19/03/2018

Imperialismo: A ousadia de Lula desencadeou a guerra híbrida dos EUA contra o interesse nacional

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No Brasil, o juiz “tira o seu capacete de policial e investigador e põe a peruca para julgar o acusado”, o que seria uma grave violação dos direitos do indivíduo, acabando com um elemento fundamental, a imparcialidade do juiz, diz Geoffrey Robertson, advogado que afirma ter honra de representado em defesa de Lula junto a ONU (link no rodapé do post).

Entender o que é imperialismo, interesse nacional e geopolítica: disciplina obrigatória focada na nossa continuidade como pais....para todos os níveis de educação e, tmbm para  funcionários públicos.....se bem que em tempos de "Escola sem partido", o que nos restou senão esses "pensadores" para os quais patriotismo é expulsar do aeroporto os do andar de baixo...aliás, de onde eles também estão sendo expulsos por força do sr. Bolso....a gasolina está sendo parcelada no cartão....por isso os americanos, inclusive os intelectuais, com raras exceções, como Chomsky, defendem o imperialismo como política de Estado: sabem que isso quer dizer mais grana no bolso....deles, claro...



A ousadia de Lula

Os EUA preocupados com o avanço do Brasil em várias áreas, alguém tem dúvida que a partir daí que fora planejada a guerra híbrida que, como sabemos, resultou na prisão de Lula, sem que isso tenha significado o fim deste processo, pois outras lideranças continua sob perseguição cerrada do sistema midiático-penal servil aos interesses que não os do povo brasileiro e sim da sabotagem imperialista..,..aliás, bom sabermos que, tal como ocorreu no Iraque, após a invasão à aquele pais, a mídia nacional e internacional, atuando como porta-voz do império, usou e abusou de fakes sobre armas de destruição em massa, o que se soube depois, era uma forma de criar consenso perante a opinião pública à invasão àquele pais,  o que de fato ocorreu, e o que vimos na sequência do enforcamento de Sadam Hussein,  foi  a eliminação do Partido Baath, secularista, que teve inspiração socialista e de ideologia não submissa aos EUA.

De invasão do Iraque  prá cá nada mudou em termos de estratégia dos EUA para dominar territórias, exceto que, agora, abdicaram de mísseis, até mesmo porque esse tipo de guerra convencional não funcionou como tática de dominação: os EUA terminaram sendo expulsos do pequeno Iraque....


: guardadas as diferenças, até mesmo porque até antes do golpe de Estado de 2016 o Brasil era uma democracia e Lula era democrata, o modus operandi dos EUA é o mesmo...

Senão vejamos: 

No vídeo abaixo, uma iniciativa, Dilma dá, como resposta a espionagem dos EUA contra o Brasil, denunciada por Edward Snowden, o fortalecimento da defesa nacional, inclusive na área mais sensível: a cibernética...




No video abaixo, Pepe Escobar fala sobre a guerra não convencional contra o Brasil. Duração: 2:37 min

No video ai, militar fala das estratégias de defesa, isso antes do golpe de Estado de 2016, quando todos estes projetos e obras em andamento ou concluida foram entregues aos EUA e outros paises









A ousadia de Lula no campo da defesa, do comércio exterior, da geopolítica e na defesa do interesse nacional, colocou os EUA em estado de alerta, o que resultou nessa guerra híbrida que ai está, prestes a silenciar o ex-presidente através de silenciamento através de prisão e de impedimento de candidatura à presidência.





Pepe Escobar fala sobre a guerra não convencional contra o Brasil. Duração: 1:10:25 h

Volto ao tema
Os projetos de desenvolvimento e ligados a soberania e a defesa do interesse nacional eram financiados com royalties do pré-sal, pelo BNDES ou orçamento da União, para citar alguns, tivemos projetos tais como:  Amazul, Prosub, Indústria Naval, Avião Hipersônico....
Inacreditável que tudo isso tenha sido destruído pelo aguerrido conluio midiático-penal a serviço dessa elite do atraso: de fato Lula estava bem à frente dessa gente que hoje destrói nosso pais com STF e tudo junto...
Transposição do Rio São Francisco, bolsa família, acesso ao crédito,  banda larga para todos, luz para todos e outras dezenas de promissores projetos nas áreas da educação, pesquisa, ciência, agricultura, financiamento, empreendedorismo, tudo virou pó nessa guerra híbrida sem paralelo  no mundo...
Todos os projetos relacionados nos videos abaixo são de antes do golpe, fruto da guerra desencadeada contra nosso país, uma guerra que, no momento, se encontra em mais uma de suas fases: a prisão de Lula com base em fraude processual levado a cabo por um forte rolo compressor composto por mídia, sistema penal e, governo americano, dias atrás o FBI confessou que deu apoio logístico à operação Lava Jato, peça fundamental para o sucesso do golpe, ou seja, desta guerra híbrida.


Os videos abaixo dizem respeito a projetos iniciados antes do golpe de Estado de 2016, que levou ao desmonte do nosso país, com a entrega do filé mignon a potências e corporações estrangeiras:



















Em 2008 deu-se início ao  PROSUB, projeto de Lula para a defesa do pré-sal e da costa brasileira.

Uma última informação:

Os golpistas entregaram aos EUA, na moita, o Satélite Geoestacionário, do programa Banda Larga para Todos, de Lula e Dilma....ao que tudo indica este será o tom: o que não puder ser doado aos gringos, será paralisado.

