17/05/2017

Uma grande famiglia a máfia dos bacharéis ou: Porque você odeia o PT


Como se vê na foto acima, o péssimo exemplo começa de cima....ou seria o Judiciário algo imprestável...se os pais são este tipo de espelho...
Que familia numerosa!...ou seria famiglia: trata-se da Máfia dos Bacharéis,  uma extensa rede formada pelo bacharelato, estagiários e prestadores de serviços espalhados por todo o pais e, mundo afora, atuando sob o manto da cooptação sic cooperação internacional...
Essa rede de interesses marcada por um jogo de interesses, marcatismo e muita politicagem, tem seus tentáculos na Globo que, detentora da voz e do poder de informa as massas, sabe muito bem como emparedar os "rebeldes", que o diga o Teori in Memoriam e o amedrontado Fachin, que não é bobo para fugir do script traçado pelos irmãos metralha sic Marinho que, no comando do Poder Verbalizador/midiático, segue firme na filmagem, em tempo real, do filme da co-patrocinado pela Globo, Lava Jato e cia, claro, contra o Lula, o longa-metragem A Lei é para Todos: Me Engana que eu Gosto....

Vamos começar pelas instâncias inferiores, ao final reportar-me-ei a Suprema Corte..

Já que estamos falando de familias,  iniciemos pelos sobrenomes:
Os Catta Preta...
Beatriz Catta Preta já havia conduzido depoimentos de delação premiada na época do Mensalão. O alvo das delações dos clientes de Beatriz Catta Preta são sempre opositores do PSDB(...)

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/desembargador-citado-no-mensalao-mineiro-mantem-condenacao-do-autor-da-denuncia-da-lista-de-furnas-por-joaquim-de-carvalho/
Em familia...
A advogada Beatriz Catta Preta, que defende o ex-diretor e "delator" da Petrobras, Paulo Roberto Costa, é quem conduz o acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, e Polícia Federal. Catta Preta é responsável pela coordenação dos principais acordos da Lava-Jato com o Juiz Sérgio Moro, em tempo, Beatriz é prima do desembargador José Mauro Catta Preta nomeado pelo governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB). **Anastasia é pupilo e amigo de Aécio Neves.

Youssef é da familia tucana há décadas,...antigo operado do PSDB, rodava por ai num jatinho levando a tiracolo o Alvaro Dias....mas sobrou mesmo foi pro petista André Vargas que cometeu o  crime de ter usado o jatinho do doleiro tucano. 
O caso Cata Preta: Dra. Delação partiu com o marido condenado para Miami

Os Itagiba....

Os Itagiba e os delatores que desfrutam numa boa o produto do furto
Mais sobre Itagiba
Uma história repleta de delegados, arapongas...politicos protegidos pela justiça e pela midia
"(...) Jornal GGN - Considerado um dos canais de vazamento da Operação Lava Jato da Polícia Federal - que investiga a atuação do doleiro Alberto Youssef -, o ex-delegado e deputado federal Fernando  Francischini, do partido Solidariedade (ex-PSDB), deixou de divulgar um dos nomes que surgiram nos grampos da polícia: ele próprio.
Fernando Franchiscini escondeu um dos suspeitos da Lava Jato: ele próprio
A truculência da policia do Paraná com a chegada de Francischini

