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02/04/2018

Das semelhanças entre as "primaveras" egípcia e brasileira

Resultado de imagem para facebook e praça tahrir


As eleições, se existirem, serão um jogo de cartas marcadas....como dizem, pra egipcio sic inglês ver:

O Egito é aqui...

No Egito o ditador Al Sisi, candidato odiado pela população, tem tido mais de 90 por cento dos votos....isto tem sido possivel pq ele Sisi vem tendo sua candidatura viabilizada graças a exclusão de candidatos competitivos: depois da prisão do lider da Irmandade Muçulmana, outros candidatos que se mostraram viåveis nas eleições seguintes também foram presos...


...diante desse quadro, mais da metade da populaçāo tem deixado de sair de casa pra votar...há muita censura, fraude e abusos, como por exemplo miilitares estuprando garotas presas por terem criticado o regime que tem no armårio muitas mortes e mais de 50 mil presos politicos.
No Egito o ditador Al Sisi, candidato odiado pela população, tem tido mais de 90 por cento dos votos....isto tem sido possivel pq ele Sisi vem tendo sua candidadura viabilizada graças a exclusão de candidatos competitivos: depois da prisão do lider da Irmandade Muçulmana, outros candidatos que se mostraram viåveis nas eleições seguintes também foram presos...

...diante desse quadro, mais da metade da populaçāo tem deixado de sair de casa pra votar...há muita censura, fraude e abusos, como por exemplo miilitares estuprando garotas presas por terem criticado o regime que tem no armårio muitas mortes e mais de 50 mil presos politicos...

Efeito Orloff

...qualquer semelhança com aquilo que serå o Brasil dentre em breve, nāo terå sido mera coincidência: com o STF e tudo junto...

O significado de efeito orloff

http://observatoriodaimprensa.com.br/mercosul/o-efeito-orloff/


Arkx disse:

-> O Egito é aqui

-> mais da metade da populaçāo tem deixado de sair de casa pra votar...

estamos todos no mundo imersos numa profunda crise de representação.

a Democracia liberal representativa faliu. já não serve ao Capital, que dela prescinde. e muito menos serve ao conjunto da população.

os poderes constituídos perderam seus vínculos com o poder soberano instituinte.

tanto no caso do Egito, como em outros países onde ocorreram as insurreições (equivocadamente denominadas de "primaveras"), não foram estas insurreições que abriram caminho para governos autoritários.

ao contrário, foi justamente por terem sido derrotadas as insurreições que os governos autoritários puderam se instalar.

neste sentido, o "18 de Brumário" continua atualíssimo!

já não há qualquer caminho de transformação, se é que algum dia houve, que passe pela priorização da via parlamentar/eleitoral.

mas isto não implica não participar das eleições. e sim usar este momento político para fortalecer tanto os movimentos sociais quanto uma nova forma de organização política além dos partidos tradicionais.


Spin disse:

Amigo, parabéns pelo seu otimismo,,....precisamos disso........preciso de animação, idealizar, romantizar, transportar-me do chão para os ares artes sonhos...mas alguma coisa me obriga a ser concreto neste momento que, tomara,  não demore muito a findar esse meu exilio de mim mesmo: este abdicar do meu voar, substituido por este pensar existir ordinário pq destituido de sonhos.


É que são tantas as semelhanças entre os procesos egipcio e brasileiro que tenho a impressão de que se trata do mesmo comando....será  que os mesmos que ditam por lá ditam por cá....

Sobre a lei antiterrorismo lá e cá, alguém já me disse que se trata de uma imposão dos EUA: diante de tanta parecência, começo a pensar que não se trata de teoria da conspiração...