Isso mesmo, como se pode ver num dos videos ai postados,  o governo golpista teve a cara de pau de papagaiar que o satélite seria mais um passo para a execução do programa Banda Larga para Todos, proposta de Dilma.
Pensei, ué, eles estão roubando a proposta de Dilma, mas tudo bem,
SQN…



Era para o povo mas....não mais...
Só que não…é roubo mesmo para entregar aos americanos, donos do golpe e vencedores dessa guerra híbrida contra o povo brasileiro e o interesse nacional.

Com o STF e tudo junto o Brasil está sendo levado pro buraco, certo estão a China, Rússia e Alemanha ao permitirem que o mandatário máximo se candidate quantas vezes quiser sem  que alemães, russos e chineses vejam nisso sinal de "bolivarianismo",  a narrativa que foi colocada na boca dos manifestoches que se multiplacram como pragas do Egito....
...se por aqui imperou como parte do golpe foi emplacar a narrativa da casta dominante, segundo a qual tínhamos um governo "bolivariano", ou seja, uma ditadura, de forma que tudo para os manifestoches era  "bolivarianismo", o que os colocou em pânico diante até mesmo de uma lei  que aprofundava a democracia, o decreto da participação social que, pelas mãos de Henrique Alves e Ronaldo Caiado,  virou pó no Congresso Nacional tão logo Dilma fora reeleita,,....quer dizer, aquilo era "ditadura" e, o que ai está, é a mais cristalina democracia...como assim...

.....Putin foi eleito neste domingo, com 70%  para o quarto mandato, a Merkel nem sei mais qual, já por aqui destruiram o pais para que Lula e seu partido fossem destruidos para que o vácuo fosse ocupado pela ditadura que ai está, ao mesmo tempo em que, nos paises citados, a prioridade é a defesa do interesse nacional, ou seja, estarem vacinados contra as agressões do imperialismo ianque que, tal como abutres, com o golpe passaram a nos devorar e e de forma insaciável....nos devoram a cada minuto...


 se nossa classe dominante tivesse um minimo de inteligencia e quisesse rachar de ganhar dinheiro, com milionários surgindo aos montes e, o melhor, de forma distributiva de forma a eliminar a violência social, não teriam interrompido a alternância do poder pelo voto....mas esperar isso dessa elite bizarra e suicida e que só pensa no próprio umbigo e em projetos pessoais, é querer demais: aliás, o que esperar de uma casta dominante que tem como guias FHC, Skaf o pato que virou sapo, Serra, Aécio, Temer e cia..,

.....o que temos é exatamente o oposto do progresso e da defesa do interesse nacional: um Juiz atuando como uma espécie de autoridade maior do pais e serviço de paises e corporações estrangeiras...como pode um juiz ter colocado esse imenso pais de 4 perante um pais como os EUA....como pode um juiz ter destruido as empresas nacionais para favorecer suas concorrentes...como pode um juiz ter atuado de forma tão ativa, inclusive grampeando, com ajuda do FBI, a presidenta Dilma de forma a acelerar sua destituição.......inacreditável que Moro tenha mais poder que o próprio STF, um puxadinho da Globo, assim como o é o TRF4 e demais Instituições do Estado....

Moro, pegue suas malas e se mande para sua terra, Washington te espera, elogios e prêmios não lhes faltarão, a tua sentença esdrúxula e fraudulenta contra o ex-presidente Lula foi elogiada, primeiro, pelo Departamento de Estado Americano...
Lula quer saber por que Moro não sai dos EUA




Nassif, houve um erro de digitação...."venda da Embraer para a África"(?)..,......acho que vc cometeu um ato falho, ou seja, era esse mesmo seu/nosso desejo: Vendas da Embraer para África no lugar de Venda da Embraer para a Boeing...rsss
Nassif, houve um erro de digitação...."venda da Embraer para a África"(?)..,......acho que vc cometeu um ato falho, ou seja, era esse mesmo seu/nosso desejo: Vendas da Embraer para África no lugar de Venda da Embraer para a Boeing...rsss

Aproveitei a deixa e fiz uma busca por Venda da Embraer para a África,,,,..ai da prá ver o motivo do olho grande do Tio Sam em cima da Embraer.....acho que os EUA nem estão acreditando tão imensa a facilidade em levar tudo deste pais...abocanhando a Embraer, a Boeing vai abocanhar mercados conquistados pelo Brasil em todos os Continentes....

No pesado jogo da concorrencia comercial entre paises e corporações,  Globos, Moros, Janots, Dalanhóis, delegados e tantos outros asseclas entranhados em Instituições golpistas jogaram no time adversário, fizeram  vários gools contra nosso pais, sabotaram o interesse nacioal e, o pior,  sob o  aplauso de grande parte da torcida de compatriotas convertidos em manifestoches dos meios de comunicação vira-latas.

Dizem que os EUA levarão para solo americano toda a fábrica da Embraer, como  também  os cérebros, os técnicos, engenheiros...etc....talvez, logo após a aquisição, se apropriem do que lhes interessa e, quanto ao que não lhes tiver serventia, repitam  o feito da Machine Cotton que, após comprar a fábrica de linhas de Delmiro Gouveia *, a jogou num penhasco, ficando assim livre da concorrência, ocupando o mercado brasileiro com o nome de Linhas Corrente.

Com uma rápida busca, já deu para ver a enorme perda para o nosso país e para o interesse e defesa nacionais, aliás, os nosso compatriotas não sabem o que é isso...alguém lhes disse que ser patriota seria excluir os do andar de baixo e dançar na praça a dancinha do impeachment da Dilma...

