou tentar descrever com palavras
O suporte sobre o qual estava a obra era um grande quadrado branco saindo da parede, como se fosse, e era, uma marquise
Uma planta da família das trepadeiras havia construido sua obra ali
A planta fez um quadriculado, sendo que de alguns pontos da obra saiu um ramo
Cada ramos, bem acabado, retilíneo, media 2 metros de comprimento por 1 cm de diâmetro
No final de cada fio havia uma folha em forma de coração
Fiquei maravilhado com a obra
Pena que ainda não exista a máquina de filmar
De que máquina estou falando?
Esta aqui (Link)
Que maravilha de obra se eu tivesse filmado o sonho desta noite
Dava até para faturar uma graninha
Bem diferente do pesadelo de ontem, que por sinal me deixou detonado o dia inteiro
Até hoje não entendi aquilo, talvez o sonho da queda no abismo tenha sido porque eu estava dormindo de pernas cruzadas, atrapalhando a circulação
Talvez tenha sido outro motivo físico, a perda de lítio ou serotonina por exemplo
Preciso consultar um médico
Falando nisso até hoje não fiz a revisão da cirurgia feita em setembro
Pode até virar câncer
Pode ser isso o meu abismo, este fanatismo pela escrita
Isto
Fidelidade, fanatismo
Isto que transforma os homens em bombas
Este rapaz que tentou jogar o avião contra o Flamboyant
Agora sei
Isto

ps
frase que aparece agora na parte superior lado direito

Isto

Para a política o homem é um meio; para a moral é um fim. A revolução do futuro será o triunfo da moral sobre a política.
Ernest Renan

Atualização - 14 de Março, 73 de Marte, 11:52 horas

A verdade não é, de modo algum, aquilo que se demonstra, mas aquilo que se simplifica.
Antoine de Saint-Exupéry

19/02/2009

Âncora


Naus ancoradas em Salvador - Bahia de Todos os Santos
Detalhe da Frota D
Baía de Todos os Santos

Link para a Imagem

Muito obrigado aos todos os soteropoliatanos pela grande recepção dispensada aos tripulantes viajantes da Frota D