Youssef
Youssef, um antigo membro da familia tucana, laços que datam da década de 90, passando por escandalos em várias adminstrações tucanos-demos, Banestado, transportes de dinheiro, Banestado...mas ele ta por ai de boa desfrutando premos ganhos na industria da delação...
"(...) A própria defesa do doleiro, em suas argumentações contra a condenação imposta por Sérgio Moro, pela Ação Penal de 1998, extinta e retomada agora, diz que os US$ 1,5 milhão que ele internou no país em 1998 foram destinados à campanha de Jaime Lerner, candidato demotucano ao governo do Paraná.
Como assim ele não operou para o PSDB?
Youssef operou a vida inteira para o PSDB! Era a sua especialidade!
Tentar pregar uma estrelinha do PT no peito do doleiro não vai colar.
Alberto Youssef é um produto 100% tucano.
Youssef: a história que a midia não contou
Ah, antes que eu me esqueça: esse juiz anti-Dilma que tem Itagiba e Catta Preta no nome...é parente de quem mesmo...ou é apenas coincidencia...
"(...)  Entre as decisões já proferidas pelo juiz estão, por exemplo, uma liminar que restringiu a participação de profissionais estrangeiros de atuar no Mais Médicos, o livramento de teles de pagar imposto sobre produtos audiovisuais ou ainda uma decisão permitindo que uma procuradora acusada de contrabando permanecesse no cargo; confira o histórico
"(...) O juiz Itagiba Catta Preta Neto, da Justiça Federal de Brasília, tornou-se famoso nesta quinta-feira (17) ao determinar suspensão do ato de nomeação de Lula a ministro-chefe da Casa Civil pouco depois da cerimônia realizada no Palácio do Planalto. A alegação do magistrado é de que existem indícios de cometimento de crime de responsabilidade.
Zero Hora: O juiz que suspendeu a nomeação de Lula
"(...) O juiz federal Itagiba Catta Preta Neto, do Distrito Federal, que suspendeu, por uma liminar, a nomeação de Lula para a Casa Civil, costuma fazer postagens nas redes sociais com mensagens e imagens contra o governo federal. Em uma delas, no Facebook, ele aparece com um adesivo do senador Aécio Neves e as palavras "missão cumprida".

A Famiglia STF...
Vamos ao STF,  cujo ministro Fux pediu/intimou o  "limpissimo" Tribunal de Justiça do RJ a  segurar a vaga de desembargadora para a filha  sem notório saber juridico, uma ex-estagiária da área jur´diica que teve que esparar o tempo passar para completar a idade minima para virar desembargadora.......estamos flando do caso Mariana Fux...,.o
O Gilmar tem parente não sei aonde que é amigo do Toffoli que foi ajudo por Gilmar para salva a pele de um irmão...o Toffoli onde trabalha o Fux que entronizou a filha cujo tribunal de justiça do RJ teve que segurar a vaga até ela Mariana Fux completar a idade minima....o STF da famlia Globo que tem lá seus  pimpolhos de plantão: Barroso..,..Fachin....Marco Aurélio, que também tem uma filhota....
O mesmo STF, tão implacável contra petês,...aliás, um sintoma tão presente nessa rede: o ódio ao PT e a Lula....um ódio irmanado nos Irmãos Marinho/Globo e  repetidoras, ou seja, demais meios de comunicação que, no nosso pais, funcionam em pool, ou seja, um Poder Verbalizador/midiático sem divergencia, sem diversidade, sem direito ao contraditorio...
Deve ser por estas e outras que os ministros da suprema corte, bem como os das demais instãncias se tremem de medo da Globo que, é claro, deve saber de muitos podres da Famiglia....rsss
O mesmo STF que permitiu a magistrados e promotores ganharem além do teto constitucional/salarial: algo entre 100 mil e 300 mil reais...se o RJ não tem grana, os magistrados sequestram o orçamento para manter seus salários em dia....deve ser por isso que na cidade spin o poder curador (isso que aqui chamam de judiciário) tem como papel mais curar do que julgar....pois se não podemos nem curar, como julgar....
"(...) A pressão de ministros do STF para nomeações de seus filhos foi colocada em questão pela OAB. A Ordem decidou mudar o processo de escolha para os tribunais após investidas pessoais de Luiz Fux para impulsionar a filha Marianna à vaga de desembargadora no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A pré-seleção feita em julho foi anulada. A partir de agora, todos os conselheiros vão fazer a triagem e a votação também será aberta.
Pela rápida substituição do Poder Judiciário pelo Poder Curador, de curar...
Não dá para aceitar que, debaixo de árvore tão frondosa,  PF,  MPF, Moro, Globo e cia se ocupem durante as 24 horas do dia em destruir a  Familia Lula, não pensam outra coisa senão dar aos Da Silva o mesmo destino dado a familia que era dona da Escola Base...o alvo são: o  Vavá...a Dona Marisa in memoriam, esta não tem sossego nem depois de morta...cruziiiiiiiiiiiiissss
Mauro Santayana sobre a Máfia dos Bacharéis: Os outros nomes da UDN
Lula é odiado porque deveria dar errado