Enquanto isso, não sabem o que têm aos seus pés e, portanto, não tem noção das perdas, assim como se fôssemos Prometeu sendo devorados todos todos os dias pela Águia...,...com a diferença de que o figado do acorrentado tinha a capacidade de se regenerar o que, no caso do Brasil, após tamanho desmonte, fica difícil uma recuperação das perdas:

Embraer vende cinco aeronaves a companhia africana Airlink Venda, anunciada nesta quinta(19), foi feita pela subsidiária ECC Leasing. A Airlink começa a receber os E-jets no primeiro semestre deste ano.

Embraer prevê atender demanda de 250 jatos para a Àfrica...artigo de abril de 2016, véspera do golpe

Embraer fecha venda de super tucano para três paises da Africa....artigo de 2012....

É claro que os americanos mandarão os motores do Google fazerem  uma varredura no sentido de pagar toda e qualquer referência a Embraer como empresa brasileira....
Resultado de busca para Venda da Embraer para a Africa

Xadrez de como os EUA e a Lava Jato desmontaram o Brasil, por Luis Nassif

https://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-de-como-os-eua-e-a-lava-jato-desmontaram-o-brasil-por-luis-nassif


Videos relacionados ao tema
No vídeo abaixo: Boeing  poderá se apropriar, também, da Base de Lançamentos de Alcântara
No video abaixo, o valor pelo qual os americanos comprarão a Embraer: o mesmo valor que a Petrobrás ofereceu a acionistas americanos e, claro, sem acreditar no tamanho da oferta, aceitaram...
No video abaixo, o Senador Requião: inclusive o céu foi pro saco...


Posts relacionados

"()
nteressa às empresas americanas o mercado brasileiro e mais ainda interessa ocupar o espaço da Odebrecht no exterior, nos EUA e no Brasil.

Quando uma comitiva de procuradores da Lava Jato, chefiadas pelo Procurador Geral, foi aos EUA em fevereiro, publiquei aqui um post estranhando a viagem e suspeitando que iriam pedir ajuda do Departamento da Justiça contra a Petrobras, parecia absurdo para nós mas para eles parece que é normal.

Vejo que a coisa é ainda pior. Eles querem a ajuda americana para perseguir empresas brasileiras no Brasil.

Será que nos cursinhos de concursos não ensinam alguma coisa de economia global? Vão queimar espaços do Brasil duramente conquistados no mercado internacional de construção? Parece incrivel mas é exatamente o que estão fazendo. Pedir a um país estrangeiro para detonar empresas brasileiras. Ah, mas é para combater crimes.

Então vamos esperar o dia em que o Governo americano vai pedir ao Governo brasileiro para investigar a General Motors aqui no Brasil. Jamais farão isso, sabe porquê? O Governo americano protege seus nacionais, pessoas e empresas, mesmo que criminosos, porque antes de criminosos eles são americanos(...)"

Saiba mais

http://www.vermelho.org.br/noticia/290161-9

Xadrez de como os EUA e a Lava Jato desmontaram o Brasil, por Luis Nassif

Peça 1 – Kenneth Blanco e o destino manifesto

A apresentação de Kenneth Blanco, vice-procurador adjunto do Departamento de Justiçam em evento ocorrido em julho de 2017, foi surpreendente. Especialmente pela intimidade com que tratou um dos membros do evento, então Procurador Geral da República Rodrigo Janot.
Depois, deu uma aula completa sobre como se desenvolveu o relacionamento do Departamento de Justiça (DOJ) com o Ministério Público Federal brasileiro, que ele taxou de melhor relação da história. E confirmou o que o Jornal GGN já havia antecipado desde a visita de Rodrigo Janot ao DOJ em fevereiro de 2015.
E também sobre a maneira como Sérgio Moro e os procuradores de Curitiba tiveram acesso a informações tão relevantes que permitiram a eles, no interior do país, assumir o controle de uma investigação cujos crimes foram cometidos no Rio de Janeiro com personagens de Brasília.
Segundo Blanco, o Departamento de Justiça ajudou na coleta de provas e na preparação do caso. Criou-se uma relação de confiança que permitiu que procuradores tivessem comunicação direta, íntima, sem depender de procedimento oficiais, que geralmente levam tempo.
Criou-se uma metodologia passando ao largo dos procedimentos legais.
No início da investigação o procurador brasileiro pode ligar para seu parceiro estrangeiro e pedir informações. Quando a denúncia estiver pronta, formaliza o pedido de envio de provas, aí através do Ministério da Justiça.
Segundo Blanco, a condenação de Lula colocou o Brasil como protagonista principal da luta contra a corrupção.
Finalmente, ele expôs de maneira detalhada as relações com outros Ministérios Públicos latino-americanos. Segundo ele, não foi coincidência ele e “Rodrigo” estarem juntos no evento ou na cidade. Também “meus amigos” Raul Cervantes, Procurador Geral do México, os procuradores equatorianos em reunião com a Sessão de Fraudes, ou procuradores panamenhos “enviados pela minha grande amiga, Procuradora Kenia Porcell, ou ainda encontros em Bogotá com o Procurador Geral colombiano.
Como afirmou Blanco: “Não apenas estamos falando. Estamos agindo”.
Encerrou a fala com a cantilena repetida por aqui pelos procuradores brasileiros: a corrupção é a principal responsável pela falta de estradas, de escolas, de segurança, de desenvolvimento. Um discurso fácil, que joga para segundo plano relações econômicas, projetos nacionais, cartéis e oligopólios, industrialização, os negócios do grande capital.
E aí, entrou em cena o destino manifesto, que ao longo do século 20 inspirou as várias formas de interferência norte-americana na vida dos países: “Há algo importante acontecendo no mundo e nós, do Departamento de Justiça continuaremos avançando contra a corrupção onde ela estiver. Não haverá refúgio ou descanso para os perversos”.

