22/02/2011

Clipping: Mr Gay, expulsão da senadora Serys, Dilma na Folha,,,o dia de ontem foi bem agitado,,..o blog do Nassif fora do ar devido a uma saraivada de raios sobre o servidor,...eu heim,...saravá!!!!!

Catarinense Eduardo Kamke é novo Mr Gay Brasil


Natural de Joinville, residente em Florianópolis, o analista de RH da Phillip Morris, 29 anos, virginiano é o novo Mr Gay Brasil.

Atualização - 23/02/11
Publiquei a foto do Edu no LNO, veja aqui as melhores fotos de de ontem e de hoje


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Veja essa,,, dizem meus botões que é inveja de gente sem voto que quer expulsar a senadora Serys,
Interesse coletivo é que não deve ser,
Puro capricho pessoal de figurinhas


Executiva do PT discute hoje processo de expulsão de Serys do partido

Por Só Notícias

A executiva estadual do Partido dos Trabalhadores deve se reunir, hoje à tarde, para iniciar as discussões sobre o processo de expulsão da ex-senadora Serys Slhessarenko, do vereador Lúdio Cabral e outros quatro ex-candidatos nas eleições de 2010, que foi pedido por alguns integrantes do partido. Eles são alvos de seis representações ingressadas, na semana passada. O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e membro do partido, Júlio Vianna, é o autor da ação contra Serys. As acusação são de não apoiar a então candidato ao Senado do ex-deputado federal Carlos Abicalil.

Após aprovado o pedido de expulsão deste membros, o caso será repassado para a Comissão de Ética do partido que ficará de analisar e dar um parecer sobre a situação dos filiados. Nesta fase, eles poderão apresentar a defesa sobre as acusações. Depois deste trâmite, o caso será colocado em votação e será decidido se eles serão expulsos ou não.

Além de Serys e de Lúdio, são alvos de expulsão a ex-deputada estadual, Vera Araújo, também integra a lista composta ainda dos ex-candidatos José Lemos Neto, o Juca Lemos; Eroisa Melo e Juci Maria, conhecida como Juci da Eletronorte. Os petistas responderão por infidelidade partidária. Um dos pontos questionados se refere a constatação, segundo as representações, da "falta de inserção do número e do nome do candidato Carlos Abicalil no material de campanha eleitoral dos candidatos listados. Em relação a ex-senadora, o texto ressalta o agravante de ela supostamente ter feito campanha contra Abicalil inclusive tendo utilizado o jargão "vou de taxi", que sugeria seu apoio ao adversário na disputa ao Senado, Pedro Taques (PDT).

Por outro lado, a ex-senadora ironizou a atitude do grupo liderado pelo presidente do PT no Estado, Saguas Moraes, e Abicalil, em encaminhar somente agora seu pedido de expulsão da sigla - juntamente com os demais filiados que integram o seu grupo e que foram candidatos nas eleições passada. "Agora? Cinco meses depois? Por que só agora? De que eles têm tanto medo? Eu não sou mais nada. Quer me parecer um ato de pura covardia. Afinal, por que esperaram tanto tempo?".
http://www.mteseusmunicipios.com.br/NG/conteudo.php?sid=44&cid=18758
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 Dilma na Folha:
Gostei mesmo foi da carra de bode amarrado do Otavinho ao lado da descontraída DilmaQue  anfitrião da cara das mais amarradas, que amuo é ésse Otavinho!!!!!