: Xadrez da Familia Lava Jato
Peça 1 – as caixas pretas do Judiciário
Mais independente e sutil dos Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), assim que explodiu a disputa entre o Procurador Geral da República (PGR) Rodrigo Janot e o Ministro Gilmar Mendes, sobre conflitos de interesse – de parentes em escritórios de advocacia com grandes causas no STF e na PGR – o Ministro Marco Aurélio de Mello declarou-se impedido de julgar qualquer processo em que atuasse o escritório de Sérgio Bermudes. Alegou que tinha uma sobrinha que lá trabalhava.
Foi um tapa com luva de pelica nas práticas históricas das altas cortes, de parentes de Ministros, desembargadores, Ministros do Tribunal de Contas e outros advogarem nos tribunais em que atuam seus padrinhos.
Hoje em dia, há duas caixas pretas rondando o Judiciário. Uma, das ações em família; outra, das palestras de cachês desconhecidos.
Uma terceira caixa preta surge com a Lava Jato.
Os maiores escritórios de advocacia do Rio e São Paulo, antes especializados nas áreas comercial, administrativa e de contratos, passaram a aceitar advogados criminalistas como sócios, para atender à enorme demanda provocada pela Operação Lava Jato.
São honorários milionários. Segundo advogados paulistas, conseguir uma causa de delação premiada de algum cliente mais poderoso pode render até R$ 15 milhões de honorários.
Peça 2 – o poder da Lava Jato
A instituição da delação premiada na Lava Jato, conferiu um poder extraordinário a juízes e procuradores envolvidos com a operação. Depende deles – exclusivamente deles – a liberdade ou a prisão dos réus. E como a decisão de aceitar ou não é eminentemente subjetiva, eles se tornam senhores absolutos do destino dos réus que caem em suas mãos.
Essa submissão dos réus gerou dois fenômenos distintos.
O que está em jogo não é pouco. Ou a prisão, ou a possibilidade de ser libertado e ainda usufruir de parte da riqueza amealhada com a corrupção. Alberto Yousseff, a arma sacada por Sérgio Moro, conseguiu a liberdade e ainda a possibilidade de receber comissões sobre quantias que ajudar a recuperar.
Depois que a Odebrecht quebrou a cara, quando seus advogados resolveram enfrentar a Lava Jato, houve mudança total no comportamento dos advogados de réus candidatos à delação. Advogados altivos, passaram a aceitar todas as imposições da força-tarefa e do juiz e ainda avalizar o jogo de cena, negando qualquer imposição no conteúdo das delações.
Ora, todo delator já sabe, de antemão, o que os procuradores – e o juiz – desejam: informações que ajudam nas ações contra Lula. Aliás, não apenas eles mas a torcida do Corinthians e do Flamengo. E do Atlético Paranaense, é claro.
A partir daí entra-se na caixa preta. Até que ponto a contratação de advogados ligados às autoridades se deve à sua competência, à tentativa de agradar a autoridade (agrado que pode ser correspondido ou não) ou barganha?
Trata-se de uma situação controversa, que merece uma segunda pergunta: até que ponto é lícito a um advogado aceitar uma proposta de uma empresa cujo destino está nas mãos de seu padrinho político?
Caso 1 – a filha de Janot
Filha do PGR Rodrigo Janot, Letícia Ladeira Monteiro de Barros é uma jovem advogada de cerca de 27 anos, especializada em direito econômico, que trabalha em um escritório de advocacia que conseguiu três contas relevantes: Petrobrás, OAS e Brasken.
Ela atua basicamente no CADE (Conselho Administrativo de Direito Econômico). Apesar de Janot não ter nenhuma relação direta com o CADE, as três empresas estão em suas mãos. No caso da OAS e da Brasken, dependem dele para a aceitação da oferta de delação premiada de seus executivos, assim como dos acordos de leniência agilizados, para impedir a sua quebra.
O Estadão publicou que “atualmente, a OAS negocia acordo de delação de seus executivos com o Ministério Público Federal. A negociação foi suspensa no ano passado, por decisão de Janot, depois do vazamento de supostas informações que fizeram parte das conversas entre executivos da empresa e o MPF”.