Peça 2 – a declaração do Atlantic Council

O quadro ao fundo da fala de Blanco, com a menção ao organizador do encontro, American Council, passou relativamente despercebido.
Entre outros signatários nosso bravo Rodrigo Janot, já em seu terno de ex-Procurador Geral da República do Brasil, e totalmente esquecido de sua missão de servidor do Estado brasileiro.
  1. Em relação ao poder nacional, o grupo do Atlantic Council propõe inclusive participar dos critérios de seleção de juízes e procuradores:
  • Melhorar a cooperação internacional do Ministério Público, incluindo a partilha de provas através da colaboração direta entre procuradores sem interferência do poder executivo e facilitação da negociação de argumentos em diversas jurisdições.
  • Fortalecer a independência e a autonomia judicial de acordo com os padrões interamericanos e internacionais, inclusive através do suporte técnico para melhorar os processos de seleção para juízes e procuradores.  
  1. Em relação aos fóruns regionais de direitos humanos, como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), as propostas são impositivas:
  • Criar na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) uma  nova proposta especial sobre direitos humanos e corrupção  e obrigar a CIDH a comissionar um relatório especial sobre o nexo entre corrupção e direitos humanos.
Finalmente, se chega ao ponto: quem é essa tal de American Council?

Peça 3 – o guru do Atlantic Council e o governo mundial

Antes de detalhar mis a atuação do American Council, vamos conhecer um pouco melhor o pensamento do seu principal guru, Harlan Ulmann, autor do premiado livro “Anatomia do fracasso: porque a América perde todas as guerras que começa”, e consultor que influenciou o secretário da Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, na guerra do Iraque. 


Seu enfoque não é mais no conflito entre nações, mas contra os agentes não estatais que ameacem a nova ordem mundial.
Procurando pelo Google, o único registro brasileiro foi no GGN, em 2014 no artigo “A revolução da informação e a nova ordem mundial”, de 15 de agosto de 2013.
Consegui encontrar o artigo original, justamente no Blog de Ullman no Atlantic Council. Sob o título “Guerra contra o terror não é a única ameaça”, diz ele:
Em termos simples, a Al-Qaida é sintomática de mudanças muito maiores na estrutura do sistema internacional. O principal inimigo e adversário já não são estados inclinados a interromper ou dominar o sistema, apesar daqueles que veem a China como um futuro inimigo.
Em vez disso, o perigo mais imediato reside no empoderamento dramático de indivíduos e grupos, para o bem e tristemente mal, muitas vezes agrupados como "atores não estatais".
Edward Snowden, Bradley Manning, inúmeros "hackers" e pessoas anônimas que enviam cartas preenchidas com antraz, cujas ações realmente constituíram ameaças reais e interrupções sistêmicas”.
Em suma, se o Tratado de Westphalia, em 1648, marcou o inicio da nova ordem internacional, centrada no Estado, o 11 de Setembro marcou o início da nova era. A nova guerra consiste na “contenção, redução e eliminação dos perigos colocados por atores não estatais recém-habilitados”.
No artigo republicado pelo GGN, o autor Paul Joseph Watson encontrou semelhança entre a retórica de Ullman e a de Zbigniew Brzezinski, que “em 2010, durante uma reunião do Council on Foreign Relations, alertou que um "despertar político global", em combinação com a luta interna entre a elite, estava ameaçando descarrilar a transição para um governo mundial”.

Peça 4 – o pensamento do Atlantic Council

Um levantamento dos artigos publicados em seu portal permite saber mais sobre o pensamento do Atlantic Council:

Sobre direito internacional

Um número crescente de políticos e analistas europeus vê a lei como uma forma de resolver problemas internacionais não apenas entre os estados, mas também dentro deles, como o fracasso do estado de direito em algumas sociedades. Mas os Estados Unidos - que certamente não rejeitaram o direito internacional - são cautelosos sobre como um tribunal internacional permanente pode afetar seus interesses como uma superpotência com responsabilidades e interesses globais. 

Sobre fakenews

À frente das eleições no Brasil, na Colômbia e no México, as falsas narrativas espalhadas nas notícias e nas mídias sociais agora são construídas para dois propósitos: 1) disseminar mentiras e 2) criar uma incerteza ou suspeita profunda.

Como foi observado na construção das eleições europeias, essas narrativas são projetadas por atores malignos para influenciar o resultado de uma eleição de maneira tal que costuma discordar e prejudica a fé na democracia.  

Sobre as eleições no Brasil

No Brasil, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva parece estar pronto para um retorno nas eleições de outubro (...)Uma vitória de Lula ou Bolsonaro pode ser disruptiva, potencialmente descarrilando a frágil recuperação econômica do Brasil.  

Sobre o Judiciário brasileiro

A decisão de hoje (condenação de Lula) (...) mostra a força e a resiliência do judiciário brasileiro após anos de investigações de corrupção. Mesmo um ex-presidente popular não está acima do estado de direito.
As decisões dos três juízes para defender a convicção de Lula - e aumentar a sentença de nove anos e seis meses para doze anos e um mês - é histórica para os brasileiros que desejam justiça.

Sobre a política econômica

O NAFTA permitiu que a integração norte-americana alcance níveis que não poderíamos ter sonhado há vinte anos. Quer se trate de compartilhamento de informações com nossos homólogos mexicanos e canadenses, ou operações conjuntas que atendam aos propósitos de segurança dos Estados Unidos, ou trabalhando em conjunto em questões ambientais, existe uma ampla cooperação que se aprofundou entre os nossos parceiros norte-americanos por causa do NAFTA. 

