Translate

17/03/2018

Comentários ao post Xadrez e o fator detonador com Marielle, por Luis Nassif



RdMaestri disse:

Pensar sobre a possibilidade de uma guerra civil no Brasil é um absurdo?
Com toda a evolução do golpe, com a ideologia do ódio, com a deterioração das instituições brasileiras, com a ânsia de prender o Lula e agora com a execução política da vereadora do PSOL no Rio de Janeiro, Marielle Franco junto ao motorista Anderson Gomes, muitos analistas nas redes sociais, a boca pequena falam na possibilidade de tudo terminar numa guerra civil.
Para a maior parte de todas as pessoas, apesar da ideologia de ódio que a extrema direita emprega, a pergunta não fará sentido pois com uma guerra civil todos perdemos, ou seja, qualquer que seja o vencedor, ou vencedores na verdade para a quase totalidade do povo brasileiro será uma perda quase que total, inclusive suas vidas.
Se as perdas numa guerra civil são tão certas como a inutilidade da mesma, por que talvez não seja um absurdo pensar sobre a probabilidade de haver uma?
Pelo mesmo motivo que quando escrevi em 26/12/2014 que:
Agora voltando ao título do artigo, a atual postura dos governos centrais de promover a mudança de governos estáveis (corruptos ou não) para uma situação de caos, não seja um acaso nem um erro de estratégia, mas sim a estratégia propriamente dita.
Nos países produtores de hidrocarbonetos em que não é possível promover a desordem (apesar de tentarem) como a Rússia, ou países em que o consumo cresce mais do que a produção (como o Brasil), concorrendo diretamente com os países da OCDE, uma confusão interna ou externa aliada com uma recessão, fazem o mesmo papel (por enquanto!).
Chamando a atenção que a lógica do Imperialismo de Destruição é de simplesmente reduzir os países produtores de commodities a níveis de consumo extremamente baixos e, se além disto, conseguirem DIVIDIR O ESTADO EM ESTADOS MENORES mais facilmente administráveis para que estes continuem exportando seus produtos a baixo preço para os seus mercados.
Se em 2014 não fazia sentido falar que a destruição de toda a indústria de um país e a sua chance de crescer, coisa que atualmente está ocorrendo, espero que estar redondamente errado quanto a conclusão deste pequeno artigo, e que o pequeno aviso no fim do texto escrito em 2014 (por enquanto) seja mais um delírio psicótico de minha parte do que outra coisa.


José Carlos Lima disse: 


2013 ainda não terminou, e saber que as guerras civis no Oriente Médio, denominadas "Primavera Arabe", se iniciaram de protestos pacíficos e a partir de eventos corriqueiros, o da Siria começou a partir de uma pixação de um muro....noutro pais, não me recordo qual, por causa do corte de uma árvore, o que me leva a crer que tais eventos disparadores da guerra civil foram apenas desculpas por parte de quem por trás manipulava as cordas, os EUA....

Ao fazer uma busca por "Como começou a primavera árabe,"  o resultado doi decepcionante: o Google não me mostrou sequer um link que fazia referência a participação ou memo interesse dos EUA e das grandes corporações no caos, como consequência da guerra econômica, assunto tratado por Eugene Sharp, com tutorial para as tais "primaveras", inclusive....
Tais artigos existem, eles eram vastos quando das jornadas de junho de 2013, o face e o google seguiam outra lógica que não a de agora: passos de tartaruga, tudo muito travado, esses carteiros chamados algoritmos parecem estar em greve o tempo todo.....

Então resolvi mudar os parâmetros da minha pesquisa para "temer libanes e a primavera arabe
Ai sim, achei um artigo, pelo menos um, que fazia referência aos EUA na trama que, como se sabe, já algum tempo, foi disparado em paises latino-americanos

Comentários ao post Xadrez  e o fator detonador com Marielle, por Luis Nassif


Posts relacionados

Sugerido por Rogerio Maestri, em 24/08/2014 
Venho insistindo há tempos na tese que tanto a Primavera Árabe como as demais manifestações "espontâneas” em diversas partes do mundo (no Brasil também) tem por trás manipulações de governos estrangeiros.
“O governo não nos dá nada além de promessas. As pessoas estão furiosas e a pobreza só aumenta”, disse Imen Mhamdi à Al Jazeera. 
Dossiê crise no Egito
A Praça Tahir gera o golpe
Egito: após cinco anos após protestos na Praça Tahir, repressão e problemas econômicos persistem
10 consequências da Primavera Árabe
Libia: o caos e a guerra civil cinco anós após o fim de Kadhafi
Primavera árabe: o caos sete anos depois
Paises estrangeiros por trás do caos sírio



MPB: incêndio nas ruas

https://www.vagalume.com.br/ney-matogrosso/incendio.html

Nenhum comentário:

Postar um comentário