22/12/2008

Outros sonho (ou: Outros sonhos)

Meu computador acabou = pifou ontem, juntamente com o decreto do fim do mundo, logo após o transporte do corpo = palavra = vida = simbolo de Vang Gogh para a Estação 70 = Idéia Sem Morte, o oposto de Idéia Sem Vida, esta pessoa aqui está reclusa na Estação 66
Sei, fiquei com dó dele quando o vi naquele cubículo sem direito a sol, ele disse estar com medo de ficar louco?
Com medo de ficar louco?
Quer dizer então que se considera são quem faz o que fez e foi mostrado = documentado pelo spin repórter Luis Carlos Azenha ontem a noite na TV Record, spin verbalizadora, pessoa jurídica
Foi o fim da picada = mundo = imundice = monturo
Não!!!!!
Todos vocês bando de imundos serão condenados ao fogo do inferno
Arderão em labaredas não após a morte mas ainda nesta vida espiritual = sexual = material
Já se foi o tempo em que todos esperaram por este spin, agora é o contrário, este spin espera que, agora, na ágora = praça, espera por todos vocês
Para uma grande reunião~
Não uma reunião para a prática de insanidades como esta(s) praticadas por Fenandinho Beiramar, spin vazio, mortífero, sim, um Idéia Sem Vida, um à toa
Ah, vai me mandar me matar?
Serei mais um na sua longa lista de morte?
Pois não, mate-me = decapte-me camaleão
Sua besta
O meu nome é Idéia Sem Vida, este spin veio sim, para aplacar a fome, não esta fome que tem Fernandinho Beira Mar, Gilmar Mendes e Daniel Dantas, esta gangue poderosíssima, mas outra fome, a fome por um mundo melhor para todos
Grato,
Idéia Sem Fome
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Um momento, volto já, vou produzir uma imagem para ti na estação 69, mais uma das minhas longas extensões, nesta aqui ficarão apenas palavras, as minhas palavras de longa extensão que, no velho mundo, o que acabou ontem = hoje, não tinha espaço nenhum, pois o Idéia Sem Fome só tinha um pequeno cu digo cubículo tão pequeno = grande como o do Beiramar, ele se acha o máximo = mínimo, eu que este spin gostaria mesmo era de transportar para o céu digo estação 70 todas as vítimas deste monstro
todas as coisas ruins serão sepultadas para, depois, serem exumadas, isto ocorrerá com gente da laia = gangue de Fernandinho Feira digo Beira Mar, eles serão desenterrados depois, não depois da minha morte = ida mas daqui a mil anos = reais = materiais = sociais, quando este mundo estiver totalmente transformado, quando prevalecerem as leias do Integral Perfeito, as leis da perfeição que não tem nada a ver com perfeccionismo, a velha tradição, não esta tradição criada pelos costumes mas TI = Tradição de Idéia, leis que nunca foram e jamais serão revogadas, pois que são leis do espírito absoluto ontem = hoje = sempre
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Uma destas leis diz que as frutas não devem = podem ser cortadas em forma de fatias verticais e sim em rodas = rodelas = frutas, todas as frutas, com a casca, não façam como Fernandinho Beira Mar que mandou cortas muitas pessoas em fatias verticais, pessoas que sofreram muito na hora da morte, e sabem qual o motivo das mortes, todas por motivo fútil, imagina só o que ele fez com um jovem que namorou com sua ex-piranha
Certas coisas não serão ditas = mostradas aqui, e sim nas estações proibidas, como a 66,que nunca será tornada pública, como disse este spin, a não ser daqui a mil anos reais = virtuais, quando todos forem capazes = fortes o suficiente para verem = ouvirem certas atrocidades, e os seus autores, como por exemplo, H, o que idealizou = executou a Segunda Mundial, o nome deste aí não posso dizer por se tratar de coisa viva que, no momento, mora na Estação Lunar, não posso dizer o nome dele porque os nomes provocam o que eles simbolizam = olham = são, foi esta coisa imunda que, ontem, quando transformei Van Gogh em spin sem morte, eterno, apagou meu computador, por isso vim para o Novo Mundo, no momento estou numa lan house na periferia desta cidade - estado
O que levo comigo?
Frutas para dar aos famintos, um mamão, já comi um pedaço, segundo as leis da integralidade =perfeição, leis que não serão ditas = discursadas no templos mas cantadas = celebradas juntamente com cânticos em louvor do meio ambiente

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A História do SPIN