03/03/2011

A reforma eleitoral na realidade D

 Na realidade D o Rio Eufrates é inteiro e não fronteira

Na realdade D as províncias não existem como atualmente, sendo os rios com suas cidades às margens direita e esquerda formam um espaço cultura e político, sendo que as cidades tem, como sobrenome, os nomes dos rios, daí Brasília do Rio Paranoá, Goiânia do Rio Meia Ponte, São Paulo do Rio Tietê, etc

O sistema eleitoral na realidade D

Na realidade D o cidadão vota em 3 candidatos, dentre seres humanos e pessoas jurídicas. Sim, é um grande erros as pessoas jurídicas não poderem se candidatar, ao invés disso elas(pessoas jurídicas) participam da pior forma possível: corrompendo, distribuindo grana aos candidatos, enfim, se candidatam na escuridão, de forma marginal, clandestina.

Por isso na realdiade D as pessoas jurídicas se candidatam, daí candidatos tais como Supemercado A, Igreja B, Mecânica C,,,...

Esta conversa é muito comprida, não sei se é possível continuar aqui,,..vamos lá, depois apago,...,

Os sócios da sociedade são os animais, os seres humanos e as pessoas jurídicas. Destes, apenas os animais não podem votar nem serem votados, isto face a ausência de compreensão dos mesmos acerca da realidade.

Postas candidaturas, no dia da eleição o cidadão vota em 3 nomes.

A Justiça Eleitoral, que não tem nada a ver com Poder Judiciário, apura os votos. Para a formação dos parlamentos local, província e federal, são escolhidos os seres humanos e pessoas jurídicas(representante jurídico) mais bem votados.

Não há eleição para o Poder Executivo, cabendo à Câmara Municipal escolher, dentre eles, um para fazer as vezes de prefeito, que cai em caso de descofiança, o mesmo se repetindo a nível de províncias e federal.


Vou continuar este assunto noutro lugar que não aqui, para não atrapalhar o debate em torno da reforma eleitoral, é que não acredito nem um pouco, por isso prefiro viajar

Este assunto começou pq tive que responder a um internauta


DanielQuireza disse: Fim de coligações ? Por que ?

D disse: DN, ela está questionando as coligações pq por este sistema, adotado atualmente, um candidato pode ter 100 mil votos e outro apenas 10 mil votos ou até menos e, no o que teve mais votos fica de fora, o que é um absurdo.

Financiamento público de campanha: sou favorável porque, como está, as empresas financiam os candidatos ao legislativo e executivo que, no poder, tem que prestar contas

Este assunto começou no LNO, clique aqui 

Em tempo: 

Vou ao teatro, ontem vi o quanto é bom, outro plano de entendimento
Vá ao teatro

Nenhum comentário:

A História do SPIN