15/10/2009

Ofensas aos portugueses: Maitê Proença apenas repetiu a mídia

Não deixe de ler, na íntegra, o texto cujo link segue ao final, o autor matou a charada sobre a questão Maitê Proença x Portugal


Maitê Proença não é culpada das grosserias e baixarias que cometeu. Ela é apenas mais uma vítima das elites intelectuais do Brasil e da mídia que a serve-utiliza cujo único objetivo é manter-nos eternamente com a “moral baixa”.

Uma mídia que deseja que não saibamos o grande país que temos, o excelente conceito que nossos técnicos, profissionais, empresas, artistas, escritores, cientistas temos lá fora.

Uma mídia mais do que racista: anglófila e americanófila, que detesta não só tudo que seja português, mas que tenha qualquer origem latina.


Para quê isso? Ora para dominar-nos mais facilmente, explicando por nossa origem de sangue nossas desigualdades sociais e não pelo domínio de uma elite má, egoísta, cheia de soberba e politicamente mesquinha e atrasada.

Num outro artigo volto ao tema para mostrar, com endereços de pesquisa na web, mais verdades que nos tem sido encobertas nos últimos 502 anos.

Aproveitem e pesquisem bem as dicas que deixei acima.

Vocês irão ter um baita susto, garanto.

Ainda bem que agora existem essas ferramentas de busca! Aproveitem meninos e meninas!

Não deixem a mídia golpista fazer com vocês o que fez com a Maitê Proença!
Leia o texto na íntegra
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Comentário

Em comentários na blogosfera, por conta do massacre que estavam praticando contra a Maitê, fiquei com dó e procurei amenizar o episódio afirmando que é normal estas brincadeiras mútuas entre brasileiros e portugueses denegrindo um ao outro.
Ocorre que isto não é frutífero, temos que evitar isso, assim como, por causa da proibição legal, não fazemos mais brincadeiras com negros, lembram-se das famosas piadas de pretos?
Hoje, como a lei contra a homofobia ainda não foi aprovada, é normalíssimo as tais brincadeiras contra homossexuais.
Não se trata de estar defendendo o politicamente correto mas defender o respeito ao outro, seja ele brasileiro, portugues, negro, pobre, etc.
Coloquemo-nos no lugar do outro, tavez assim entendamos melhor o quanto isto que é visto como apenas uma brincadeira na verdade é um problema muito grave.

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