Conforme o GGN mostrou na ocasião, eram fúteis os motivos invocados para a suspensão das negociações: suposto vazamento de informações irrelevantes para a Veja, em um universo em que não passa dia sem que um documento seja vazado.
Em sua defesa, Janot afirmou que as delações são propostas pelos executivos à PGR, não o contrário. Além disso, ele não atua contra a “pessoa jurídica” das empresas. Faltou falar que cabe à PGR dizer se aceita ou não. E quem decide pela “pessoa jurídica” são as pessoas físicas que dependem dele para aspirar a libertação.
Caso 2- Marlus Arns – Rosângela Moro
Conforme o GGN já vem mostrando há anos, as Federações das APAEs (Associação de Pais e Alunos dos Excepcionais) se trasformarm em um enorme sorvedouro de recursos públicos sendo parcamente fiscalizados.
No caso da Federação da APAE do Paraná, há um conjunto de episódios mal-cheirosos:
1.     Quando Secretário de Educação do Paraná, o ex-senador Flávio Arns – liderança maior da APAE – destinou R$ 450 milhões às APAEs do Estado, para poderem competir com a rede pública federal, que passou a atender crianças com deficiência.
2.     Na outra ponta, seu sobrinho Marlus Arns tornou-se o principal advogado das ações das APAEs no estado.
3.     Sua contraparte na Federação é a diretor jurídica Rosângela Moro, esposa do juiz Sérgio Moro. Ela é tão envolvida com as APAEs que palestrou na ONU em evento sobre educação inclusiva – sendo que a ala das APAEs que ela representa se constituem no maior obstáculo à educação inclusiva, para não abrir mão dos recursos públicos.
Marlus é um advogado encrencado, denunciado por problemas com as empresas estatais paranaenses. De repente, tornou-se o principal advogado das delações da Lava Jato.
Foi responsável pelas negociações dos empreiteiros da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, Eduardo Leite e Paulo Augusto Santos, além do empresário João Bernardi Filho. Arns também atuou na defesa de Ivan Vernon, ex-assessor de Pedro Corrêa (PP), assim como de Valério Neves, ligado ao ex-senador Gim Argello (PTB-DF), e do ex-assessor de José Janene (PP - morto em 2010), João Cláudio Genu. Também representa Renato Duque deste agosto de 2015. Recentemente, Duque rompeu o silêncio e pediu para falar com Moro sobre a Petrobras. Ele acusou Lula de mandar destruir provas. Outros clientes ilustres de Arns são o deputado cassado Eduardo Cunha e sua esposa, Cláudia Cruz.
É possível que os honorários de Marlus passem dos R$ 50 milhões.
A relação da família Arns com Moro e a equipe da Lava Jato se estende: o irmão de Marlus, Henrique Arns de Oliveira, é diretor-geral do Centro de Estudos Jurídicos Luiz Carlos, que teve como professores no módulo de Direito Penal Econômico o procurador Deltan Dallagnol e Sérgio Moro.
Caso 3 - os Castor de Mattos
O escritório do advogado Rodrigo Castor de Mattos, irmão do procurador da Lava Jato Diogo Castor de Mattos, participou, ainda que informalmente, da delação premiada do marqueteiro João Santana e sua esposa Mônica Moura.
O GGN mostrou que o estagiário Felipe Pedrotti Cadori, que foi a um cartório de Curitiba registrar, em julho de 2016, uma conta de Gmail atribuída à Dilma Rousseff, trabalha, atualmente, no escritório Delivar de Mattos Advogados Associados.
Procurada, a Lava Jato em Curitiba afirmou que o procurador Diogo não participou da delação dos marqueteiros e que o escritório de seu irmão pediu procuração para representar o casal recentemente (o ofício foi enviado a Moro em abril de 2017), quando o acordo de colaboração já estava encerrado.
Mas o registro em cartório feito pelo estagiário, cerca de um ano atrás, prova a atuação informal e por baixo dos panos, já que quem assina a delação dos marqueteiros são os advogados Alessi Brandão e Juliano Campelo Prestes.