Quanto a minha opinião, divergente de muitos blogs que sigo, é a de que sou a favor desta distensão que vem sendo promovida pelo Planalto, o importante é que as políticas públicas sejam implantadas


Do Blog do Planalto:

Sem liberdade de imprensa não há democracia


Presidenta Dilma Rousseff, ao lado do vice-presidente Michel Temer e do diretor de redação da Folha de S. Paulo, Otávio Frias Filho, assiste a cerimônia de comemoração do aniversário de 90 anos da Folha. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Uma imprensa livre, plural e investigativa é imprescindível na democracia, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta segunda-feira (21/2), na cerimônia de comemoração dos 90 anos da Folha de S. Paulo.
Segundo a presidenta, a multiplicidade de pontos de vista e a abordagem investigativa dos grandes temas de interesse nacional constituem requisitos indispensáveis para o pleno usufruto da democracia e o amadurecimento da consciência cívica de uma sociedade.
“Um governo que não sabe escutar nas críticas dos jornais a voz dos eleitores não consegue ter um compromisso real com a democracia. Porque a democracia exige o contraditório e a vigilância sobre os governantes (…). Ao comemorar o aniversário de 90 anos da Folha de S.Paulo, um grande jornal brasileiro, o que estamos celebrando é também a existência dessas liberdades no Brasil”, disse.
Durante a cerimônia, a presidenta enfatizou que o exercício democrático nem sempre foi possível no Brasil e que a liberdade de opinião apenas se consagrou com o fim da ditadura militar. Como exemplo, citou o fato de o primeiro jornal brasileiro ter sido impresso em Londres, a partir de 1808, em função da censura.
“Nestes 188 anos de independência, é necessário reconhecer que, na maior parte do tempo, a imprensa brasileira viveu sob algum tipo de censura. De Libero Badaró a Wladimir Herzog, ser um jornalista no Brasil tem sido um ato de coragem. É esta coragem que aplaudo hoje no aniversário da Folha”.
Ao término do discurso, a presidenta Dilma frisou: “Por fim reitero que no Brasil de hoje, com uma democracia tão nova, todos nós devemos preferir um milhão de vezes o som de vozes críticas ao silêncio das ditaduras”.

http://blog.planalto.gov.br/sem-liberdade-de-imprensa-nao-ha-democracia/


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Por Antônio Mello, em seu blog


De Dilma para Octavio Frias de Oliveira e deste para Estela (codinome de Dilma na luta contra a ditadura)

Na festa em comemoração aos 90 anos da Folha de S.Paulo a presidenta Dilma fez um discurso lamentável. Em certo trecho, ela assim se referiu a Octavio Frias de Oliveira, fundador da Folha:

"Ele foi um exemplo de jornalismo dinâmico e inovador. Trabalhador desde os 14 anos de idade, ele transformou a Folha de S.Paulo em um dos jornais mais importantes do país e foi responsável por revolucionar a forma de fazer jornalismo no nosso Brasil."

Agora vejam como Octavio Frias de Oliveira se referiu a Dilma e a todos os seus companheiros de luta contra a ditadura (chamada pelo filho de Octavio de "ditabranda"), em editorial publicado nesse jornal tão elogiado pela presidenta:

Editorial escrito por Octavio Frias de Oliveira.

Editorial: Banditismo
[Publicado em 22 de setembro de 1971]
Octavio Frias de Oliveira

A sanha assassina do terrorismo voltou-se contra nós.

Dois carros deste jornal, quando procediam ontem à rotineira entrega de nossas edições, foram assaltados, incendiados e parcialmente destruídos por um bando de criminosos, que afirmaram estar assim agindo em "represália" a noticias e comentários estampados em nossas paginas.

Que noticias e que comentários? Os relativos ao desbaratamento das organizações terroristas, e especialmente à morte recente de um de seus mais notórios cabeças, o ex-capitão Lamarca.

Nada temos a acrescentar ou a tirar ao que publicamos.

Não distinguimos o terrorismo do banditismo. Não há causa que justifique assaltos, assassínios e seqüestros, muitos deles praticados com requintes de crueldade.

Quanto aos terroristas, não podemos deixar de caracterizá-los como marginais. O pior tipo de marginais: os que se marginalizam por vontade própria. Os que procuram disfarçar sua marginalidade sob o rotulo de idealismo político. Os que não hesitaram, pelo exemplo e pelo aliciamento, em lançar na perdição muitos jovens, iludidos, estes sim, na sua ingenuidade ou no seu idealismo.

