09/01/2014

De Volta

Meu deus, tanta coisa neste blog, tanto tempo que não vinha por aqui, nem eu mesmo estou entendendo este emaranhando de números, como lidar com isso
Vou ver o que faço, que tal usar este espaço para guardar as coisas que publico no facebook
Isso
Mas não sei
Agora sei
Agora sei
Agora sei
Hoje vou falar de morte por aqui
Sem data para retornar ao facebrother
Não sei
Tanto faz
No momento tenho que sair
Preciso perder-me para a cidade, ops, pela cidade para, assim, investigar(me) as revelações desta noite sobre a morte
Foram 3 mortes: De uma pessoa jurídica, de um animal e de um ser humano
Inclusive eu fui morto nesta noite
Coisa terrível

Acordei com a morte na boca
Mas saibam de uma coisa: A loucura é mil vezes pior do que a morte
Eu sei pq experimentei isso ao descer a um buraco negro loucura estelar onde não se pode morrer
E padeci de dor abstrata que não existia mas era real
Meus olhos esbugalhados para fora sem poder morrer
Foi quando vi que a morte nestes caos ops casos é um presente
E isso ocorreu pq sepultei a morte durante uma representação artística e, por ter sido puxado para aquele local inominável tive que soltar a morte novamente para a morte realizasse suas obras ao aliviar sofrimentos
Mas saibam que há outro tipo de morte: A morte decretada pelos homens como pena contra as pessoas felizes,  foi esse tipo de morte que experimentei nesta noite
Nós éramos uns 9 e o carrasco aplicou a pena: Matou cada um de nós
Estávamos dispostos em forma de meia lua e o carrasco foi fazendo o rodízio e, como ele demorou um pouco, até pensei que ele não fosse aplicar a pena: Ledo engano, a (in)justiça foi implacável: E na hora da morte balbuciei: Nós estamos sendo mortos pq acreditamos no Brasil
Foi uma condenação política





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