Rodrigo Castor de Mattos também representou o advogado de Alberto Youssef, Carlos Alberto Pereira da Costa, que, em 2014, confirmou elo entre o doleiro com o mensalão e petrolão.
A empresa de Carlos Alberto, a CSA Project Finance Consultoria, foi usada por Youssef para lavar dinheiro de José Janene, admitiu a Moro.
O depoimento de Carlos Alberto Pereira da Costa, que presenciou o entra e sai de políticos no escritório de Youssef, afundou de vez Luiz Argolo na Lava Jato. Também implicou Paulo Roberto Costa e empresas como a Engevix e Mendes Junior.
Procurada pelo Conjur, que questionou o laço familiar entre procurador e advogado do réu, a força-tarefa de Curitiba sustentou que “o advogado Rodrigo Castor de Mattos foi defensor do réu Carlos Alberto Pereira da Costa até 7/10/2014. Posteriormente, quando já era assistido pela Defensoria Pública da União, o réu celebrou acordo de colaboração com o Ministério Público Federal em 27/4/2016, sendo homologado em audiência na data de 6/6/2016.”
Mas há reportagens sobre as revelações feitas pelo delator ao juiz Moro e à Polícia Federal desde 2014. No processo sobre a Labogen, por exemplo, Youssef ficou em silêncio diante de Moro, orientado pelo defensor Antônio Figueiredo Basto, enquanto Carlos Alberto Pereira da Costa decidiu, segundo Rodrigo de Mattos, fazer uma “colaboração espontânea”.
Caso 4 – Saab - Miller
 Membro da força-tarefa da Lava Jato, o procurador Marcelo Miller abandonou a carreira e se mudou para o prestigioso escritório Trech, Rossi e Watanabe que atua na defesa da SAAB-Scania no caso da licitação F-X da FAB (compra de caças). Detalhe: no MPF, Miller foi o principal procurador no processo sobre a FX. Antes disso, Miller atuou na Operação Norbert – que identificou contas da família de Aécio Neves em Liechtenstein.”
Miller disse estar afastado da Lava Jato, colaborando apenas eventualmente, desde o segundo semestre de 2016. “O procurador da República deve se dedicar à área de compliance, que trabalha na prevenção de práticas criminosas dentro de empresas. Procurado, ele não quis comentar a saída da instituição”, publicou o Estadão.
Peça 3 – os ensinamentos de Montesquieu
Todo aquele que detém poder tende a dele abusar, até que encontre um limite.
São três os princípios, cada um correspondendo a um governo: o da monarquia é a honra; o da república é a virtude; e o do despotismo é o medo.
Só pode existir liberdade quando não há abuso do poder. 
O que parece indicar que o poder judiciário sendo essencialmente o intérprete das leis deve ter tão pouca iniciativa e personalidade quanto possível (o juiz é apenas a boca que pronuncia as sentenças da lei, sem moderar sua força ou rigor). Não é o poder de pessoas, é o poder das leis, “teme-se a magistratura e não os magistrados”.
O que o interessa é a rivalidade entre as classes. Esta competição social é a condição do regime moderado porque as diversas classes são capazes de se equilibrar.
Do Procurador da República Ercias Rodrigues de Souza, em encontro da Associação Nacional dos Procuradores da República para discutir “Direito e Democracia”
A democracia moderna não é, simplesmente, representativa, ela é, acima de tudo, participativa. Além de se contar com os fiscais constitucionais, a própria sociedade organizada em conselhos e associações deve exercer, diuturnamente, o controle do exercício do poder de seus representados políticos.



Exatamente neste ponto é preciso voltarmos ao Ministério Público: por não sermos menos democráticos do que o parlamento e, também, por não sermos menos republicanos, deve seguir-se a conclusão de que também devemos contas aos titulares do poder. O certo é que o fato de tomarmos nossas atribuições diretamente do Texto Constitucional, por meio de habilitação em concurso público extremamente dificultoso, não implica sermos detentores de um poder de outra natureza, afinal, todo o poder emana do povo, como sabiamente o diz nossa Constituição, logo em seu começo.

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