Desmoralizadas e desarticuladas, as organizações subversivas encontram-se nos estertores da agonia.

Da opinião pública, o terror só recebe repudio. É tão visceralmente contrario às nossas tradições, à nossa formação e à nossa índole, que suas ações são energicamente repelidas pelos brasileiros e por todos quantos vivem neste país.

As ameaças e os ataques do terrorismo não alterarão a nossa linha de conduta.

Como o pior cego é o que não quer ver, o pior do terrorismo é não compreender que no Brasil não há lugar para ele. Nunca houve.

E de maneira especial não há hoje, quando um governo sério, responsável, respeitável e com indiscutível apoio popular, está levando o Brasil pelos seguros caminhos do desenvolvimento com justiça social - realidade que nenhum brasileiro lúcido pode negar, e que o mundo todo reconhece e proclama.

O Brasil de nossos dias é um país que deseja e precisa permanecer em paz, para que possa continuar a progredir. Um país onde o ódio não viceja, nem há condições para que a violência crie raízes.

Um país, enfim, de onde a subversão - que se alimenta do ódio e cultiva a violência - está sendo definitivamente erradicada, com o decidido apoio do povo e da Imprensa, que reflete os sentimentos deste. Essa mesma Imprensa que os remanescentes do terror querem golpear.

Porque, na verdade, procurando atingir-nos, a subversão visa atingir não apenas este jornal, mas toda a Imprensa deste país, que a desmascara e denuncia seus crimes.

Sobre o motivo do ataque aos carros da Folha, nenhuma palavra. Mas uma declaração do jornalista Mino Carta lança luz sobre o assunto:

A Folha de S. Paulo nunca foi censurada. Até emprestou a sua C-14 [carro tipo perua, usado na distribuição do jornal] para recolher torturados ou pessoas que iriam ser torturadas na Oban [Operação Bandeirante]."

Hoje, Dilma elogiou Octavio. O que diria Estela, seu codinome na luta contra a ditadura?

O que diria Estela à jornalista Rose Nogueira, sua companheira na prisão? Rose foi presa em novembro de 1969, quando ainda amamentava o filho de pouco mais de um mês de vida. Torturada, privada da companhia do filho, Rose ficou presa por nove meses.

Cheguei à história de Rose Nogueira, graças ao artigo O papel sujo da Folha de S.Paulo, escrito por Uraniano Mota.

Encontrei o depoimento da jornalista no DHNet.

Vinte e sete anos depois, descubro que fui punida não apenas pela polícia toda-poderosa daqueles tempos, pela “justiça” militar que me absolveu depois de me deixar por nove meses na prisão, pela luta entre vida e antivida nesse período.
(...) Ao buscar, agora, nos arquivos da Folha de S. Paulo a minha ficha funcional, descubro que, em 9 de dezembro de 1969, quando estava presa no DEOPS, incomunicável, “abandonei” meu emprego de repórter do jornal. Escrito à mão, no alto: ABANDONO. E uma observação oficial: Dispensada de acordo com o artigo 482 – letra ‘i’ da CLT – abandono de emprego”. Por que essa data, 9 de dezembro? Ela coincide exatamente com esse período mais negro, já que eles me “esqueceram” por um mês na cela.
Como é que eu poderia abandonar o emprego, mesmo que quisesse? Todos sabiam que eu estava lá, a alguns quarteirões, no prédio vermelho da praça General Osório. Isso era e continua sendo ilegal em relação às leis trabalhistas e a qualquer outra lei, mesmo na ditadura dos decretos secretos. Além do mais, nesse período, caso estivesse trabalhando, eu estaria em licença-maternidade.

O que teria levado a presidenta a proferir seu lamentável discurso?

http://blogdomello.blogspot.com/2011/02/de-dilma-para-octavio-frias-de-oliveira.html

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