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06/06/2018

Poder Verbalizador vs Lula


O vídeo demonstra de foma clara como atua  o nosso Poder Verbalizador com suas sofisticadas técnicas de semiótica e manipulação das massas

Como o próprio nome já diz, é função deste poder  verbalizar a realidade e criar subjetividades.

No nosso pais, como em qualquer outro, inclusive no âmbito das cidades, o Poder Verbalizador  tem força de governança, ou seja, força de manipulação capaz de derrubar governos eleitos, como foi o caso do golpe de 2016.

Os habitantes das cidades tem que criar mecanismos para que exerçam sua soberania sobre as Instituições e empresas, saindo do quadro atual de submissão das populações em relação elas, não é  possível que uma pessoa jurídica como a Globo continue tendo o poder que tem sobre nós povo brasileiro.

A Globo sabe que Lula faz contraponto ao monopólio da informação e da fala que ela Globo exerce com mão de ferro para que assim, ninguém além da emissora cante de galo no terreiro, de forma que assim compreendemos a cassação da voz do ex-presidente, a voz que ecoava e era compreendida pela massas carentes de um ponto de vista divergente do discurso dominante.

25/03/2010

Vale a pena ver ou ler de novo


Lula diz que mídia age de má fé e propõe enfrentamento
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a fazer duras críticas aos meios de comunicação que privilegiam a cobertura negativa ao invés de divulgar as realizações do governo. “É triste quando a pessoa tem dois olhos bons e não quer enxergar, quando a pessoa tem o direito de escrever as coisas certas e escreve as coisas erradas”, afirmou Lula nesta quarta (24), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, durante o Salão dos Territórios Rurais – Território da Cidadania em Foco.
Lula quis enfatizar a pouca visibilidade dado ao programa Territórios da Cidadania que de forma integrada leva os principais programas do governo federal para 60 territórios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e baixo dinamismo econômico.

Segundo ele, foram 37 bilhões colocados à disposição do programa em 2008 e 2009 para contemplar 135 ações de 15 ministérios. As ações são voltadas para o desenvolvimento regional e garantia de direitos sociais.

A perspectiva é que sejam beneficiados mais de dois milhões de famílias de agricultores familiares. São assentados da reforma agrária, quilombolas, indígenas, pescadores e comunidades tradicionais em 958 municípios.

O Brasil da mentira

O presidente diz que fica triste ao prevê que no futuro haverá pouco material para pesquisa sobre o seu governo. “Eu fico imaginando daqui a 30 anos, quando alguém quiser fazer uma pesquisa sobre a história do Brasil e sobre o governo Lula e tiver que ficar lendo determinados tablóides. Ou seja, esse estudante vai estudar uma grande mentira neste país (...) E as coisas são assim, quando o cidadão quer ser de má fé, não tem jeito”, advertiu.

Ele lembrou também da realização da Conferência Nacional de Comunicação quando grupos empresarias boicotaram o evento. “Nós sabemos que, recentemente, houve a Conferência, por exemplo, da Comunicação, em que os grandes grupos empresariais de Comunicação não quiseram participar, achando que iam ser admoestados pelos grupos menores quando, na verdade, o que nós vimos foi uma lição de democracia das pessoas que participam da discussão da Comunicação neste país.”

Ainda citando o comportamento da mídia, Lula lembrou o episódio do boné do MST em 2003 e aproveitou para colocar um na cabeça no momento. “Eu coloquei o chapéu dos Sem-Terra na cabeça. Foi um escândalo, um escândalo. Primeira página dos jornais: Lula bota o chapéu dos Sem-Terra na cabeça. Bem, a partir daquele instante o que eu fiz? Eu passei a colocar chapéu na cabeça”, contou.

Para o presidente a tática é de enfrentamento: “Eles vêm para cima. Se você se acovarda, eles ganharam. E nós não temos por que temer. Se tem uma coisa que nós não temos é vergonha do que nós fazemos neste país. Nós temos que ter orgulho do que estamos fazendo neste país.”

Da Sucursal de Brasília,
Iram Alfaia
FONTE: vermelho

MR6SMSPJP9SC

14/03/2010

Clipping da blogosfera para entender a mídia

Para entender a capa da Veja

Por Luis Nassif - em seu blog

O modelo de atuação é idêntico ao famoso Relatório do Ministério Público italiano, permanentemente levantado pelo lobby jornalístico de Daniel Dantas – especialmente a revista Veja – para atingir seus inimigos.

Esquematicamente, funciona assim:

1. Começa o inquérito. Apresenta-se, então, uma testemunha dentro do instituto da «delação premiada». Na condição de testemunha, fala o que quer.

2. No momento seguinte, cabe aos titulares do inquérito (procuradores federais) analisar tudo o que foi dito e considerar o que for consistente, jogando fora o que parecer inverossímil. Os elementos consistentes entram na denúncia; os inverossímeis fazem parte do copião.

3. A prova do pudim é simples: se deu o depoimento e ele não gerou um inquérito, é porque a autoridade ou concluiu que era falso ou não encontrou nenhuma prova que confirmasse o teor das acusações.

4. Quem banca o esquema, esconde essa informação do leitor e passa a divulgar o depoimento como se fosse oficial e aceito pelas autoridades. Dentro desse modelo, consegue-se qualquer coisa. Basta um fulano qualquer ir ao MP, declarar o que quiser, fazer a jogada que pretender. O MP não acata, mas divulga-se como sendo parte integrante do inquérito.

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Mauro Carrara, a mídia e a "Tempestade no Deserto"

Por Rodrigo Vianna - em seu blog

Mauro Carrara escreve sobre uma operação que, claramente, já está em curso.