Deu no DW ....Data 17.08.2015

Nova lei antiterrorismo no Egito cerceia liberdade de imprensa

Presidente Abdel Fattah al-Sisi aprova multas pesadas para publicação de "informações falsas" sobre ataques de militantes. Críticos dizem que nova lei deve amordaçar a imprensa e pode levar pequenos jornais à falência.

http://www.dw.com/pt-br/nova-lei-antiterrorismo-no-egito-cerceia-liberdade-de-imprensa/a-18653332

Deputado gaúcho pretende mudar lei antiterrorismo e criminalizar o MST e o MTST

"(...) O projeto de Goergen faz uma espécie de emenda ao parágrafo 2º da lei, que não aplica os atos de terrorismo manifestações políticas ou de movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional que tenham “propósitos sociais ou reivindicatórios” para defender direitos, liberdades e garantias previstas na Constituição.

https://www.sul21.com.br/ultimas-noticias/politica/2018/02/deputado-gaucho-pretende-mudar-lei-antiterrorismo-e-criminalizar-o-mst-e-o-mtst/

Fake news lá e cá:

Agora está bem claro que a estratégia dos novos grupos organizados da direita passa centralmente pela divulgação de "fake news" - eles dependem disso para manter sua militância sempre em pânico e com a faca nos dentes.
É bom não esquecer que o discurso das "fake news" serve para promover os méritos do jornalismo corporativo, que seria o guardião da "verdade". Mas a manipulação que ele promove incide de forma muito mais grave na construção das representações da realidade, com efeitos muito mais duradouros. A ideologia disseminada pelo jornalismo é "fake news" no atacado, condição necessária para que o MBL e outros instalem seu varejo.
Instituições funcionando de forma republicana é "fake news". Judiciário imparcial é "fake news". Rombo da previdência causado por excesso de benefícios é "fake news". Carga tributária elevada no Brasil é "fake news". Doutrinação de esquerda nas escolas é "fake news". Agronegócio como caminho da modernidade é "fake news". Empreendedorismo é "fake news". Meritocracia é "fake news".
Por último, mas também importante: não ter uma expressão em português para "notícias falsas" também é "fake news" (Luis Felipe Miguel, no GGN)

A jornalista Mônica Bergamo, da Folha, conta que o Federal Bureau of Investigation (FBI), a polícia federal norte-americana, vai atuar contra “fake news” nas eleições brasileiras deste ano.

https://www.esmaelmorais.com.br/2018/02/fbi-vai-atuar-contra-fake-news-nas-eleicoes-brasileiras-de-2018-tse-para-que/

Como o termo 'fake news' virou arma nos dois lados da batalha política mundial

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-42779796

The Intercept: FBI no Brasil para combater fake news...deveria começar pela Globo, Folha, Estadão, Veja....

Perigo de censura O combate a notícias falsas pode desencadear também reações arbitrárias. Existe uma preocupação de que políticos e instituições possam utilizar o argumento para atacar a imprensa quando ela está apenas sendo incômoda.

https://theintercept.com/2018/03/05/agentes-do-fbi-que-investigam-trump-russia-e-fake-news-se-reunem-com-policia-federal-e-tse/

A derrocada egípcia

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/24/Tr%C3%AAs-amea%C3%A7as-%C3%A0s-elei%C3%A7%C3%B5es-presidenciais-no-Egito

A Praça Tahir é aqui?, por Leonardo Atuch, em 18.6.2013


Quem são eles? O que querem? O que realmente motiva os milhares de jovens que tomaram as ruas das grandes cidades e, ontem, invadiram o próprio Congresso Nacional?

