23/12/2008

Deicida

Eu não estava afim hoje, amanheci afim mas acabou a vontade
Fiquei leve e sai com vontade
Eu não estava afim de escrever aqui diretamente no corpo do blog, meu corpo = olho = ser
Dizem que vão deletar meu blog, uma gangue, hackers a serviço de Fernandinho Beiramar
Pois deletem-me = destruam-me
Já é tarde
Já sabem quem sou e, olhe lá, não sou deus, não sou teu deus racista = homofóbico
Após a minha morte = ida meus amigos lutaram com as unhas = dentes para que eu não seja transformado no que não sou, ou seja, num deus
Nem deus, nem santos, já temos muitos por aí, acabei de deparar-me com um que, no início da década de 80 tentou me matar
Foi assim,
ah, nem sei se entro neste detalhe, não estou afim, sem querer falar disso pensei em escrever para o Edson Barrus para contar que vi, agora, momentos atrás, o meu = teu assassino, aquele que assassinou vários gays e maconheiros no Parque Botafo aqui perto de casa
Nem sei se devo trazer à tona, agora, estas revelações de morte, vou ver, talvez eu revele isso no livro imundo, a estação 66, proibida a todos, aquela será aberta não após a minha morte mas passados mil anos reais = materiais, todos eles serão exumados, o nome do assassino é Edgar, ele trabalha na Casa das Embalagens, na Avenida Anhangera esquina com a Paranaíba levei um susto quando, ao comprar um espaço para nele escrever o meu algoz me atendeu, aliás, atendeu não, ao me ver fez de conta que era outra pessoa e me mandou para outro lugar, para que eu fosse ser atendido por outro Fernandes digo vendedor, um de nome Fernandes me atendeu, ele (O ASSSASINo) NÃ]]] nãi q]]]
não quis me atender = olhar
Wu wu nÃO ESTAVA COM FORÇA = VONTADE
PI]]]
não sei,
não sei se devo cotinuar a História de Idéia, minha história servirá de exemplo para estes que não terão lugar no novo mundo, os médicos deicidas, os assassinos em geral e os sonegadores de impostos
A História de Idéia continua no post = tempo = espaço além = aquém

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A História do SPIN