Peça 5 – os think tanks e os lobbies

Finalmente, entra-se na verdadeira natureza do Atlantic Council: ser um local de lobby entre grandes grupos econômicos, países e autoridades e parlamentares norte-americanos.
Ele surgiu em 1961, estimulado pelos ex-secretários de Estado Dean Acheson e Christian Herter, como forma de apoio à OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Foram montados Atlantic Council em vários países.
Nos últimos anos, ao lado de outros think tanks como The Brookings Institution, o mais respeitado deles, tornou-se um foco de lobby escancarado. Sua receita saltou de US$ 2 milhões para US$ 20 milhões.
O The New York Times dedicou uma extensa reportagem denunciando a apropriação desses centros por lobbies econômicos e de países.
São denunciados vários estudos viciados, com as conclusões induzidas pelos patrocinadores. Foi o caso da Lennar Corporation, uma das maiores construtoras dos Estados Unidos, que financiou um estudo da Brookings sobre a revitalização de uma faixa de São Francisco.
Segundo a reportagem, “os think tanks, que se posicionam como "universidades sem estudantes", têm poder nos debates sobre políticas governamentais porque são vistos como pesquisadores independentes de interesses financeiros. Mas na busca de fundos, os think tanks estão empurrando agendas importantes para os doadores corporativos, às vezes desmascarando a linha entre pesquisadores e lobistas. E eles estão fazendo isso enquanto colhem os benefícios de seu status isento de impostos, às vezes sem divulgar suas conexões com interesses corporativos”.
O Atlantic Council montou esquema semelhante com a Fedex – empresa de transporte de cargas leves – visando um acordo de livre comércio que beneficiaria a empresa.
Segundo o NYT, “seis meses antes do lançamento do relatório, a FedEx e o think tank trabalhavam em planos para usar o relatório como uma ferramenta de lobby”.
O trabalho de lobby foi criticado por especialistas consultados pelo NYT, como Joseph Sandler, advogado especializado.  "Um escritório de advocacia ou empresa de lobby, você espera que eles sejam advogados", acrescentou Sandler. "Já os think tanks possuem esta pátina de neutralidade acadêmica e objetividade, e isso está sendo comprometido".
A reportagem tratou mais dos acordos envolvendo essas instituições e governos estrangeiros. Segundo a senadora democrata Elizabeth Warren, "são corporações gigantes que descobriram que gastando, ei, algumas dezenas de milhões de dólares, se eles podem influenciar os resultados aqui em Washington, eles podem fazer bilhões de dólares".

Peça 6 – atropelando o interesse nacional

Nosso colunista André Araújo, autor de vários artigos denunciando a extravagância do acordo firmado pela PGR com o Departamento de Justiça, resumiu a parceria:
 “Não é de meu conhecimento nenhum outro Pais colaborar com o DofJ para investigar empresas e pessoas seus nacionais, lembrando que quando se pede ao DofJ para investigar uma empresa brasileira se está expondo essa empresa para  ser processada por quem está investigando, o que ocorreu com a Petrobras e Embraer e mais um bom numero de empreiteiras brasileiras.
Em todo esse processo em nenhum momento se viu o Ministério da Justiça ou o Ministério das Relações Exteriores defender o Estado brasileiro nem no Brasil e nem em Washington, por não ter coragem de colocar o interesse do Estado acima do interesse da justiça interpretada pelo PGR a seu modo.
O conceito de soberania foi inteiramente ignorado a favor de uma causa, a da justiça individual, o que algo raro na história dos paises.
O normal é sempre prevalecer o interesse do Estado acima da justiça individual, a qual está abaixo do interesse do Estado, mais amplo do que o da justiça. É a lei da logica na geopolítica internacional.
A Procuradoria Geral da República perdeu essa noção de soberania entre países , pensou pequeno por intenção ou ignorância do que seja geopolítica ou pior ainda, por vaidade de ser admirado por procuradores americanos como participantes de uma causa que não é neutra do ponto de vista de interesse de Estados”.
Essa colaboração foi a gazua que permitiu, mais adiante:
  • a completa abertura do pré-sal,
  • o desmantelamento da Petrobras, com a venda de partes relevantes, como oleodutos, gasodutos, subsidiários no exterior;
  • a venda da Embraer para a Áfirca;
  • a saída completa das empreiteiras brasileiras da África e da América Latina;
  • a queima da MARCA Brasil no mundo, provocando desgaste diplomático e desprestigio do Pais, agora apontado como o mais corrupto entre os grandes países, o que é falso.
É inegável que todos os que se submeteram aos afagos do Atlantic Council, de Sérgio Moro e os procuradores da Lava Jato a Rodrigo Janot, definiram claramente suas lealdades: não mais com o Brasil, mas com a nova ordem global.
E custaram mais barato que as miçangas com que os colonizadores portugueses desarmaram as defesa indígenas: bastou o afago ao ego.

Fonte:

Pepe Mujica: "Tem dedo dos EUA em tudo o que está acontecendo no Brasil"


“Estou sendo processado, ameaçado de prisão. Passei ali na fronteira do Uruguai e poderia dar um pulo para lá, mas não dou. Mais dia, menos dia, quem vai sair do país são os meus acusadores de hoje porque eles inventaram uma mentira a meu respeito. A PF, o MPF e o juiz. […] Tem o dedo do governo americano em todo esse processo mentiroso que está acontecendo no Brasil, da Secretaria de Justiça dos EUA, isso está cada dia mais claro”, disse Lula.