Serão mesmo os vinte centavos da passagens de ônibus? Ou há algo mais fundo? Há explicações cada tipo de freguês. Para os petistas, a violência da Polícia Militar de São Paulo potencializou a reação desta segunda-feira. Para os tucanos, o que existe é uma insatisfação difusa contra os rumos do País e a precariedade dos serviços públicos.
Diante de uma catarse coletiva, sem direção e sem lideranças claras, cada grupo tenta impor sua própria agenda ao “movimento”, que, na verdade, não tem unidade alguma.
Nessa tentativa de se apropriar dos protestos, a Globo, por exemplo, enxergou um grande protesto nacional contra a PEC 37, que limita ações do Ministério Público, sem qualquer amparo na realidade. E acabou sendo alvo da fúria das ruas, diante de manifestantes que gritavam palavras de ordem contra a “Central Globo de Mentiras”.
Se a Praça Tahir é aqui, o que fica claro é que ela não tem dono. Há quem grite contra a corrupção, contra os gastos da Copa, contra a mídia e até mesmo contra as tarifas de ônibus.
No mundo político, a correnteza das ruas deixa um grande ponto de interrogação. À direita, os que ontem falavam em “baderna” hoje enxergam uma oportunidade de apontar a fúria da massa contra o PT e a presidente Dilma Rousseff. No Facebook, tanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso quanto o senador Aécio Neves saudaram o grito de indignação e a perspectiva de um eventual levante popular. No Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff limitou-se a elogiar o “caráter democrático” dos protestos. E o ex-presidente Lula jogou a batata quente para o prefeito Fernando Haddad, apostando numa negociação com o Movimento Passe Livre.
O fato é que o poder está cercado. E a polícia, intimidada pela repercussão negativa de suas ações na semana passada. Hoje, há apenas dúvidas e incerteza. O que se pode dizer, com segurança, é que quem tentar se apoderar desse movimento sera rapidamente devorado por ele.

https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/105657/

Atualização - 11:00h

Com 60% de abstenções, denúncia de fraude, votos nulos, compra de votos e sem candidato de oposição, o ditador Al Sisi vence no Egito com mais de 90% dos votos.

Como esperado, em uma disputa sem rivais viáveis, os resultados preliminares das eleições egípcias sugerem a reeleição do atual presidente, o ex-general Abdel Fattah al-Sisi, de 63 anos. Ele recebeu mais de 92% dos votos, segundo o jornal local Ahram, número que será confirmado apenas em 2 de abril. As eleições foram feitas em três dias, de segunda a quarta-feira. Sisi não conseguiu, no entanto, mobilizar a população para que fosse às urnas. As primeiras estimativas mostram um comparecimento de em torno de 40%, em um universo de 95 milhões de habitantes e 60 milhões de eleitores. Em sua primeira eleição, em 2014, Sisi havia tido 97% dos votos e 47% de participação, segundo o governo. Sua primeira gestão foi marcada por um crescente autoritarismo, evocando as lembranças da severa ditadura de 30 anos de Hosni Mubarak – o que pode ter desestimulado eleitores. Havia, a princípio, uma série de candidatos de oposição com alguma força, como o ex-premiê Ahmed Shafiq, o ex-chefe das Forças Armadas Sami Anan e o sobrinho do ex-presidente Anwar Sadat, Mohamed Sadat. Pressionados, porém, abandonaram a corrida. Sobrou apenas o arquiteto Moussa Moustafa Moussa, até então desconhecido. Ele se registrou uma hora antes do prazo e anteriormente fazia campanha na internet pelo próprio Sisi. Moussa recebeu 3% dos votos, afirma o Ahram. Estas foram as terceiras eleições livres no Egito, após o país ter vivido alguma euforia com a derrocada do ditador Mubarak em 2011, na chamada Primavera Árabe. A população elegeu em 2012 o líder islamita Mohamed Mursi, que foi deposto um ano depois pelo Exército, liderado por Sisi, que venceu as eleições em 2014. Com o pleito descrito pela oposição e por organizações de direitos humanos como uma farsa, Sisi deve perder ainda mais legitimidade. Foram abundantes os relatos de compra de voto – às vezes em troca de cesta básica ou menos de R$ 10. Apesar da crise, grandes negócios têm se beneficiado da gestão de Sisi, cujas reformas econômicas agradam parte do mercado financeiro. A economia sofreu com os protestos de 2011 e o golpe de 2013 e só agora tem se recuperado. Seu PIB cresce ao ritmo de 4,8%, segundo o FMI. Outro índice favorável é o de turistas, após anos de sítios arqueológicos vazios. O número de estrangeiros cresceu 54% em 2017, chegando a até 8,3 milhões. - Jornal do Comércio do RS.

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