Passado o Carnaval, os setores ligados aos tucanos - na grande mídia - se desesperaram. A sequência de notícias ruins para eles, desde o fim do ano passado, é impressionante: enchentes em São Paulo, Arruda preso, o DEM desmoralizado, o PSDB sem discurso diante da recuperação da economia. Para completar: Serra caiu e Dilma subiu nas pesquisas.

A oposição ao governo Lula bateu os tambores no convescote organizado pelo Instituto Millenium. Ao perceber que os partidos anti-Lula caminhavam para a anomia, os donos da mídia assumiram o controle da oposição. E as manchetes, capas e títulos distorcidos se avolumam.

É guerra. É a tempestade no deserto - como explica Mauro no texto abaixo..

Pesquisa IBOPE saiu a campo (coincidência, em se tratando do IBOPE?) na última semana, em meio à tempestade de manchetes anti-governistas. Resultado deve ser divulgado nos próximos dias, pela CNI.

Aqui o texto na íntegra
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A fisiologia do Golpe

Por Onipresente - em seu blog

O artigo reproduzido a seguir foi escrito no ano de 2005, mas parece que foi escrito nesses últimos 3o dias. O enredo é o mesmo:a destruição do PT e de sua candidata à presidente da República.O personagem principal muda:sai Lula e entre Dilma. Os personagens periféricos também mudam:sai Bob Jefferson e o delegado Bruno e entra o promotor sócio de bicheiro Carlos Blat.Mas, assim como nas eleições de 2006, o consórcio PiG-DEMO-PSDB-PPS-MP vai quebrar a cara.Mais uma vez. A sociedade não mais acredita no que publica o PiG, a sociedade sabe que o PiG tem lado, que é o lado do passado, encarnado na figura do eterno candidato José Serra.

"FISIOLOGIA DO GOLPE

Inconformado com a perda do cargo mais importante do Brasil, o PSDB apoiado pelo seu "irmão gêmeo", o PFL, decidiram engendrar um golpe para retomar o poder em 2006. Para alcançar este objetivo foi traçado um caminho eficiente: a construção de um "senso comum" onde todas as pessoas possuem a mesma opinião e a sensação de idéias próprias, ou seja, as idéias são genuínas e não foram plantadas. As idéias básicas, meticulosamente construídas, neste "senso comum" foram:

· "O PT é corrupto": essa é uma idéia fácil de difundir, pois o povo nunca confiou em político, porém, como historicamente o PT sempre ficou fora dos escândalos políticos o povo passou a tratar o PT como exceção. Para potencializar essa idéia se fez necessário apoiá-la na força das idéias que seguem;

· "O PT nos decepcionou": esta idéia, ligada umbilicalmente com a anterior, tem o propósito de criar nas pessoas o sentimento de terem sido enganadas, para que o respeito e amor ao PT se transformem em ódio;

· "Nunca houve tanta corrupção": distorcer, aumentar e difundir os indícios de corrupção e também criar fatos novos para aderir no “senso comum” a certeza que o PT montou um plano para ficar vinte anos no poder, roubando. Especial atenção é dada aos fatos gerados em administração do PT em governos estaduais e municipais. Como o povo brasileiro não conhece a administração petista implantada em Ribeirão Preto, fica fácil acreditar no “ético Buratti”.

· "O LULA não cumpre as promessas": criar nas pessoas a idéia que o verdadeiro motivo do LULA é dedicar-se ao roubo e que as promessas eram apenas para enganar;

· "O governo LULA é incompetente": Baseando-se no fato do LULA não ter faculdade, muitos “doutores” que se acham mais reais que o REI, publicam artigos para ridicularizar todas as ações do governo e para pregar que o LULA não foi uma boa escolha para conduzir nosso destino.

Estratégias usadas para atingir o objetivo:

Aqui o texto na íntegra
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O dia em que Ali Kamel contratou e demitiu o presidente Lula

por Luiz Carlos Azenha - em seu blog

A campanha de 2010 está em andamento. Como já escrevi, anteriormente, repete o padrão de 2006: denúncias vazias na revista Veja, devidamente repercutidas pelo Jornal Nacional de sábado e em seguida replicadas pelos jornais O Globo, Folha e Estadão.

O objetivo é erguer uma cortina de acusações que vinculem o presidente Lula, a ministra Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores a comportamentos criminosos e/ou radicais.

Nesse balaio cabem promessas supostamente não cumpridas e condenações por associação. Cabem rumores, boatos e meias-verdades.

É uma forma de evitar o crescimento da candidatura de Dilma Rousseff na classe média e, especialmente, entre o eleitorado paulista: José Serra precisa desesperadamente de 70% dos votos de São Paulo para ter chance de vitória.

Ele pode não crescer com as denúncias, mas evita o crescimento de Dilma. Pelo menos é o que espera o consórcio PSDB/DEM/Globo/Folha/Estadão/Veja.

Eu disse que qualquer factóide será explorado para “criminalizar” o comportamento do governo, do presidente Lula e da ministra Dilma. Desde a menção a um triplex presidencial inacabado na boca de William Bonner, no Jornal Nacional, à repercussão de uma falsidade plantada por um colunista de um jornal da Flórida, o Miami Herald.

Assim como o Juan Arias, correspondente do jornal espanhol El Pais, o colunista Andres Oppenheimer, do Herald, faz parte do que poderia ser definido como o braço internacional do PIG, o Partido da Imprensa Golpista inventado pelo deputado Fernando Ferro e popularizado no Conversa Afiada pelo Paulo Henrique Amorim.

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