16/05/2009

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Ainda está fresco na memória que o (des)governo FHC pagou para que o saudoso Raul Cortez repetisse mil vezes na TV a frase "A Vale Não Vale."
Era a campanha da privataria de FHC.
Depois de incutir na cabeça da população o desvalor da Vale, este importante patrimônio nacional de inestimável valor, que na época valia mais de 100 bilhões foi "vendido" por FHC aos seus chegados pela bagatela de 3 bi, o correspondente a um ou dois meses de lucro da empresa.
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O (des)governo ficou com os "esqueletos da privatização", ou seja, assumiu para si os encargos trabalhistas e fiscais das estatais "vendidas", se é que podemos usar o termo "venda." Como venda se quem comprou nada pagou e ainda por cima recebeu muita grana para aceitar ficar com a Vale?
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Esta era a lógica da privataria de FHC: desfazer-se de tudo o que era estatal.
O que era estatal nada valia.
Interessante se notar que a Petrobrás escapou por um triz de ser "doada" por FHC.
Interessante se notar que sob este novo projeto de País que o povo elegeu à revelia da vontade da elite e de sua mída, a Petrobrás é a 4a. empresa mais valorizada e respeitada do mundo, o que é bom para o Brasil. Quer dizer, era bom até antes da urubuzada da tucanalha que, como a instalação de uma CPI sem que houvesse motivo concreto, a não ser fofocas espalhadas pelas famílias Civita, Marinho e Frias, que detêm o monopólio da informação no
Brasil e a quem o Senado deve total obediência.
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Neste momento, quando os países valorizam o que é estatal e até estatizam bancos. No entanto o tucanos-demos-pefelês, de olho no retorno da privataria, investem de forma cretina contra a Petrobrás. Assim como na Era FHC, os tucanos colocaram no ar a campanha "A Petrobrás Não Vale," crentes de que Serra será eleito presidente.
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A mídia, no momento transformada em agência de publicidade trabalhando para Serra, mente, distorce e manipula de forma vergonhosa.
As famílias que monopolizam a informação tratam o governo Lula, praticamente na metade do seu mandato, como uma equipe de transição para o governo Serra.
Lembram-se de quando FHC sentou-se na cadeira de prefeito, crente de que estava eleito e no entanto foi derrotado?
Qualquer semelhança não é mera coincidência.

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