Trump, a guerra do aço e o Brasil

"(...) A grande desvantagem do Brasil é sua fraca posição geoestratégica. A atual concepção dessa estratégia foi fortemente alterada no governo Temer. Um de seus formuladores é o general Sérgio Etchegoyen, ex-chefe do Estado Maior do Exército e atual ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional.  Em palestra, em 2015, no Instituo Millenium, o general, no tempo chefe do Estado Maior do Exército, deixou claro as atuais diretivas: alinhamento estratégico com a hegemonia americana; centrando nosso interesse no Atlântico Sul, complementando a estratégia americana para a África, onde os chineses estão a expandir sua influência (*).
http://altamiroborges.blogspot.com.br/2018/03/trump-guerra-do-aco-e-o-brasil.html

Ao esboçar o preâmbulo da Lava Jato, Moro deixou claro como este pais seria destruido. Para isso se fixou em dois pontos, que obedeceu cegamente:
1- Aliança com a midia, com a Globo passando a atuar como parte e protagonista do processo, com direito a filme contra o Lula, o A |Lei é Para Todos(menos para tucanos)
2- Destruição da economia nacional, com a entrega das nossas riquezas aos paises concorrentes e grandes corporações estrangeiras, que no documento ele Moro chama, de forma cínica, de "desnacionalização"...
por Rogerio Maestri 
Uma visão de uma grande parte da Itália sobre as Mani Pulite 
Vou colocar uma tradução do texto do filósofo italiano Diego Fusaro, que junto com parte da inteligência italiana, verificaram meio que tardiamente o desastre da operação “Mani Pulite”, quem ler vai verificar que as semelhanças são incríveis, e espero que o resultado não seja o mesmo.

Sempre que se toca nesse assunto da interferência dos EUA na Lava Jato, caso confessado pelas próprias Instituições americanas, vem algum sabujo do MPF por panos frios na fervura.
Que isso camarada,  isso é tão claro que não há como esconder, e os motivos também são claros
Uma pena que vocês como funcionários do Estado brasileiro, não tem a mínima noção sobre temas tão importantes como: comércio exterior e concorrência entre paises e corporações, geopolitica, defesa do interesse nacional.

Que tristeza.
Diante deste quadro, não há como fugir da nossa sina de pais bananeiro.

Link para a imagem que ilustra o post

Robertson comparou a justiça brasileira com a inquisição espanhola. Literalmente.

https://www.ocafezinho.com/2017/12/07/geoffrey-roberston-diz-ser-uma-honra-advogar-para-lula/

Atualização - 21/05/2018


Jochann Daniel

20 de Maio de 2018 às 13h56
Parabéns Luiz Carlos Lima.
Permita-me acrescentar
que o “imperialismo” ganancioso
de nossas riquezas
(as quais já estão levando embora
a preço de banana)
tem personalidade e poder.
Entre no Google
com as palavras
“my name rothschild cartel images”
Com o domínio/controle
da Mídia
eles fazem o diabo
no Mundo inteiro.
Claro, e por que não no…………………………………………
Responder

Jose carlos lima

20 de Maio de 2018 às 04h11
A prisão de Lula ė resultado de um ataque imperialista dos EUA e mega petroleiras como a Shell contra o patrimonio nacional
O povo vai ser relegado a fome e nem haverå luta organizada, pois as lideranças progressistas serão presas, quer dizer, já estão sendo presas.
Tais prisões e a perseguição contra o PT não tem nada a ver com combate a corrupção…se fosse combate a corrupçao os tucanos teriam tido o mesmo tratamento dispensado a petistas ate mesmo pq tucanos, ao contrario de petistas, roubaram e muito e ha provas
Repito: a persguiçao a Lula não tem nada a ver com combate a corrupcao e sim com luta pelo poder
É a direita colonial assassina em ação…
Sobre imperialismo
Por Tadeu Porto

"(...)

E quando penso em Getúlio, não posso deixar de abstrair como seria nossa história se, em sua famosa carta de suicídio, Vargas tivesse apontado o nome do seu sucessor (inclusive eleitoral). João Goulart tinha um ministério chave (trabalho, indústria e comércio), era da mesma cidade de Vargas, e mesmo assim não foi apontado por este como seu sucessor. Apesar de não aparecer na carta, Jango surfou, anos depois, nas políticas do seu conterrâneo gaúcho, herdando “naturalmente” o legado varguista.
Temos, assim, três motivos importantes para contar com o lulismo, e não tenho dúvidas que existem outros montes. Como também tenho a convicção que a manutenção do fenômeno lulista passa pela defesa incansável do presidente e da sua inocência.
Em outras palavras, se os meganhas da Lava Jato e companhia conseguem ganhar  narrativa de que Lula é culpado, como iremos sustentar o lulismo?
E é, nesse sentido, que penso ser por demais importante uma defesa ferrenha do presidente Lula que passa pela legitimação do seu legado e, com isso, a crença e a defesa de sua inocência e do ataque feroz aos seus algozes,  hoje representados principalmente pelo mercado neoliberal, a mídia golpista e o judiciário monárquico.
E não consigo enxergar uma maneira de fazermos isso, considerando natural uma eleição guiada quase em sua totalidade por instituições comprometidas, dos pés a cabeça, ao golpe. Tão pouco dá para aceitar que Lula esmoreça da entregando os pontos da sua candidatura só porque está sendo perseguido pela mesma elite que matou Vargas e exilou Jango.
A candidatura o presidente mais popular da história é chave para seu legado, por isso Lula a defende com unhas e dentes. 
E nós, órfãos de um exemplo tão sólido de conquista de uma classe oprimida, nesse caso a dos trabalhadores e trabalhadoras, também deveríamos defender o empenho máximo em torno do ex-presidente.
https://www.ocafezinho.com/2018/05/19/plano-lula-a-importancia-do-lulismo/



