18/11/2009

Do mensário netuno2009 do Eduardo Guimarães



Por Eduardo Guimarães - em seu blog

O vídeo acima mostra jornalistas de diversos veículos interrogando o público que compareceu à pré-estréia do filme sobre a vida de Lula. Repórteres se amontoaram sobre os presentes ao evento para discutir se a história de Lula pode render dividendos eleitorais ao próprio e à sua candidata à própria sucessão, a ministra Dilma Rousseff.

A impressão que se tem de matéria tão "peculiar", na qual o diretor do filme tem que explicar por que escolheu o tema, é a de que voltamos ao tempo da ditadura, quando a classe artística tinha que "explicar" conteúdo político em obras culturais. Só que, desta vez, não são os militares que pedem explicações, mas supostos "jornalistas".
FONTE: Eduardo Guimarães

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Minha opinião

Após assistir ao vídeo onde o jornalista coloca o diretor do filme contra a parede, vejo que estamos diante de um quadro muito mais grave: a imprensa brasileira quer substituir, também, os artistas, a estética, o contéudo do que deve não deve ser criado neste País.

Além de fazer o papel de legisladora, juiza, opositora, militar, etc, a imprensa quer mandar também na arte.

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