Dito

19 de Maio de 2018 às 21h02
MPF virou puxadinho do DOJ.
Que pelos acordos acima trabalhará para as corporações americanas enquanto
ajuda a destruir e entregar as empresas brasileiras.
Responder

Ulisses

19 de Maio de 2018 às 19h47
Futuramente será discutido se o que Fidel Castro fez em Cuba, um paredon, não será necessário aqui no Brasil por tanta traição ao país
Responder

Jose carlos lima

19 de Maio de 2018 às 16h30
O Brasil antes do golpe e devido a espionsgem denunciada por Snowden, estava construindo a nossa soberania no campo cibernetico, da qual fazia parte o uso de satélites geoestacionarios e outros sob controle nacional, com participação das Forças Armadas..
De uma hora pra outra tudo isso virou pó
Gente, me digam o que foi que aconteceu nesse pais
Quantas malas de dinheiro comprararm nossas Instituições….aquele lance da Carmem Lucia prometer a Shell prender o Lula
Tudo isso foi de graça….ou seja, o Brasil perdeu sua soberania e trilhoes de reais a troco de que mesmo
?????
Foi tudo de graça
?????
Não acredito!

As Instituições estão a serviço do imperialismo e alheias a defesa do interesse nacional

PERIGO: MPF FAZ ACORDO COM GOVERNO TRUMP PARA “SOLICITAÇÃO DE DADOS”

Publicado no site do MPF:
Representantes do Ministério Público Federal (MPF) e do Departamento de Justiça norte-americano discutiram na última terça-feira (15) questões ligadas à elaboração de um novo acordo bilateral para facilitar o acesso a provas armazenadas em provedores de tecnologia baseados nos Estados Unidos da América (EUA). As tratativas relacionadas ao tema ainda estão em estágio inicial e foram possíveis após a aprovação de lei americana que regula proteção de dados, a Cloud Act. A legislação abre espaço para que sejam firmados acordos bilaterais para a criação de uma estrutura que permita a autoridades estrangeiras processarem diretamente os fornecedores americanos, sem a necessidade de fazer uma solicitação ao Departamento de Justiça dos EUA. Atualmente, esse é o procedimento adotado por meio do tratado Bilateral de Assistência Jurídica Mútua (MLAT).
Para a secretária adjunta de Cooperação Internacional do MPF, Denise Abade, que participou da reunião, a inovação no procedimento é um passo importante. “Sem dúvida, se conseguirmos firmar o novo acordo, muitas das barreiras que podem ser utilizadas por um provedor baseado nos EUA para cumprir uma ordem judicial brasileira seriam removidas. Daí a importância do engajamento de todos os atores principais envolvidos nessa questão e na persecução penal de crimes que envolvam a utilização desses provedores. O Ministério Público Federal está envolvido e comprometido com essa discussão”, afirmou.
Depois que os termos do acordo forem acertados internamente no Brasil, o texto será levado para apreciação também do governo norte-americano. Vale destacar que nem todos os países podem entrar em acordos bilaterais com os EUA sob a Cloud Act. Pelo regulamento, antes que o país interessado possa fazê-lo, o procurador-geral da República estadunidense deve submeter certas certificações escritas ao Congresso americano sobre o país requisitante. O legislativo americano verifica se a legislação estrangeira atende critérios específicos e oferece proteções, inclusive processuais, para a privacidade e as liberdades civis. Na avaliação da secretária adjunta, esse requisito não deve ser óbice ao Brasil, uma vez que a Constituição brasileira “ assegura direitos fundamentais firmemente”. Além disso, o Brasil é signatário de inúmeros tratados internacionais de proteção de direitos humanos.
https://www.ocafezinho.com/2018/05/19/perigo-mpf-faz-acordo-com-governo-trump-para-solicitacao-de-dados/

Golpe extingue poupança de 26 bi, que Lula havia criado para o povo brasileiro

Golpe extingue poupança de 26 bi, que Lula havia criado para o povo brasileiro

A Noruega tem seu Fundo Soberano, agora reforçado pela aquisição, a preço de banana, de placas e plataformas do pré-sal antes pertencentes ao povo brasileiro, que agora financiarå o bem-estar, a previdencia, a saúde e a educacão...dos noruegueses que, face a poupança construida as custas da rapinagem imperialista, não tem problemas ligados a criminalidade....
Lula se inspirou na experiência norueguesa para criar nosso Fundo Soberano....sintomåtico que, um dos primeiros atos de Henrique Meirelles tenha sido limpar o cofre do Fundo Soberano...já havia alguns bilhoes de reais na poupança que Lula criou para nós povo brasileiro...
A Nigeria tambem tinha seu Fundo Soberano mas, tendo sofrido a mesma rapinagem dos abutres imperialistas - inclua-se aqui a Shell - tambem perdeu seu FS....hoje a Nigeria que, como o Brasil, teve a infelicidade de descobrir seu pre-sal, tem alta producao de petroleo mas nada que pertenca aos nigerianos e sim a Shell e outras petroleiras gringas...a "honestissima" Shell, a quem Carmem Lucia prometeu, num jantar, prender Lula, foi pega dando propina de 1 bi ao presidente nigeriano...
Lå como cå, as ruas foram tomadas por manifestoches contra a corrupção.....e o que se viu na sequencia foi a rapinagem internacional se apoderando do patrimonio dos nigerianos, sendo que, para estes, restou apenas a fome, a violencia e a poluição ambiental...
A Nigėria ė aqui

Autor: José Carlos Lima

A propósito, segue post sobre o tema....

Medida provisória de Temer extingue fundo soberano

Jornal GGN - Michel Temer por meio de medida provisória (MP) extinguiu ontem, dia 21, o Fundo Soberano do Brasil (FSB). Na prática, o que Temer faz, é extinguir a poupança do país, que tinha como objetivo aumentar a riqueza, estabilizar a economia e promover investimentos em ações e projetos de interesse nacional.
Segundo a MP, os recursos do FSB serão usados para pagamento da Dívida Pública Federal. E a sangria já foi feita no Fundo Fiscal de Invstimento (FFIE) no início do mês, com resgate feito pelo governo de R$ 3,5 bilhões, também para usar nos juros da Dívida Pública. Esses recursos do FFIE são do Fundo Soberano, junto com recursos do Tesouro Nacional, títulos públicos de empresas tais como Banco do Brasil e Petrobras, e outras aplicações financeiras.

A extinção do Fundo Soberano faz parte do pacote de maldades do governo, anunciadas em fevereiro. O Fundo Soberano tinha R$ 26 bilhões no final do ano passado, e o Tesouro Nacional já trabalhava na venda das açoes do fundo para embolsar os recursos e encerrá-lo.

https://jornalggn.com.br/noticia/medida-provisoria-de-temer-extingue-fundo-soberano

Isso também


Golpe entrega petróleo de graça no melhor momento do petróleo

O petróleo entra em uma nova era de ouro, com a disparada nos preços no mercado internacional; o barril já está sendo negociado a US$ 80 o barril e especialistas não descartam que chegue a US$ 100 em 2019; o Brasil ficará fora da festa, porque o governo do golpe está entregando o pré-sal na bacia das almas, praticamente de graça para as grandes petroleiras internacionais; a petroleiras arrematam os campos de exploração a aproximadamente US$ 1 dólar o barril e poderão vender o petróleo até por US$ 100 o barril. Os bilhões arrecadados com os leilões vão quase todos para os bancos e os rentistas, alimentando o pagamento dos juros da dívida pública


247 - Continua a disparada nos preços do petróleo no mercado internacional. O barril já está sendo negociado a US$ 80 o barril e especialistas não descartam que chegue a US$ 100 em 2019. Parece ser o início de uma nova era de ouro no petróleo, depois que o preços do petróleo entraram em queda livre em 2014, sob o peso da produção de xisto nos EUA. Mas o Brasil ficará fora da festa, porque o governo do golpe está entregando-o na bacia das almas, praticamente de graça para as grandes petroleiras internacionais.

"Acabou a longa era do petróleo barato" é o título de reportagem do jornal britânico Financial Times. São vários fatores que explicam a alta, desde a restrição da produção pelos grandes produtores às dificuldades na exploração do xisto nos EUA à tensão internacional provocada por Donald Trump que ameaça incendiar o Oriente Médio, a região de maior produção de petróleo no mundo. Com a alta, todos os países produtores saem favorecidos. Espera-se que a Venezuela, que enfrenta grave crise econômica, possa iniciar um processo de recuperação. Só o Brasil fica de fora, pois o governo oriundo do golpe de Estado está liquidando o pré-sal.
 A imprensa conservadora confunde as pessoas ao divulgar acriticamente os números referentes aos leilões do pré-sal promovidos pela dupla Temer-Parente. Todos são na casa dos bilhões de dólares. No último leilão, em 29 de março, foram arrecadados R$ 8 bilhões. No entanto, enquanto o preço do barril dispara rumo aos US$ 100, as petroleiras estão levando as áreas leiloadas com uma estimativa de custo do barril ao redor de US$ 1. 
Quando o pré-sal foi descoberto em 2006 e o então presidente Luis Inácio Lula da Silva anunciou um programa revolucionário para desenvolver sua exploração e tornar o Brasil autossuficiente e exportador, a direita e a imprensa conservadora ridicularizaram-no, afirmando que os custos de extração seria inviáveis e que a descoberta era um grande "mico". Para que se tenha uma ideia do impacto do pré-sal, em 2007 o Brasil (sob o governo Lula) comemorou a autossuficiência na produção de petróleo com a produção de 1,77 milhões de barris/dia. Pois hoje, só o pré-sal produz a mesma quantidade, 1,74 milhões de barris dia, o que representa 53,3% do total produzido no Brasil. Em dois anos, será 75% ou mais. 
Mas os brasileiros não verão nenhum benefício. Os bilhões arrecadados nos leilões são destinados quase exclusivamente aos bancos e aos rentistas, para pagamento da ciranda financeira dos juros da dívida pública, enquanto o lucro da exploração fica com as grandes empresas internacionais.
É um crime lesa-pátria, como afirmou a ex-presidente Dilma Roussef em entrevista à TV 247:
"Nós fizemos o modelo do pré-sal, que é a partilha. O que e a partilha? A maior parte do óleo, a mais importante, é do Estado brasileiro. Portanto, do povo brasileiro. A parte menor vai para os exploradores. Na partilha é mais ou menos: 70% da União e 30% das empresas. (...) O modelo do pré-sal foi pensado para que o Brasil tirasse o maior proveito das riquezas naturais, que agora, com a mudança promovida por Michel Temer, acabam nas mãos dos exploradores estrangeiros". 
Dilma falou ainda da ameaça ao futuro do Brasil com a entrega do petróleo às grandes petroleiras internacionais e os recursos arrecadados para os ricos do Brasil, em vez de serem direcionados para o que seria uma verdadeira revolução social:
"O modelo de partilha tinha um fundo social. A parte maior, em torno de 75%, ficou para a educação e em torno de 25% para a saúde. Era uma espécie de passaporte para o futuro, que não tem no modelo de concessão. (...) A educação funciona para o futuro e para a riqueza do País. A nação enriquece se você apostar em educação". 


Gurdar no escaninho do Spin Imperil

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